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	<title>Arquivo de Mário Soares - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<title>Arquivo de Mário Soares - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>“Mário Soares esteve sempre do lado certo das lutas”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 13:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[centenário]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Soares]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Nuno Santos garantiu hoje que Mário Soares “esteve sempre do lado certo das lutas em que tomou parte” e sustentou que “Soares viveu a História, não como espectador, mas como protagonista e lutador incansável”.</p>
<p>Durante a sessão evocativa do centenário do nascimento de Mário Soares na Assembleia da República, o secretário-geral do PS explicou àqueles que procuram “depurar o verdadeiro Soares” que o seu percurso não está marcado por contradições.</p>
<p>Aos que tentam distinguir o “verdadeiro Soares moderado do Soares radical”, Pedro Nuno Santos assegurou que “Mário Soares esteve sempre do lado certo das lutas em que tomou parte”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“A vida política de Soares vale como um todo”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“A vida política de Soares vale como um todo. E, para a avaliar, não podemos escolher o período que mais nos convém ou mais nos agrada, de acordo com a conjuntura do momento ou a posição que queremos defender”, vincou.</p>
<p>“Em tempos sombrios, Soares esteve do lado certo na luta contra a longa noite da ditadura”, e “esteve, em tempos de esperança mas também de aventureirismos, do lado certo na luta pela liberdade e pela democracia nos dois anos seguintes à revolução de abril”, recordou o secretário-geral do PS.</p>
<p>Pedro Nuno Santos vincou que Mário Soares foi o “principal vencedor civil e político do 25 de novembro”, mas “nunca hesitou sobre as datas mais marcantes da revolução”. E citou-o: “Houve cinco grandes datas marcantes na nossa revolução &#8211; o próprio dia 25 de abril; o dia 1 de maio de 74, com a ratificação popular da revolução; as eleições para a Assembleia Constituinte em 25 de abril de 75, que legitimaram nas urnas o processo político iniciado um ano antes; o dia 2 de abril de 76, com a aprovação da Constituição. E a quinta data marcante foram as primeiras eleições legislativas, em 25 de abril de 1976”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/h7wq1wrUUyk?si=h6JeN9vmLxEU8BQs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PS foi uma das suas maiores obras</strong></p>
<p>O líder socialista defendeu, em seguida, que Mário Soares “esteve também do lado certo na prioridade dada ao processo de descolonização” e “do lado certo na convicção que a consolidação democrática exigia a rápida adesão à CEE”.</p>
<p>E destacou o seu “grande orgulho”: “O lançamento do Serviço Nacional de Saúde, a democratização da educação, a construção do Estado social democrático”.</p>
<p>“Soares esteve do lado certo na revisão constitucional de 1982 que pôs fim à tutela militar do regime democrático” e “do lado certo quando uniu o país após a sua eleição, em 1986, como ‘Presidente de todos os portugueses’”, sustentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Em democracia, perdem-se e ganham-se eleições, mas só quem desiste é vencido”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Pedro Nuno Santos lembrou depois quando Mário Soares procurou “unir a esquerda contra uma direita radicalizada” e “promoveu, em 2013, dois encontros na Aula Magna que juntaram PS, PCP, Bloco de Esquerda, CGTP e UGT contra a austeridade e pelo cumprimento da Constituição”. E isto aconteceu “dois anos antes da esquerda se unir, de facto, para ‘destroikizar’ o país, o que viria a acontecer em 2015”, salientou.</p>
<p>No seu discurso, o secretário-geral do PS recordou a célebre frase “só é vencido quem desiste de lutar” e sublinhou que, “em democracia, perdem-se e ganham-se eleições, mas só quem desiste é vencido”.</p>
<p>Pedro Nuno Santos fez um resumo dos cargos políticos de Mário Soares: “Ainda antes da revolução, fundou e foi o primeiro secretário-geral do Partido Socialista. Depois da revolução, foi ministro dos Negócios Estrangeiros, deputado à Assembleia Constituinte, deputado à Assembleia da República, primeiro-ministro de três governos, e duas vezes Presidente da República. Foi ainda deputado ao Parlamento Europeu. Sempre com o voto do povo”.</p>
