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	<title>Arquivo de violência no namoro - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<title>Arquivo de violência no namoro - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>Violência doméstica: PS propõe que se prossiga a formação das forças de segurança e pede campanhas regulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Elza Pais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Elza Pais alertou para o perigo da normalização da violência no namoro e defendeu a integração de conteúdos como o consentimento, o bullying e a ciberviolência em campanhas regulares, e aconselhou que se prossiga a formação das forças de segurança em contexto de violência doméstica.</p>
<p>“A violência doméstica é o crime que mais mata em Portugal, que humilha e deixa marcas físicas e psicológicas profundas irreparáveis nas suas vítimas”, afirmou Elza Pais, que indicou que “mais de 700 mulheres foram assassinadas nas duas últimas décadas, mais de mil crianças ficaram órfãs de mãe e hoje há cerca de 82 queixas por dia às forças de segurança”.</p>
<p>A presidente das Mulheres Socialistas avisou que “estamos perante uma violência transversal que se reproduz nas novas gerações”, já que a “violência é normalizada no namoro, com 75% dos jovens que não consideram a violência no namoro como uma forma de violência”.</p>
<p>Perante todos estes dados, “a intervenção é hoje mais urgente do que nunca”. Assim, o “Partido Socialista apresenta dois projetos para prevenir e combater estas graves violências que usam também o espaço online como forma acrescida de medo e de intimidação para silenciar as vítimas”, disse.</p>
<p>O PS propõe que se “prossiga a estratégia integrada de segurança urbana através dos contratos locais de segurança lançada em 2023 e que está parada”. “Para combater desfechos fatais e atuar em 72 horas em caso de risco elevado, a intervenção pode ser muito mais eficaz e certeira quando envolve a proximidade das autarquias locais”, assegurou a socialista.</p>
<p>Elza Pais propôs, em paralelo, “que se prossiga a formação às forças de segurança e que se qualifiquem os espaços de atendimento das vítimas”.</p>
<p>Os socialistas querem ainda “que as campanhas sobre violência no namoro se façam de forma mais regular e que integrem conteúdos como o consentimento, o bullying e a ciberviolência, e que os espaços de segurança sejam criados para que os jovens possam falar sem medo das intimidações de que são vítimas”.</p>
<p>Elza Pais frisou que “a gravidade e o isolamento a que as vítimas estão sujeitas, muitas vezes com os agressores escondidos atrás de uma tela, introduz perigosidade acrescida ao nível, inclusivamente, da saúde mental dos jovens”.</p>
<p>O projeto de resolução do PS que recomenda ao Governo que garanta que todas as vítimas de violência no namoro tenham acesso a um apoio eficaz, inclusivo e respeitador dos seus direitos foi aprovado por unanimidade. O projeto de resolução que recomenda o reforço de meios e instrumentos ao dispor das forças de segurança foi aprovado por todas as bancadas, com a abstenção do Chega.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/enfU2wc26Y0?si=WOCQylBMcSpTSCnS" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Governo deve promover campanhas regulares sobre violência no namoro</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/governo-deve-promover-campanhas-regulares-sobre-violencia-no-namoro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 11:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Elza Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Patrícia Faro]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS recomendou ao Governo a promoção de campanhas nacionais regulares sobre o impacto da violência no namoro para uma vida com autonomia,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS recomendou ao Governo a promoção de campanhas nacionais regulares sobre o impacto da violência no namoro para uma vida com autonomia, sem medo e de empoderamento dos jovens para relações saudáveis libertas de violência.</p>
<p>Num projeto de resolução, as deputadas Elza Pais, Patrícia Faro e Isabel Moreira recordam que “são vários os diagnósticos e estudos que têm vindo a revelar uma realidade muito preocupante de situações de violência no namoro, especialmente entre os mais jovens”.</p>
<p>“Os muitos relatos e denúncias conhecidas evidenciam intoleráveis marcas de violência física, psicológica e sexual que condicionam gravemente as vidas e o percurso dos jovens”, lamentam as socialistas, que mencionam o estudo nacional da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) deste ano sobre violência no namoro, que revelou “dados que apontam para uma elevada prevalência e legitimação de formas específicas de violência como a psicológica, a violência exercida através de redes sociais ou as atitudes de controlo”.</p>
<p>As deputadas do PS consideram que o mais grave é o facto de, no total de jovens participantes no estudo, 75,3% não considerarem violência no namoro pelo menos um dos 15 comportamentos referidos no inquérito, legitimando assim vários comportamentos violentos.</p>
<p>De recordar que, ao longo dos anos, os governos do Partido Socialista desenvolveram campanhas de sensibilização para a prevenção e combate à violência no namoro, com o objetivo de educar e capacitar jovens para identificar e rejeitar comportamentos abusivos. A última campanha lançada em Portugal, em fevereiro de 2021, foi feita pelo PS e intitulava-se #NamorarSemViolência.</p>
<p>As socialistas acreditam que “a violência no namoro se combate através de estratégias de prevenção de educação para os direitos e para a cidadania, que deverão, entre outras, integrar os conteúdos programáticos da disciplina de Educação para a Cidadania, a qual deverá ter especificamente uma unidade sobre violência no namoro”.</p>
<p>Assim, o Governo deve promover campanhas nacionais onde se tratem as temáticas da violência no namoro, stalking, sextorsion, entre outras, através de metodologias dinâmicas que promovam a implicação dos jovens em processos de mudança saudável.</p>
