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	<title>Arquivo de medidas - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de medidas - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>Direita contribui para imoralidade de o Estado aumentar a receita à custa dos sacrifícios dos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou uma “imoralidade” o Estado estar a arrecadar mais receita à custa dos sacrifícios dos portugueses e criticou os<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou uma “imoralidade” o Estado estar a arrecadar mais receita à custa dos sacrifícios dos portugueses e criticou os partidos da direita por contribuírem para isso ao rejeitarem as propostas do Partido Socialista.</p>
<p>“Os portugueses têm o direito de saber que a direita toda unida – AD, liberais e Chega – chumbaram as propostas que o PS apresentou que tinham em vista responder aos aumentos do custo de vida, particularmente com os bens alimentares, com a eletricidade, com os combustíveis e também com os custos associados à agricultura”, reiterou José Luís Carneiro em declarações à comunicação social depois de as propostas do PS terem sido chumbadas no Parlamento.</p>
<p>O líder socialista explicou que, desta forma, “AD, Chega e liberais contribuíram para a imoralidade de o Estado estar a aumentar a sua receita à custa dos sacrifícios dos portugueses”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Lamento que os partidos da direita estejam a contribuir para que o Estado esteja a arrecadar mais receita do que aquela que resulta do impacto da guerra”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>José Luís Carneiro recordou que foi o primeiro líder partidário a fazer propostas para ajudar o Governo a encontrar soluções para diminuir os impactos da guerra no Médio Oriente, nomeadamente nos custos com os bens alimentares e combustíveis.</p>
<p>“Lamento que os partidos da direita estejam a contribuir para que o Estado esteja a arrecadar mais receita do que aquela que resulta do impacto da guerra no custo de vida”, reforçou o secretário-geral do PS, que informou que irá fazer chegar a cada uma das localidades do país as propostas do Partido Socialista e lembrar “quem, nestas alturas, está ao lado dos portugueses e quem está contra as propostas que visam responder às suas necessidades”.</p>
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		<title>Portugal leva &#8220;medidas imediatas&#8221; a Bruxelas para mitigar efeitos da seca</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/portugal-leva-medidas-imediatas-a-bruxelas-para-mitigar-efeitos-da-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 15:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
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		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo apresentou à Comissão Europeia um conjunto de propostas para minimizar os impactos da seca e apoiar os agricultores. “Temos de ter medidas europeias que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo apresentou à Comissão Europeia um conjunto de propostas para minimizar os impactos da seca e apoiar os agricultores. “Temos de ter medidas europeias que nos ajudem a ultrapassar esta situação”, defende a ministra Maria do Céu Antunes.</p>
<p>A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, anunciou esta segunda-feira que o Governo apresentou à Comissão Europeia um pacote de medidas de apoio “para fazer face às necessidades” dos agricultores portugueses.</p>
<p>Trata-se de “medidas imediatas” que mereceram “abertura grande” por parte da Comissão Europeia, revelou a ministra no final de um Conselho de Agricultura que teve lugar esta segunda-feira, dia 21, em Bruxelas.</p>
<p>O pacote de medidas foi apresentado à Comissão Europeia por Portugal e Espanha, visto que o país vizinho também está a sofrer os efeitos da seca.</p>
<p>“As medidas que Portugal e Espanha levaram hoje para apreciação da Comissão Europeia, com o objetivo de minimizar os impactos que este período de seca está a ter na Península Ibérica, revestem-se de particular pertinência se tivermos em consideração que esta situação está a ser agravada pelos preços elevados das matérias-primas para alimentação animal”, adiantou a ministra.</p>
<p>“Recebemos, por parte do comissário, uma abertura grande para poder fazer face a medidas imediatas que ajudem os agricultores da Península Ibérica a ter respostas imediatas a esta contingência”, disse Maria do Céu Antunes.</p>
<p>Relativamente aos valores dos apoios, a governante referiu que “isso vai depender daquilo que são as disponibilidades de cada um dos Estados-membros”, adiantando que o Governo português irá “estar atento àquilo que são as necessidades e àquilo que é a evolução também da situação”, de modo a fazer o “que for necessário para fazer face às necessidades dos nossos agricultores”.</p>
<p>“Estamos a falar de um cenário que coloca em risco um grande número de explorações, não só porque poderão ficar sem pastagens para alimentar o seu gado, como também porque poderão deixar de ter capacidade para o alimentar com rações”, disse.</p>
