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	<title>Arquivo de Alemanha - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<title>Arquivo de Alemanha - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>António Costa presta &#8220;agradecimento e tributo&#8221; na Alemanha aos fundadores do PS</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/antonio-costa-presta-agradecimento-e-tributo-na-alemanha-aos-fundadores-do-ps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 10:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[António Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Bad Munstereifel]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Secretário-Geral, António Costa, esteve ontem na Alemanha, na cidade de Bad Munstereifel, onde participou na cerimónia comemorativa dos 50 anos da fundação do PS. Uma iniciativa que o líder socialista considerou de “agradecimento e de tributo” aos fundadores do partido e de homenagem a duas das maiores figuras da politica europeia da altura, Mário Soares e Willy Brandt.</p>
<p>Foi num pequeno restaurante na cidade alemã de Bad Munstereifel, onde há 50 anos os socialistas portugueses e alemães do SPD negociaram na clandestinidade a criação do PS, que António Costa, acompanhado pelo antigo líder socialista alemão e presidente da Fundação Friedrich-Ebert, Martin Schulz, descerrou uma placa em bronze evocativa da fundação do PS.</p>
<p>Na sua intervenção, António Costa começou por prestar homenagem aos fundadores do partido e de lembrar duas das maiores figuras políticas de ambos os países e da Europa, Mário Soares e Willy Brandt, destacando que tinha sido precisamente naquele pequeno restaurante e naquela mesma sala que, em 19 de abril de 1973, o PS tinha nascido para se tornar o que hoje é: “um ator chave da democracia em Portugal e na Europa”.</p>
<p>Como a memória é parte integrante da história, António Costa lembrou que há 50 anos foi possível juntar na cidade alemã de Bad Munstereifel um punhado de militantes socialistas, “uns a viveram na clandestinidade ou exilados em diversos pontos da Europa, como Mário Soares, e outros que vieram de Portugal”, com o apoio, “a camaradagem e a fraternidade do SPD e da Fundação Ebert”, e fundar aquele que viria a ser uma das maiores referências da democracia portuguesa e um pilar importante na construção europeia.</p>
<p>Mas a solidariedade do SPD não se ficou por este episódico histórico que legou a Portugal e à Europa a criação, em 1973, do Partido Socialista. António Costa lembrou também o papel decisivo da ajuda que a atenta colaboração alemã nunca negou a Portugal, como garantiu, quer a seguir ao 25 de Abril, numa altura em que foi necessário “resistir na rua para que a liberdade fosse preservada”, quer mais tarde em todo o processo de adesão do país à União Europeia.</p>
<p>António Costa quis que esta visita à Alemanha fosse entendida como uma mensagem de gratidão, mas também como um “tributo àqueles que há 50 anos fundaram o PS”, insistindo no agradecimento a todos os que criaram um partido que “tem sido tão importante para a democracia, para a liberdade, e para o projeto europeu em Portugal”.</p>
<p>Valores que homens como Mário Soares e Willy Brandt sempre defenderam, por ter sido uma geração “que sentiu na pele o que é viver em ditadura, perder a liberdade ou a de viver no exílio”. Uma geração, como acrescentou, que “percebeu muito bem o sentido da democracia e da liberdade”.</p>
<p>Quanto àqueles que “já tiveram a felicidade de nascer em democracia e em liberdade”, António Costa lembrou-lhes que estes “não são dados adquiridos” em nenhuma sociedade, por mais democrática que seja, alertando para as inúmeras ameaças à democracia e à liberdade que quase todos os dias se vão construindo aqui e ali pelo mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O papel de Mário Soares</strong></p>
<p>Para Martin Schulz, antigo líder do SPD e ex-dirigente da bancada dos socialistas no Parlamento Europeu, e atualmente a desempenhar as funções de presidente da Fundação Friederich Ebert, o papel de Mário Soares foi decisivo, destacando o seu empenho quando, em 1973, “num contexto de uma ditadura”, foi capaz e teve a energia necessária para criar um partido que se “revelou fundamental para a democracia e que viria a desempenhar um papel chave na preparação da mudança de 1974”.</p>
<p>Falando em português, Martin Schulz dirigiu-se a António Costa na sua curta intervenção para lhe garantir que “a vossa luta é a nossa luta”, pela “liberdade e pela democracia e pela defesa do projeto europeu”, e na construção de uma Europa “mais social, que resista melhor aos ataques do populismo e assim preserve a democracia”.</p>
