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	<title>Arquivo de economia portuguesa - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<title>Arquivo de economia portuguesa - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>Comportamento da economia portuguesa teve um contributo decisivo da sua internacionalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 16:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento económico]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/comportamento-da-economia-portuguesa-teve-um-contributo-decisivo-da-sua-internacionalizacao/">Comportamento da economia portuguesa teve um contributo decisivo da sua internacionalização</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Carlos Pereira frisou hoje, no Parlamento, que o crescimento da economia portuguesa teve o contributo decisivo das exportações e do investimento direto estrangeiro, e atestou que “estamos a caminhar para uma mudança no padrão da nossa economia” com o “contributo da indústria, puxada pela inovação, que permite diversificar, acrescentar valor e aumentar o PIB pela procura interna e pelo investimento privado”.</p>
<p>“Desde que o INE publica dados das contas nacionais nunca a economia tinha crescido tanto como no primeiro trimestre deste ano, superando o crescimento de todos os países da União Europeia”, congratulou-se o socialista durante o período das declarações políticas no debate desta tarde.</p>
<p>De acordo com Carlos Pereira, “este resultado permite que o país ultrapasse os resultados de antes do início da pandemia em 1,2%, tudo isto após dois anos de confinamentos, desconfinamentos e incertezas profundas sobre a evolução da Covid-19 e o seu impacto na atividade económica”.</p>
<p>O deputado do Partido Socialista explicou que “este comportamento da economia portuguesa teve um contributo decisivo da sua internacionalização, seja pela via das exportações, seja pelo investimento direto estrangeiro”, e salientou que “a confiança dos investidores no país foi sempre sendo consolidada, mesmo em período de crise pandémica”.</p>
<p>Este facto teve “resultados extraordinários de investimento externo, revelando uma grande capacidade para atrair e reter investimento direto estrangeiro”, mencionou.</p>
<p>Ora, “se em 2020, mesmo em plena crise pandémica, Portugal já se encontrava no ‘top 10’ das economias europeias mais atrativas, o mesmo estudo, em relação a 2021, da Ernst &amp; Young revela que Portugal subiu dois lugares no ranking, tendo ultrapassado países como a Polónia e a Irlanda”, apontou Carlos Pereira, que garantiu que “nenhum destes factos ocorreu por acaso”.</p>
<p>O vice-presidente da bancada socialista asseverou que “os sinais de recuperação robusta” refletem “a bondade das medidas empreendidas cujo foco principal foi sempre, não apenas garantir a manutenção dos rendimentos dos cidadãos, evitando o colapso do mercado interno e as condições de vida das pessoas, mas também criar todas as condições para que o essencial da atividade económica fosse preservado de modo a assegurar o seu arranque logo que as condições sanitárias assim o permitissem”.</p>
<p>Em seguida, Carlos Pereira disse que “os portugueses podem-se orgulhar do seu país que, na maior feira do mundo da indústria, a Hannover Messe, onde se mostra o que de melhor se faz neste domínio, tem Portugal como país parceiro, com uma presença massiva de empresas inovadoras e capazes de competir no exigente mercado internacional”.</p>
<p>“Esta oportunidade ajudará a consolidar o contributo do mercado externo para o crescimento económico e dará novos estímulos à diversificação da nossa economia que tem em programas como as agendas mobilizadoras um acelerador de inovação, criação de novos produtos e reforço da nossa competitividade”, assegurou.</p>
<p>Parafraseando o slogan escolhido para a Hannover Messe, Carlos Pereira vincou que “’Portugal faz sentido’ para investir ainda mais, desenvolver e aprofundar parcerias industriais de caráter internacional, reforçando os níveis de investimento direto estrangeiro que financia a nossa economia, cria emprego e agrega mais inovação; mas também que ‘Portugal faz sentido’ para comprar mais e assim atingir em 2025 uma meta lançada pelo Governo de 50% das exportações no PIB, duplicando este contributo em pouco mais de 20 anos e relançar, assim, a sustentabilidade do nosso crescimento económico”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FgrupoparlamentarPS%2Fvideos%2F1035045947401560%2F&amp;show_text=true&amp;width=560&amp;t=0" width="560" height="429" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
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<p><strong>Procura externa no centro das preocupações</strong></p>
<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista recordou depois que “as exportações líquidas positivas que ocorreram em alguns anos durante a governação do PSD/CDS eram resultado, sobretudo, da queda das importações derivada da erosão do mercado interno, que colocou os portugueses à míngua”.</p>