<p>Maria do Céu Antunes considera que é “importante apoiar os produtores pecuários na gestão dos seus efetivos, assim como acautelar a situação financeira das explorações agrícolas que estão sob uma pressão financeira acrescida. E é isto mesmo que pretendemos assegurar com as medidas hoje propostas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Medidas propostas</strong></p>
<p>As medidas propostas foram as seguintes:</p>
<p>Reforçar a percentagem de adiantamento dos pagamentos diretos e de medidas do desenvolvimento rural;</p>
<p>Aplicar a cláusula de força maior, de modo a:<br />
1. Introduzir derrogações à prática de diversificação de culturas;<br />
2. Permitir o pastoreio de pousios declarados para efeitos de cumprimento dessas práticas de diversificação de culturas;<br />
3. Derrogar a percentagem de superfícies de interesse ecológico.</p>
<p>Permitir uma nova medida temporária e excecional, com recurso aos fundos destinados ao desenvolvimento rural, para apoio ao rendimento dos agricultores/ produtores pecuários mais afetados pela crise de custos e pelos efeitos da seca;</p>
<p>Estudar medidas específicas que visem compensar os agricultores pela situação de seca, no âmbito da Organização Comum de Mercados de produtos agrícolas;</p>
<p>Convocar o Grupo de Peritos referido no Mecanismo Europeu de Preparação e Resposta a Crises de Segurança Alimentar, em conformidade com o Plano de Contingência.</p>
<p>Maria do Céu Antunes destacou a solidariedade manifestada, quer pelo Comissário Europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, Janusz Wojciechowski, quer pelos restantes Estados-membros relativamente à situação de seca que está a afetar o nosso país.</p>
<p>O Governo continuará a acompanhar a situação de seca que se vive no país, de modo a tomar as medidas necessárias para apoiar os setores mais afetados, estando agendada para o próximo dia 1 de março uma reunião da Comissão Permanente da Seca, composta por representantes de diferentes áreas da governação, designadamente: Finanças, Administração Interna, Administração Local, Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Saúde, Economia e Mar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo avança medidas para enfrentar a seca</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/governo-avanca-medidas-para-enfrentar-a-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 19:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[combate à seca]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental, a exemplo do que já sucedeu em anos anteriores, está de novo a enfrentar um período de seca acentuada, com o Governo a avançar com algumas medidas para restringir o uso da água de várias barragens, quer para a produção elétrica, quer para o uso agrícola.</p>
<p>Perante um cenário em que as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontam para uma probabilidade de 80 por cento do ano de 2022 ser seco, o Governo tomou já a decisão, anunciada numa conferência de imprensa conjunta da ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, e do ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, após a reunião de ontem da comissão de acompanhamento da seca, de restringir o uso de água de várias barragens para a produção de eletricidade ou para o uso agrícola, com a ministra da Agricultura a anunciar ter já contactado Bruxelas para que a Comissão Europeia faça um reforço e simplifique o processo de apoios aos agricultores.</p>
<p>Uma situação que claramente se tem vindo a agravar após o verão, não havendo, até ao momento, como alertou o ministro do Ambiente, nenhuma expectativa para que neste mês de fevereiro chova o suficiente para “inverter a situação de seca meteorológica”, mostrando-se, contudo, otimista de que ainda em março e em abril possa haver alguma mudança.</p>
<p>De acordo com o Governo, e apesar das culturas de inverno e das pastagens terem já sido lançadas, a insistente falta de chuva obrigou o Ministério da Agricultura a avançar com um conjunto de medidas com o propósito de “mitigar o impacto da seca na atividade agrícola”, com a ministra Maria do Céu Antunes a garantir que, apesar do cenário difícil que está instalado, “ainda não há uma situação em que esteja comprometido o abastecimento de água para fins agrícolas”, lembrando que as direções regionais de agricultura “estão prontas para assegurar o transporte e a disponibilização de cisternas com água para as necessidades”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gerir a água das barragens</strong></p>
<p>Também o ministro João Pedro Matos Fernandes anunciou que, para já, há quatro barragens, Alto Lindoso e Touvedo, no distrito de Viana do Castelo, Cabril, no de Castelo Branco e Bode, no distrito de Santarém, cuja água “só será usada para produzir eletricidade cerca de duas horas por semana”, garantindo, deste modo, como referiu, que serão preservados “os valores mínimos para a manutenção do sistema”, enquanto que a água da barragem de Bravura, no Barlavento algarvio, “deixou de poder ser usada para rega”.</p>
