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	<title>Arquivo de Economia Social - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<title>Arquivo de Economia Social - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>Revisão da lei laboral e extinção da CASES são exemplos da falta de sensibilidade do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 16:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CASES]]></category>
		<category><![CDATA[desumanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Social]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou o Governo de tomar decisões com “falta de sensibilidade”, dando como exemplos as propostas para a revisão da lei laboral e o processo de extinção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES).</p>
<p>“A falta de sensibilidade do Governo está patente em muitas das decisões que toma. Uma delas foi de acabar com a estrutura de apoio à economia social no país”, a CASES, criticou José Luís Carneiro em declarações à comunicação social no final da audição pública intitulada “A economia social em tempos de incerteza: Que escolhas políticas para o presente e o futuro do setor?”, organizada pelo Grupo Parlamentar do PS.</p>
<p>O secretário-geral do PS recordou que a CASES “é uma estrutura que apoia todo o movimento cooperativo, todo o movimento social e os grupos de ação local em todo o país”, havendo milhares de pessoas a trabalhar neste setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Esta é a maior demonstração da desumanidade que o Governo adota no seu processo de decisão”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sublinhando que o setor “é fundamental para o desenvolvimento da economia solidária e da economia sustentável no futuro”, José Luís Carneiro considerou tratar-se da “maior demonstração da desumanização que o Governo adota no seu processo de decisão”.</p>
<p>Comentando, com ironia, que pensava que o Governo da AD não conseguia estabelecer entendimentos só com o Partido Socialista, José Luís Carneiro explicou que o Executivo falha entendimentos “porque não ouve antes de decidir” e porque “não tem a sensibilidade para compreender o conjunto da sociedade e as suas diferentes representações”.</p>
<p>No exemplo da CASES, “o Governo decidiu extinguir, sem ouvir os parceiros, a mais importante instituição de apoio ao cooperativismo e ao desenvolvimento social”. De acordo com o líder do Partido Socialista, a mensagem que o Governo passou ao país foi que se “retirou da obrigação comum de termos um modelo de desenvolvimento baseado na justiça social”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Propostas laborais do Governo são uma opção pela desumanidade</strong></h5>
<p>José Luís Carneiro disse depois que “as propostas laborais que o Governo apresentou significam uma opção pela desumanidade”.</p>
<p>“As propostas de legislação laboral apresentadas pelo Governo eram especialmente ofensivas dos mais jovens, porque os lançava na precariedade, das mulheres, porque não permitia a devida compatibilização entre a vida profissional, a vida familiar e o conjunto de responsabilidades comuns, e também dos mais vulneráveis, porque eram, de novo, lançados na informalidade da economia”. De acordo com José Luís Carneiro, este “é um caminho que não pode ter o apoio do Partido Socialista”, porque “significa desumanidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“É um caminho que não pode ter o apoio do Partido Socialista”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O PS estará “sempre a favor de tudo o que promova a competitividade da nossa economia, maior produtividade, melhoria e valorização dos salários e dignidade das condições laborais”, assegurou.</p>
<p>José Luís Carneiro comentou que a posição do Partido Socialista está a par da de António José Seguro: “O Presidente da República é um humanista e afirmou, no decurso da campanha eleitoral, que tal qual estavam as propostas, não teriam o seu apoio”.</p>
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		<item>
		<title>Eurico Brilhante Dias critica precipitação do Governo por tirar o Estado da CASES</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/eurico-brilhante-dias-critica-precipitacao-do-governo-por-tirar-o-estado-da-cases/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CASES]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Eurico Brilhante Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou a decisão de o Estado sair da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES)<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou a decisão de o Estado sair da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) uma “precipitação política” do Governo.</p>
<p>Na abertura da audição pública intitulada “A economia social em tempos de incerteza: Que escolhas políticas para o presente e o futuro do setor?” organizada pelo Grupo Parlamentar do PS, que decorre esta manhã na Fundação Mário Soares-Maria Barroso, Eurico Brilhante Dias sustentou que a diversidade da economia social “sempre encontrou na Cooperativa António Sérgio para a Economia Social uma trave-mestra de organização e de apoio”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“A diversidade da economia social sempre encontrou na CASES uma trave-mestra de organização e de apoio”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, o Executivo da AD decidiu retirar o Estado da CASES e as competências públicas do Estado nesta entidade irão passar para a Direção-Geral da Segurança Social.</p>
<p>O líder parlamentar do PS comentou que a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social “nasce identificação de um problema emergente” e torna-se “empreendedora” numa comunidade que precisava desse apoio transversal.</p>
<p>“A Cooperativa António Sérgio, no nosso entendimento, não é substituível por uma tutela direta do Estado, porque ela não representa a realidade do setor”, vincou.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias defendeu que não se deve “criar as condições para a destruição de um património conjunto se não compreendermos bem que a realidade da economia social não vive bem sem esta trave-mestra que é a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social”.</p>
<p>Porém, o presidente da bancada socialista não se mostrou “excessivamente” surpreendido com esta decisão, porque trata-se de um Governo que, ainda ontem, falhou as negociações para as alterações ao Código Laboral, “pelo menos nesta primeira fase, por um inconseguimento negocial”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Ainda há tempo de corrigir a decisão do Governo</strong></h5>