<p>Nesta deslocação à Alemanha, que termina hoje, terça-feira, em Bona, onde António Costa, juntamente com o líder do SPD, intervirá num painel de discussão sobre ‘Como proteger uma Europa democrática’, no quadro das eleições europeias de 2024, o Secretário-geral esteve acompanhado pelo Secretário-Geral Adjunto, João Torres, pelo presidente do Grupo Parlamentar, Eurico Brilhante Dias, e pela presidente da Fundação Mário Soares-Maria Barroso, Isabel Soares.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>António Costa quer exportações portuguesas a representar 50% do PIB nesta década</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/antonio-costa-quer-exportacoes-portuguesas-a-representar-50-do-pib-nesta-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 10:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[António Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, António Costa, afirmou no domingo, em Hannover, o objetivo de que as exportações portuguesas representem, nesta década, mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB), considerando que a escolha de Portugal como país parceiro do mais importante certame da indústria a nível mundial poderá ajudar nesse desígnio.</p>
<p>Num encontro com empresários portugueses na feira de Hannover, que inaugurou com o chanceler alemão, Olaf Scholz, António Costa sublinhou que a escolha de Portugal como país parceiro do certame é uma “enorme oportunidade” para as empresas portuguesas, uma vez que se trata da “maior montra mundial de quem produz ou presta serviços para a indústria”.</p>
<p>“Para o país é também da maior importância, porque temos todos uma meta, que é, nesta década, garantirmos que as exportações passam a representar mais de 50% do nosso PIB, e isso só se faz tendo cada vez serviços e bens de maior valor acrescentado”, frisou.</p>
<p>Nesse sentido, António Costa reiterou que a presença de empresas portuguesas na feira de Hannover “é absolutamente essencial, porque irá seguramente alavancar o aumento e o crescimento” das exportações , sublinhando a “excelência dos bens e dos serviços” que o país é hoje capaz de produzir.</p>
<p>“Esse reconhecimento foi o que levou a que Portugal fosse escolhido para país parceiro: a presença nesta feira é da maior importância. Há muitos anos que Portugal está aqui – em média temos cerca de 40 empresas – este ano temos mais do dobro: mais de 100 empresas portuguesas vão estar aqui nas mais diferentes formas de ajudar as indústrias a serem cada vez mais competitivas, mais produtivas, mais sustentáveis”, frisou.</p>
<p>Dirigindo-se diretamente aos empresários portugueses, António Costa desejou-lhes “uma excelente semana”, com “muitos bons negócios, e que isso contribua seguramente para atrair investidores para Portugal, mas sobretudo para encontrarem novos mercados e novos clientes”, ajudando “o país a exportar mais e a crescer também cada vez mais, puxado pelas exportações”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aprofundar relações económicas com a Alemanha</strong></p>
<p>Já no auditório do Pavilhão de Portugal , o primeiro-ministro e o chanceler alemão, Olaf Scholz, defenderam o aprofundamento das relações económicas entre os dois países, sublinhando que o seu “potencial é enorme”.</p>
<p>António Costa realçou que “mais de 600 empresas alemãs já estão a produzir e a inovar em Portugal”, sendo o país germânico, como frisou, o terceiro maior destino de exportações portuguesas.</p>
<p>Antes de uma visita que os dois chefes de Governo realizaram a alguns dos ‘stands’ nacionais que marcam presença no certame, Olaf Scholz mostrou-se “muito contente” com o facto de Portugal ser o “país parceiro” da feira.</p>
<p>“António, o teu Governo, em particular, investiu imenso no apoio ao potencial inovador de Portugal, com grandes investigações a serem conduzidas em Portugal. Localizar o Fraunhofer Institute em Portugal, por exemplo, foi um grande sucesso”, sublinhou.</p>
<p>Nesta deslocação, António Costa esteve acompanhado pelo ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, e pelos secretários de Estado Adjunto e da Economia, João Neves, da Internacionalização, Bernardo Ivo Cruz, e do Ambiente e da Energia, João Galamba.</p>
<p>Com o ‘slogan’ ‘Portugal faz sentido’, a Hannover Messe’22 – considerada a maior feira de indústria do mundo – decorre até quinta-feira, tendo escolhido Portugal como país parceiro para a edição deste ano, que terá a participação de 109 empresas nacionais.</p>
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		<title>Hannover: Portugal é o &#8220;parceiro comercial certo&#8221; para as transições climáticas e digital</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/hannover-portugal-e-o-parceiro-comercial-certo-para-as-transicoes-climaticas-e-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 10:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[António Costa]]></category>
		<category><![CDATA[transição climática]]></category>
		<category><![CDATA[transição digital]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é hoje “o parceiro comercial certo” e um dos que oferece maiores oportunidades na Europa para os desafios que estão colocados ao nível das “transições climáticas e digital”, asseverou o primeiro-ministro, António Costa, ontem, na cerimónia de abertura da feira de Hannover, que escolheu Portugal como país parceiro.</p>