<p>O ministro referiu ainda que o Governo decidiu manter nestas cinco barragens “uma cota mínima destinada a garantir o abastecimento de água para o consumo humano durante dois anos”, lembrando que há ainda algumas bacias hidrográficas, como a do Douro e a do Guadiana, “com enchimento acima da média”. Do mesmo modo, acrescentou, que o armazenamento existente nas barragens de Alqueva, Alto Sabor e Tua continua a permitir, nesta fase, suprir as necessidades das barragens onde hoje existe menos água, não descartando o governante, contudo, que no princípio do próximo mês de março possam vir a ser tomadas “novas medidas” para restringir o uso de água, caso a seca se mantenha ou se agrave.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Governo transmite ao PS que haverá novas medidas sobre uso de máscara, testagem e reforço nas entradas e saídas do país</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/governo-transmite-ao-ps-que-havera-novas-medidas-sobre-uso-de-mascara-testagem-e-reforco-nas-entradas-e-saidas-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 18:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Catarina Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[combate à pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral adjunto do Partido Socialista, José Luís Carneiro, revelou hoje que o Governo deverá anunciar medidas sobre o uso da máscara, sobre a testagem no<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral adjunto do Partido Socialista, José Luís Carneiro, revelou hoje que o Governo deverá anunciar medidas sobre o uso da máscara, sobre a testagem no acesso a espaços fechados e sobre a necessidade de se reforçar as entradas e saídas do país devido ao agravamento dos contágios da doença Covid-19 na Europa, e informou que nas próximas semanas deverão ser vacinados mais um milhão e 800 mil portugueses.</p>
<p>José Luís Carneiro que, juntamente com a presidente da bancada do PS, Ana Catarina Mendes, e o secretário nacional adjunto do PS, Pedro Cegonho, reuniu esta tarde com o primeiro-ministro, com a ministra da Saúde e outros membros do Governo, salientou a importância de Portugal continuar a adotar medidas de mitigação da Covid-19 e reforçar a vacinação.</p>
<p>“Todos temos de ter a consciência de que o número de contágios aumenta de uma forma muito expressiva em vários países europeus e são já oito os países europeus que, por força das medidas que têm de adotar, estão a provocar reações muito negativas da parte das suas sociedades”, indicou. Daí a importância de Portugal reforçar algumas medidas e acelerar a terceira dose da vacina antes do período natalício, em que “há uma propensão para maiores contactos pessoais e familiares”.</p>
<p>José Luís Carneiro lembrou que o bom trabalho realizado por Portugal na vacinação fez com que a presidente da Comissão Europeia ainda ontem tenha dado conta “de que via com muito apreço que Portugal fosse dos melhores países na Europa e no mundo em termos de campanha de vacinação” e frisou que os países que estão mais avançados neste processo “tiveram 30 vezes menos mortes do que estão a ter aqueles países que têm níveis mais baixos de vacinação”.</p>
<p>“Este é um número que não pode deixar de nos impressionar e de nos sensibilizar para a importância de continuarmos a reforçar e compatibilizarmos este esforço com uma vontade nacional para cumprirmos metas e objetivos que são bastante ambiciosos do ponto de vista desta nova fase de vacinação”, sublinhou o dirigente socialista.</p>
<p>Ora, de acordo com o também vice-presidente da bancada do PS, para a próxima fase de vacinação estima-se que se alcancem, nas próximas semanas, “mais um milhão e 800 mil portugueses”.</p>
<p>“Este esforço de vacinação é um esforço para o qual todos temos o dever de concorrer, porque está provado que a vacinação é mesmo a maior prioridade para conseguirmos vencer este desafio exigente que se coloca de novo à Europa e ao mundo”, alertou.</p>
<p>Apelando à “responsabilidade individual” dos portugueses, José Luís Carneiro disse que todos devemos estar preparados para “medidas de reforço” como “o uso da máscara”, a “testagem no acesso aos recintos fechados”, e a necessidade de transformar o “certificado de vacinação e a testagem num procedimento regular nas nossas vidas”.</p>
<p>“E também estarmos preparados para a necessidade do reforço das entradas e saídas do país”, acrescentou o socialista, que explicou que Portugal, sendo “felizmente” um “país aberto ao mundo”, faz com que “estejamos também expostos aos riscos que hoje provêm de regiões onde a vacinação ainda não alcançou níveis como aqueles que nós alcançámos”, disse. Assim, irá haver um reforço na testagem e no controlo de certificados de vacinação.</p>