<p>E deixou uma garantia: “Com o PS no Governo de Portugal colocaremos a procura externa no centro das nossas preocupações, mas, tal como aconteceu este primeiro trimestre, os aumentos das importações traduzirão a satisfação das necessidades dos nossos cidadãos que, apesar da crise, não viram os seus rendimentos sonegados”.</p>
<p>“As agendas mobilizadoras deverão estar no terreno antes do verão, a capitalização das empresas deverá acelerar e o novo incentivo fiscal à recuperação ajudará a promover o investimento a par dos benefícios fiscais dirigidos a projetos estruturantes. Com este enquadramento, a que se junta o reforço do investimento público – que cria condições de atratividade do país –, podemos manter a ambição de progredir nas cadeiras de valor com fabrico de produtos de maior valor acrescentado e assim fazer crescer a economia”, concluiu Carlos Pereira.</p>
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		<title>GPPS congratula-se com recuperação da economia portuguesa</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/gpps-congratula-se-com-recuperacao-da-economia-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação económica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Carlos Pereira mostrou-se hoje “satisfeito” com a “boa notícia” que dá conta que a economia portuguesa está a recuperar, mesmo durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19, o que demonstra a “qualidade, pertinência e eficácia dos apoios” do Executivo.</p>
<p>Carlos Pereira assinalou, em declarações aos jornalistas no Parlamento, que o indicador diário da atividade económica publicado pelo Banco de Portugal “revela um aspeto muito significativo”: “A economia portuguesa está a acelerar e, relativamente a maio, as indicações são que está 25% acima daquilo que eram as indicações homólogas do ano anterior”.</p>
<p>Tendo em conta que “em maio de 2020 a economia portuguesa estava completamente desconfinada”, esta é “uma notícia boa e significa que os apoios que o Estado português tem vindo a conceder têm sido úteis e eficazes”, frisou.</p>
<p>O deputado destacou depois “o volume de apoios a fundo perdido que o Estado já concedeu às empresas”. Trata-se de “um volume significativo nos primeiros quatro meses de 2021”, o que “significa muito mais apoios a fundo perdido do que foi dado no ano todo de 2020 e mesmo o dobro do que estava orçamentado”, explicou.</p>
<p>Carlos Pereira lembrou que “este reforço e esta aceleração dos apoios a fundo perdido ocorreram precisamente no trimestre em que o país esteve confinado e foi necessário reforçar esses mesmos apoios”.</p>
<p>“No que diz respeito à recuperação da economia, também é bom lembrar que há indicadores muito positivos além do indicador diário de atividade económica do Banco de Portugal”, como é o caso dos indicadores relacionados com a balança comercial, mencionou o socialista, que apontou que “as exportações estão superiores a mil milhões de euros do que foram no ano anterior. As importações, obviamente, diminuíram, mas o resultado final é um balanço positivo”.</p>
<p>Para Carlos Pereira, “este é um indicador de que as empresas continuaram a ter a dinâmica adequada para ajudar na recuperação da economia”.</p>
<p>Um outro dado macroeconómico “muito relevante” é a taxa de desemprego, o que constitui uma prova da “qualidade, pertinência e eficácia dos apoios que o Governo acabou por instalar na economia portuguesa”, garantiu.</p>
<p>“Não é menos relevante sublinhar que a taxa de desemprego continua abaixo da média da União Europeia e em valores manifestamente baixos para uma crise desta natureza. Estamos a falar de uma taxa de desemprego de 6,9%”, disse o socialista, que recordou que “na crise anterior”, durante a governação PSD/CDS, “a taxa de desemprego andava acima dos 15%”.</p>
<p>E acrescentou: “Isto é notável porque refere, de uma forma muito clara, que a forma como o Governo está a combater esta crise é muito diferente daquela forma que foi combatida no passado, que simplesmente tirou rendimentos e retirou mercado das empresas e tornou as empresas muito frágeis e descapitalizadas”.</p>
<p>“Portanto, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista não pode deixar de estar satisfeito com este resultado, sem, obviamente, referir que continuamos atentos, é preciso continuar a reforçar apoios e é preciso ter em atenção que há matérias que ainda têm de ser acauteladas”, concluiu Carlos Pereira.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FgrupoparlamentarPS%2Fvideos%2F523689865290326%2F&amp;show_text=true&amp;width=560" width="560" height="429" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
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		<title>GPPS destaca capacidade de resiliência e reação rápida da economia portuguesa</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/gpps-destaca-capacidade-de-resiliencia-e-reacao-rapida-da-economia-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 13:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[economia portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[GPPS]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Correia]]></category>
