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	<title>Arquivo de insegurança - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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		<title>RASI desmente “em toda a linha” perceção de insegurança lançada pelo Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 16:25:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[criminalidade]]></category>
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<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/rasi-desmente-em-toda-a-linha-percecao-de-inseguranca-lancada-pelo-governo/">RASI desmente “em toda a linha” perceção de insegurança lançada pelo Governo</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado do PS Pedro Vaz sublinhou hoje que os números sobre criminalidade “desmentem em toda a linha” o Governo e até o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e estranhou a atitude do PSD, do CDS e do Chega em impedir a discussão do RASI no Parlamento, tratando-se de partidos que tentaram “gerar uma perceção pública de insegurança e de aumento da criminalidade”.</p>
<p>Pedro Vaz recordou, durante uma declaração política na Comissão Permanente desta tarde, que o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) relativo ao ano de 2024 não poderá ser discutido na Assembleia da República com a presença do Governo, “pois foi ontem inviabilizado por parte dos grupos parlamentares do PSD, do CDS e do Chega”.</p>
<p>“Estranha atitude da parte dos partidos de direita que, ao longo do último ano, tentaram por todos os meios gerar uma perceção pública de insegurança e de aumento da criminalidade no país, o que é desmentido pelo relatório”, comentou.</p>
<p>Para o socialista, é ainda “mais estranho, porque o Governo, em vez de celebrar o facto de Portugal continuar a ser um país pacífico e seguro, aparenta uma desilusão latente pelo facto de a criminalidade continuar a descer”. E apresentou números: “Menos 17.117 participações criminais que em 2023, o que representa uma redução de 4,6 % na criminalidade”.</p>
<p>Pedro Vaz fez, depois, um resumo da posição do Governo da AD quanto à criminalidade durante a legislatura: “Foi um ano inteiro de exercício de funções governativas em que o Governo, através do primeiro-ministro, do ministro da Presidência e até do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, apresentou como um inferno de criminalidade, mas que os números desmentem em toda a linha”.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Primeiro-ministro demissionário desconhece a realidade</strong></p>
<p>O deputado do Partido refutou, em seguida, “a tese do primeiro-ministro quanto à origem dos fogos florestais, bem como toda a estratégia do Governo de combate aos fogos florestais que afetaram de sobremaneira o país em 2024”.</p>
<p>“Em 2024 houve um aumento de 2,4 % de incêndios em relação a 2023 e um aumento de 299% de área ardida no país”, sublinhou Pedro Vaz, contrariando as insinuações do primeiro-ministro acerca da origem dos incêndios, que afirmou que “a responsabilidade dos mesmos era de mão criminosa”. Ora, “o relatório é claríssimo na sua página 11, onde se refere que houve uma redução de 10,6% em relação a 2023 da prática do crime de incêndio”, sustentou.</p>
<p>“Temos, pois, um Governo e um primeiro-ministro demissionários que desconhecem a realidade e cujos dados, em praticamente todas as áreas governativas, desmentem à sociedade o que fazem e dizem que fizeram”, acusou o deputado do PS.</p>
<p>Pedro Vaz referiu-se, ainda, aos números sobre a população reclusa e a imigração ilegal: “Os números do RASI desmentem em toda a linha a argumentação da direita portuguesa cada vez mais radical. O grosso da população reclusa é de nacionalidade portuguesa, mais de 82%; a imigração ilegal obteve uma redução de 29,6%”.</p>
<p>E deixou claro que, “para o PS, um criminoso não tem raça, não tem credo, não tem nacionalidade.  Um criminoso deve ser responsabilizado pelos seus atos e punido nos termos da nossa legislação penal e das regras de um Estado de direito”.</p>
<p>“Temos hoje um Governo em desagregação, sem propósito e sem projeto, Governo cuja realidade teima em desmentir. Temos hoje um Governo e um primeiro-ministro de trapalhadas e em fim de linha. Talvez por isso o primeiro-ministro tenha escolhido avançar para eleições”, concluiu Pedro Vaz.</p>
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