<p>Assim, esta decisão quanto à CASES “é uma precipitação política”, asseverou Eurico Brilhante Dias, considerando, contudo, que ainda há tempo de a corrigir.</p>
<p>“A ideia de que a economia social não é um instrumento fundamental para a coesão da nossa comunidade e dos nossos territórios é errada e a ideia de que ela pode ser substituída, simplesmente, por uma tutela do Estado de uma qualquer direção-geral é profundamente errada”, criticou.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias recordou quando, há uns anos, o padre Vítor Melícias – que faz parte de um dos painéis desta audição pública – lhe disse que “a economia social está onde é preciso estar, onde não está o Estado, onde não está a iniciativa privada, mas onde emergem necessidades sociais”. E clarificou que o Grupo Parlamentar do PS organizou a audição pública para ouvir contributos que permitam ao Partido Socialista preparar trabalho político sobre o tema.</p>
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		<title>PS exige esclarecimentos urgentes sobre extinção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES)</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-exige-esclarecimentos-urgentes-sobre-extincao-da-cooperativa-antonio-sergio-para-a-economia-social-cases/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 17:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CASES]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativa António Sérgio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Cabrita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PS exige explicações sobre a anunciada extinção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) e requereu a audição, com caráter de urgência, da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-exige-esclarecimentos-urgentes-sobre-extincao-da-cooperativa-antonio-sergio-para-a-economia-social-cases/">PS exige esclarecimentos urgentes sobre extinção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS exige explicações sobre a anunciada extinção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) e requereu a audição, com caráter de urgência, da Secretária de Estado da Segurança Social, do presidente da Cooperativa e das respetivas entidades cooperantes e fundadoras.</p>
<p>Em causa estão os impactos desta decisão sobre a economia social, tomada no contexto de uma reformulação da orgânica de um conjunto de Ministérios, afetando também a tutela do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.</p>
<p>Entre informações imprecisas e até à data pouco fundamentadas, com opções que os deputados do PS querem escrutinar, há pelo menos uma intenção que é clara e está a gerar uma enorme apreensão, não apenas junto dos trabalhadores, mas também dos setores envolvidos: a anunciada extinção da CASES que resulta da “retirada do Estado” desta entidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Esta decisão põe fim a uma entidade especializada e respeitada no setor”</h3></div>
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<p>“Esta decisão põe fim a uma entidade especializada e respeitada no setor, com trabalho reconhecido e competência acumulada ao longo de anos, deixando em risco imediato dezenas de postos de trabalho”, refere o deputado Miguel Cabrita, sublinhando que esta decisão “põe em causa o próprio modelo de parceria institucional entre a sociedade civil e o Estado no acompanhamento e estímulo às diferentes modalidades de economia social”.</p>
<p>No requerimento, os deputados alertam para o “alarme público” que esta situação está a gerar, sobretudo pela escassa informação sobre a mesma e pela ausência de diálogo prévio ou anúncio público, sem acordo ou sequer auscultação dos parceiros que constituem esta entidade.</p>
<p>“Tanto quanto se pode perceber, foi uma decisão não articulada com os parceiros do Estado que compõem a CASES, não comunicada previamente nem aos trabalhadores nem à direção. A CASES simplesmente desapareceu de um slide para o outro num PowerPoint em que era exposta a nova orgânica do MTSSS”, critica Miguel Cabrita. “Desde essa data, tem imperado o silêncio”, acrescenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“A CASES simplesmente desapareceu de um slide para o outro num PowerPoint”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o Partido Socialista, esta atitude revela alheamento e incompreensão da realidade, especificidade e caráter estratégico de setores como o cooperativismo, o mutualismo, as misericórdias ou o voluntariado. “No essencial, estamos perante um ato sem precedentes de desconsideração e desinteresse pela economia social e solidária e perante o potencial desmantelamento de uma área fundamental de atuação pública para, em parceria estreita com a sociedade civil, prosseguir em conjunto fins nobres para uma sociedade que se quer mais justa, participada e mais capaz de promover interesses públicos através de dinâmicas associativas”, lê-se no requerimento.</p>
<p>Recorde-se que, de acordo com os dados da Conta-Satélite da Economia Social, estão em causa perto de 75.000 entidades – que incluem cooperativas, mutualidades, misericórdias, associações ou fundações, profundamente implantadas no território de norte a sul do país –, correspondendo a cerca de 6% do emprego e mais de 3% do VAB nacional, com presença significativa em áreas tão relevantes como a saúde, os serviços sociais, a habitação, a cultura, a agricultura ou o ambiente, entre outras.  A decisão do Governo tem motivado tomadas de posição públicas, comunicados e até uma carta aberta com elevado número de subscritores.</p>
<p>O PS requer a audição conjunta das entidades cooperantes e fundadoras da CASES em parceria com o Estado: ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local; CONFECOOP – Confederação Cooperativa Portuguesa, C.C.R.L.; CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, C.C.R.L.; CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade; UMP – União das Misericórdias Portuguesas; e União das Mutualidades Portuguesas (UMP), para além do Presidente da CASES e da Secretária de Estado da Segurança Social.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-exige-esclarecimentos-urgentes-sobre-extincao-da-cooperativa-antonio-sergio-para-a-economia-social-cases/">PS exige esclarecimentos urgentes sobre extinção da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES)</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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