		<category><![CDATA[reação rápida]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Paulo Correia frisou hoje, no Parlamento, que a queda da economia portuguesa no ano de 2020 “não foi<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/gpps-destaca-capacidade-de-resiliencia-e-reacao-rapida-da-economia-portuguesa/">GPPS destaca capacidade de resiliência e reação rápida da economia portuguesa</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Paulo Correia frisou hoje, no Parlamento, que a queda da economia portuguesa no ano de 2020 “não foi tão grave como eram as estimativas” das entidades nacionais e internacionais devido à “capacidade de resiliência” e de “reação rápida” da economia, aliada à mobilização, por parte do Estado, de “22 milhões de euros de apoio à economia, às empresas e às famílias”.</p>
<p>“Num ano em que o PIB [Produto Interno Bruto] quebrou 15 mil milhões de euros, o Estado mobilizou 22 mil milhões de euros”, destacou o dirigente socialista em declarações aos jornalistas, que notou que, “obviamente, o Estado não se poupou a esforços” durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.</p>
<p>“A queda da nossa economia no ano 2020 não foi tão grave como eram as estimativas e as previsões de todas as entidades nacionais e internacionais”, mais concretamente entre os meses de outubro e dezembro, sublinhou João Paulo Correia, que explicou que tal se deveu “a um comportamento mais positivo do investimento e a um comportamento também mais positivo do que o esperado na capacidade exportadora das nossas empresas”, o que “representa um dado muito importante para a recuperação da economia no ano de 2021”.</p>
<p>Admitindo que a queda de 15 mil milhões de euros no PIB corresponde a “uma queda sem para-quedas”, provocando um “impacto brutal no tecido económico e no tecido social do nosso país”, o vice-presidente da bancada socialista garantiu que a capacidade de resiliência e de reação rápida da economia portuguesa é uma “demonstração de esperança e, acima de tudo, confiança nas empresas, nos nossos empresários e nos nossos trabalhadores”.</p>
<p>“Em nome do Partido Socialista gostaria de deixar aqui uma palavra de enorme reconhecimento pela capacidade de resistência e de combate que muitas empresas, empresários e trabalhadores têm dado”, disse.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=311&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FgrupoparlamentarPS%2Fvideos%2F726569734914624%2F&amp;show_text=true&amp;width=560" width="560" height="426" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Relativamente à nova vaga da Covid-19 que está a atingir Portugal, precisamente no primeiro trimestre de 2021, João Paulo Correia esclareceu que “vem dificultar o arranque e a recuperação económica”, mas mostrou-se confiante que “depois de dobrarmos este Cabo das Tormentas – esta nova vaga –, a nossa economia irá recuperar com a mesma rapidez e com a mesma confiança que demonstrou no último trimestre de 2020”.</p>
<p>Para que tal aconteça “é importante que a Europa também mobilize rapidamente o Plano de Recuperação e Resiliência, a tal ‘bazuca’ financeira”. “O nosso país cumpriu o seu objetivo, fez o seu papel, o Governo e o Parlamento aprovaram um contributo português para o Plano de Recuperação e Resiliência à escala europeia, esperemos que os outros Estados-membros também o façam”, referiu o deputado do PS.</p>
<p>“Esperemos também que sejamos premiados pela eficácia e pela diligência, porque o país precisa muito que a primeira tranche – os 1.600 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência – chegue rapidamente à nossa economia, às empresas e também às famílias”, alertou.</p>
<p>João Paulo Correia lembrou que “o Partido Socialista defendeu o Orçamento do Estado para 2021 como um Orçamento do Estado de combate à pandemia” e mostrou-se convicto de que o Governo “certamente não irá poupar esforços no apoio às empresas, na proteção dos rendimentos e na proteção das famílias e na proteção, também, do emprego”.</p>
<p>É crucial que “todas as medidas que estão em curso, quer medidas a fundo perdido, quer medidas de resposta social, quer medidas de apoio à tesouraria das empresas, continuem a ser mobilizadas com toda a força”, asseverou o parlamentar.</p>
<p>João Paulo Correia concluiu com um aviso: “Não está em causa aqui qualquer lógica de poupança orçamental, o que está aqui em causa é o interesse e a vontade de mobilizar todos os recursos disponíveis para ajudar a economia, as empresas e as famílias”.</p>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/gpps-destaca-capacidade-de-resiliencia-e-reacao-rapida-da-economia-portuguesa/">GPPS destaca capacidade de resiliência e reação rápida da economia portuguesa</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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