<p>“Como se sabe, há regiões do mundo em que o modelo de testagem é diferente do modelo de testagem europeu e é muito importante que todos os meios humanos e técnicos sejam colocados nos pontos de entrada, nomeadamente aéreos, terrestres e também marítimos, por forma a garantirmos” que se mantém a proteção da nossa sociedade, esclareceu.</p>
<p>“São esforços coletivos que temos de continuar a fazer”, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>GPPS recomenda ao Governo medidas para um acesso mais célere às terapias inovadoras para a Fibrose Quística</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/gpps-recomenda-ao-governo-medidas-para-um-acesso-mais-celere-as-terapias-inovadoras-para-a-fibrose-quistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 18:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[célere]]></category>
		<category><![CDATA[fibrose quística]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Hortense Martins]]></category>
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		<category><![CDATA[terapias inovadoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS entregou na Assembleia da República um projeto de resolução em que recomenda ao Governo a adoção das medidas necessárias para o<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS entregou na Assembleia da República um projeto de resolução em que recomenda ao Governo a adoção das medidas necessárias para o acesso mais célere às terapias inovadoras para os doentes de Fibrose Quística, de modo a que a respetiva autorização de comercialização no mercado e o seu financiamento público seja assegurada de forma rápida e eficiente, &#8220;evitando constrangimentos no acesso às mesmas&#8221;.</p>
<p>No diploma, recorda-se que a Fibrose Quística (FQ) é uma doença crónica e hereditária, causada por alterações num determinado gene que se transmite de pais para filhos, sendo uma das doenças genéticas mais comuns de incidência variável a nível mundial. Estima-se que existam no mundo 7 milhões de pessoas portadoras da anomalia genética da FQ e cerca de 75.000 com a doença. Na maioria dos países europeus, calcula-se que em média um em cada dois mil a seis mil recém-nascidos tenham Fibrose Quística, existindo cerca de 50 mil pessoas com a doença na Europa, de acordo com o relatório anual mais recente do Registo Europeu de Fibrose Quística (European Cystic Fibrosis Patient Registry – Annual Report 2017). Em Portugal, estima-se que nasçam por ano cerca de 30 a 40 crianças com Fibrose Quística.</p>
<p>Na iniciativa legislativa do PS, que tem como primeiras subscritoras a deputada Hortense Martins, vice-presidente da bancada para a área da saúde, assim como as deputadas Maria Antónia Almeida Santos e Sónia Fertuzinhos, respetivamente, presidente da comissão parlamentar de saúde e coordenadora dos socialistas nesta comissão, refere-se que &#8220;esta doença afeta vários sistemas orgânicos&#8221;, sendo as alterações pulmonares, de natureza progressiva, &#8220;responsáveis por 90% da morbilidade e mortalidade&#8221;.</p>
<p>Lembra-se que em Portugal, &#8220;desde 2013 que a Fibrose Quística passou a estar incluída no painel de doenças do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP), levado a cabo pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge&#8221;, através do chamado ‘teste do pezinho’ que é realizado entre o 3º e o 6º dia de vida.</p>
<p>&#8220;Os doentes com Fibrose Quística sonham com o avanço da investigação científica e pelo acesso a ferramentas terapêuticas que lhes permitam melhorar a sua qualidade e esperança de vida&#8221;, apontam os parlamentares do PS, que dão conta dos apelos que têm vindo a ser feitos pela Associação Nacional de Fibrose Quística, ANFQ, e a Associação portuguesa de Fibrose Quistica no sentido de &#8221; uma maior agilidade no acesso dos pacientes portugueses às terapias inovadoras, aprovada pela Agência Europeia do Medicamento&#8221;.</p>
<p>Segundo estas associações de doentes, os cerca de 400 pacientes residentes em Portugal encontram-se em desvantagem, sendo dos últimos países da União Europeia que até ao momento não têm acesso generalizado às terapias inovadoras. Recorda-se ainda no diploma que &#8220;o processo de avaliação para financiamento destes medicamentos inovadores (moduladores do CFTR) arrasta-se em Portugal desde 2016&#8221;.</p>
<p>Neste sentido, o Grupo Parlamentar do PS vem recomendar ao Governo que &#8220;adote as medidas necessárias para que as terapias inovadoras, que aguardam aprovação pelas entidades competentes, sejam disponibilizadas aos doentes de Fibrose Quística, que delas necessitem, assegurando a respetiva autorização de comercialização no mercado e o seu financiamento público, de forma rápida e eficiente, evitando constrangimentos no acesso às mesmas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/gpps-recomenda-ao-governo-medidas-para-um-acesso-mais-celere-as-terapias-inovadoras-para-a-fibrose-quistica/">GPPS recomenda ao Governo medidas para um acesso mais célere às terapias inovadoras para a Fibrose Quística</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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