<p>“Estes cargos públicos tiveram um princípio e um fim. Mas o seu pensamento, a sua ação política e os resultados dessa ação vão perdurar”, assinalou.</p>
<p>Referindo que “o Partido Socialista foi uma das suas maiores obras”, Pedro Nuno Santos, em nome de todos os seus camaradas, reafirmou o “orgulho imenso no legado que Soares nos deixou”, comprometendo-se a tudo fazer para o honrar.</p>
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		<title>Pedro Nuno Santos: &#8220;No plano político, o 25 de novembro foi liderado pelo PS e por Mário Soares&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:48:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[25 de abril]]></category>
		<category><![CDATA[25 de novembro]]></category>
		<category><![CDATA[25 de novembro de 1975]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[Mário Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Nuno Santos destacou hoje o papel histórico de Mário Soares e do Partido Socialista no 25 de novembro de 1975 e lamentou que a direita<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Nuno Santos destacou hoje o papel histórico de Mário Soares e do Partido Socialista no 25 de novembro de 1975 e lamentou que a direita tenha tentado apropriar-se de uma “data para a qual fez pouco”, recordando que “a direita radical foi mesmo derrotada no 25 de novembro”.</p>
<p>O secretário-geral do PS, que falava à comunicação social no final da sessão solene evocativa do 25 de novembro de 1975 na Assembleia da República, comentou que a direita tentou hoje “apropriar-se de uma data para a qual fez pouco, ou mesmo nada”.</p>
<p>“O 25 de novembro, no plano militar, foi liderado por Melo Antunes, pelo Grupo dos Nove e por Ramalho Eanes. E, no plano político, como todos sabem, pelo Partido Socialista sob a liderança de Mário Soares”, salientou.</p>
<p>Afirmando que a evocação desta data dá mais uma oportunidade ao Partido Socialista para “celebrar o 25 de abril”, Pedro Nuno Santos criticou o discurso do Chega, que “não honra abril”.</p>
<p>Ora, “quem integra o Chega faz mesmo parte da direita radical que foi derrotada no 25 de novembro”, vincou o secretário-geral do PS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Data maior da democracia é o 25 de abril</strong></p>
<p>Admitindo a importância do 25 de novembro, Pedro Nuno Santos assegurou que tem “muito orgulho do papel do PS e do secretário-geral do PS nesse momento”. Mas sublinhou que “a data maior do nosso processo de democratização é o 25 de abril, que deu a oportunidade para que tivéssemos várias datas, entre elas o 25 de novembro”.</p>
<p>E recordou que quando Mário Soares quis identificar as cinco datas mais importantes da nossa revolução, “não referiu o 25 de novembro”. Para além do 25 de abril, Mário Soares destacou o dia 1 de maio; as eleições para a Assembleia Constituinte, a 25 de abril de 1975; o dia 2 de abril de 1976, com a aprovação da Constituição; e as primeiras eleições legislativas, em 25 de abril de 1976.</p>
<p>Sobre o discurso do Presidente da República, Pedro Nuno Santos considerou que foi “factual, mais próximo da verdade, ressalvando mesmo o papel que o Partido Socialista e Mário Soares tiveram neste processo”.</p>
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		<title>António Costa presta &#8220;agradecimento e tributo&#8221; na Alemanha aos fundadores do PS</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/antonio-costa-presta-agradecimento-e-tributo-na-alemanha-aos-fundadores-do-ps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 10:16:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Secretário-Geral, António Costa, esteve ontem na Alemanha, na cidade de Bad Munstereifel, onde participou na cerimónia comemorativa dos 50 anos da fundação do PS. Uma iniciativa que o líder socialista considerou de “agradecimento e de tributo” aos fundadores do partido e de homenagem a duas das maiores figuras da politica europeia da altura, Mário Soares e Willy Brandt.</p>