<p>De acordo com o primeiro-ministro, quer pelo avanço e pelo peso exponencial que as energias alternativas representam hoje, mas também pela “centralidade que Portugal ganhou nas interconexões digitais”, é possível dizer, sem receios, que o país se assume hoje na Europa como o parceiro ideal face às muitas oportunidades que oferece, lembrando António Costa que o futuro da indústria está, mais do que nunca, dependente da “nossa capacidade para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades da dupla transição verde e digital”.</p>
<p>Uma realidade que, para o primeiro-ministro, fica ainda mais evidente depois da pandemia de Covid-19 e da “terrível guerra desencadeada pela Rússia contra a Ucrânia”, fenómenos que vieram confirmar, como alertou, para o cenário que hoje está colocado, de que “não há outra escolha que não seja a que passa por se acelerar esta dupla transição”.</p>
<p>Perante uma plateia composta por muitos empresários alemães e tendo a seu lado o chanceler Olaf Scholz, o primeiro-ministro, entre outros recados, quis também deixar claro que a aposta na transição verde é um assunto que o país leva muito a sério, garantindo que o investimento português nesta matéria é “forte e irreversível”, lembrando, a este propósito, a recente chamada de atenção da Comissão Europeia, quando colocou Portugal como o país da UE “mais bem preparado para cumprir os objetivos climáticos de 2030”.</p>
<p>Uma realidade que só acontece, como sublinhou, porque as energias renováveis representam em Portugal 58% da produção de eletricidade, lembrando António Costa que o compromisso do país é o de aumentar esta percentagem para os 80% até 2026, para que “possamos ser uma das mais importantes referências mundiais em soluções de engenharia verde”. O primeiro-ministro fez ainda uma referência aos novos investimentos que “crescem todos os dias” nesta área da energia verde, em particular, como destacou, com o “hidrogénio verde, que está na linha da frente”.</p>
<p>Para isso, como salientou, Portugal tem vindo a apostar forte em novas soluções e na modernização do porto de Sines, já considerado como um equipamento estratégico na Europa por dispor de uma capacidade ímpar para o reabastecimento de gás natural ao continente, mostrando ainda uma clara capacidade de responder igualmente no abastecimento de hidrogénio verde, ou seja, como reforçou o chefe do executivo português, de ser uma “excelente e segura alternativa” de diversificação das fontes de fornecimento de energia, sobretudo do gás proveniente da Rússia.</p>
<p>Quanto à transição digital, o líder socialista e primeiro-ministro começou por recordar a importância que as ligações por cabo submarino representam para uma maior aproximação dos povos e dos países, referindo, nomeadamente, o cabo submarino EllaLink, que “amarrou na costa portuguesa”, ligando a Europa à América do Sul, e o cabo Equiano, “que chegou a Portugal apenas há uns dias”, a ligar a Europa à África do Sul. Com isto, disse António Costa, Portugal “ganhou uma nova centralidade”, lembrando ainda o cabo ‘To Africa’, que já no próximo ano “vai assegurar a partir de Portugal a ligação da Europa à Ásia”.</p>
<p>Para além de infraestruturas modernas e sustentadas em parâmetros digitais, António Costa lembrou ainda o facto de Portugal ter hoje a “terceira maior taxa de licenciados de engenharia da Europa”, um ecossistema dinâmico de inovação que “atrai centros de investigação, de desenvolvimento e de serviços de todo o mundo”, com os números a “duplicarem nos últimos seis anos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Destino certo”</strong></p>
<p>Aos muitos empresários alemães que o ouviam, António Costa deixou claro que, na atual conjuntura internacional, Portugal “é o destino certo” para o investimento, mencionando a propósito, e entre outras razões, o facto de ser “o quarto país mais seguro do mundo” e o de ter ainda não só uma “estabilidade política” notável, como uma “forte coesão social”.</p>
<p>Fatores que são tão ou mais importantes, como salientou, quando na atual conjuntura o imperativo é o de “encurtar cadeias de valor”, mobilizando as empresas europeias para relocalizarem na Europa parte da sua produção ‘offshore’ e parte das suas importações, dando a este propósito o exemplo da indústria de moldes, onde “mais de metade das exportações são provenientes de países asiáticos”.</p>
<p>É o caso da Alemanha, como lembrou, numa altura em que muita empresas “procuram um parceiro no espaço europeu”, convidando os empresários alemães a olharem para Portugal e para o “‘know-how’ que o país já atingiu nesta indústria”, e não só, como também referiu, sendo hoje o oitavo exportador mundial de moldes e o terceiro da Europa com as exportações a atingirem “85% do total da produção”.</p>
<p>Também as questões económicas e orçamentais não ficaram de fora da intervenção do primeiro-ministro, que voltou a mencionar as “fortes perspetivas de crescimento económico” que todos os organismos internacionais apontam à economia portuguesa, que terá sempre por base, como afiançou António Costa, “um contexto de responsabilidade orçamental e de finanças públicas sólidas”, garantindo que Portugal e a Alemanha “partilham uma mesma visão comum para a Europa, de prosperidade partilhada, de empregos de alta qualidade e onde ninguém é deixado para trás”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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