<p>Foi num pequeno restaurante na cidade alemã de Bad Munstereifel, onde há 50 anos os socialistas portugueses e alemães do SPD negociaram na clandestinidade a criação do PS, que António Costa, acompanhado pelo antigo líder socialista alemão e presidente da Fundação Friedrich-Ebert, Martin Schulz, descerrou uma placa em bronze evocativa da fundação do PS.</p>
<p>Na sua intervenção, António Costa começou por prestar homenagem aos fundadores do partido e de lembrar duas das maiores figuras políticas de ambos os países e da Europa, Mário Soares e Willy Brandt, destacando que tinha sido precisamente naquele pequeno restaurante e naquela mesma sala que, em 19 de abril de 1973, o PS tinha nascido para se tornar o que hoje é: “um ator chave da democracia em Portugal e na Europa”.</p>
<p>Como a memória é parte integrante da história, António Costa lembrou que há 50 anos foi possível juntar na cidade alemã de Bad Munstereifel um punhado de militantes socialistas, “uns a viveram na clandestinidade ou exilados em diversos pontos da Europa, como Mário Soares, e outros que vieram de Portugal”, com o apoio, “a camaradagem e a fraternidade do SPD e da Fundação Ebert”, e fundar aquele que viria a ser uma das maiores referências da democracia portuguesa e um pilar importante na construção europeia.</p>
<p>Mas a solidariedade do SPD não se ficou por este episódico histórico que legou a Portugal e à Europa a criação, em 1973, do Partido Socialista. António Costa lembrou também o papel decisivo da ajuda que a atenta colaboração alemã nunca negou a Portugal, como garantiu, quer a seguir ao 25 de Abril, numa altura em que foi necessário “resistir na rua para que a liberdade fosse preservada”, quer mais tarde em todo o processo de adesão do país à União Europeia.</p>
<p>António Costa quis que esta visita à Alemanha fosse entendida como uma mensagem de gratidão, mas também como um “tributo àqueles que há 50 anos fundaram o PS”, insistindo no agradecimento a todos os que criaram um partido que “tem sido tão importante para a democracia, para a liberdade, e para o projeto europeu em Portugal”.</p>
<p>Valores que homens como Mário Soares e Willy Brandt sempre defenderam, por ter sido uma geração “que sentiu na pele o que é viver em ditadura, perder a liberdade ou a de viver no exílio”. Uma geração, como acrescentou, que “percebeu muito bem o sentido da democracia e da liberdade”.</p>
<p>Quanto àqueles que “já tiveram a felicidade de nascer em democracia e em liberdade”, António Costa lembrou-lhes que estes “não são dados adquiridos” em nenhuma sociedade, por mais democrática que seja, alertando para as inúmeras ameaças à democracia e à liberdade que quase todos os dias se vão construindo aqui e ali pelo mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O papel de Mário Soares</strong></p>
<p>Para Martin Schulz, antigo líder do SPD e ex-dirigente da bancada dos socialistas no Parlamento Europeu, e atualmente a desempenhar as funções de presidente da Fundação Friederich Ebert, o papel de Mário Soares foi decisivo, destacando o seu empenho quando, em 1973, “num contexto de uma ditadura”, foi capaz e teve a energia necessária para criar um partido que se “revelou fundamental para a democracia e que viria a desempenhar um papel chave na preparação da mudança de 1974”.</p>
<p>Falando em português, Martin Schulz dirigiu-se a António Costa na sua curta intervenção para lhe garantir que “a vossa luta é a nossa luta”, pela “liberdade e pela democracia e pela defesa do projeto europeu”, e na construção de uma Europa “mais social, que resista melhor aos ataques do populismo e assim preserve a democracia”.</p>
<p>Nesta deslocação à Alemanha, que termina hoje, terça-feira, em Bona, onde António Costa, juntamente com o líder do SPD, intervirá num painel de discussão sobre ‘Como proteger uma Europa democrática’, no quadro das eleições europeias de 2024, o Secretário-geral esteve acompanhado pelo Secretário-Geral Adjunto, João Torres, pelo presidente do Grupo Parlamentar, Eurico Brilhante Dias, e pela presidente da Fundação Mário Soares-Maria Barroso, Isabel Soares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/antonio-costa-presta-agradecimento-e-tributo-na-alemanha-aos-fundadores-do-ps/">António Costa presta &#8220;agradecimento e tributo&#8221; na Alemanha aos fundadores do PS</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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