<p>As deputadas do PS recomendam ainda que o Governo da AD assegure o acompanhamento de casos de violência no namoro em estreita articulação com os serviços da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica, para as escolas que não disponibilizam serviços de psicologia.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/governo-deve-promover-campanhas-regulares-sobre-violencia-no-namoro/">Governo deve promover campanhas regulares sobre violência no namoro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<title>PS apresenta quatro projetos para o combate à violência doméstica</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-apresenta-quatro-projetos-para-o-combate-a-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 14:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
		<category><![CDATA[violência no namoro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista deu entrada a um conjunto de projetos de resolução que visam combater e eliminar o flagelo nacional que é a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-apresenta-quatro-projetos-para-o-combate-a-violencia-domestica/">PS apresenta quatro projetos para o combate à violência doméstica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista deu entrada a um conjunto de projetos de resolução que visam combater e eliminar o flagelo nacional que é a violência doméstica.</p>
<p>A violência doméstica é o crime contra as pessoas mais participado em Portugal, o que significa que persiste um grave problema de direitos humanos, com consequências irreversíveis para as vítimas diretas e indiretas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“A violência doméstica é o crime contra as pessoas mais participado em Portugal”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na data em que se assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, a bancada do PS recomenda ao Governo a realização de um inquérito nacional comparativo sobre a violência exercida entre mulheres e homens.</p>
<p>Ao longo do tempo, o número de vítimas deste crime aumenta, assim como a severidade dos atos praticados. Nos últimos 20 anos, mais de 680 mulheres foram assassinadas em Portugal. O ano de 2025 conta com dados preocupantes, tendo sido assassinadas 24 mulheres até 15 de novembro.</p>
<p>Por tudo isto, impõem-se novas políticas e formas alternativas de prevenção e intervenção sobre o fenómeno. Os deputados do PS defendem que a realização de um inquérito nacional comparativo sobre a violência exercida entre mulheres e homens permite perceber a prevalência real do fenómeno, a sua evolução e impacto sobre as vítimas para melhor direcionar as políticas públicas e formas de intervenção.</p>
<p>Os socialistas recomendam igualmente ao Governo que implemente os projetos-piloto de avaliação e gestão integrada do risco e reforço da atuação nas 72h subsequentes à apresentação de denúncia, no âmbito dos Contratos Locais de Segurança, que prossiga o Plano de Formação dos efetivos das forças de segurança no domínio da violência contra as mulheres e violência doméstica, bem como prossiga a qualificação dos espaços de atendimento às vítimas no contexto das forças de segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“A violência no namoro combate-se através de estratégias de prevenção de educação para os direitos e para a cidadania”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também no namoro existe violência. Salientando que a violência no namoro se combate através de estratégias de prevenção de educação para os direitos e para a cidadania, que deverão integrar os conteúdos programáticos da disciplina de Educação para a Cidadania, os socialistas submeteram um projeto que recomenda a inclusão, no universo das escolas, de dados concretos sobre o número de estudantes abrangidos por esse módulo, bem como a inclusão do número de caso acompanhados pelos serviços ou encaminhados para outras entidades.</p>
<p>Os deputados e as deputadas do PS querem ainda que sejam promovidas campanhas regulares sobre o impacto da violência no namoro para uma vida com autonomia, sem medo, e de empoderamento dos jovens para relações saudáveis libertas de violência.</p>
<p>O Grupo Parlamentar quer também que haja formação e sensibilização para equipas de intervenção no acolhimento de pessoas com deficiência vítimas de violência doméstica. A violência contra pessoas com deficiência continua a ser uma realidade alarmante e frequentemente invisibilizada. Os dados demonstram que as pessoas com deficiência, especialmente mulheres e crianças, estão mais vulneráveis a situações de abuso e violência doméstica, sendo que, muitas vezes, encontram obstáculos acrescidos no acesso a mecanismos de denúncia, proteção e apoio especializado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“As pessoas com deficiência, especialmente mulheres e crianças, estão mais vulneráveis a situações de abuso e violência doméstica”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, a formação e capacitação das equipas de intervenção é prioritária, desenvolvendo-se, em articulação com o Instituto Nacional para a reabilitação, o SNS e a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, um plano formativo que inclua módulos sobre como interagir com pessoas com deficiência.</p>
<p>As campanhas de sensibilização têm de ser inclusivas e as Casas Abrigo têm de garantir acessibilidade e serviços de atendimento e apoio às vítimas. Os socialistas defendem que sejam constituídas equipas multidisciplinares para prestar apoio a vítimas com deficiência e que se criem canais de emergência acessíveis, designadamente para pessoas surdas (utilizadoras de Língua Gestual Portuguesa) e com os recursos necessários para prestar o apoio imediato necessário a vítimas com deficiência.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-apresenta-quatro-projetos-para-o-combate-a-violencia-domestica/">PS apresenta quatro projetos para o combate à violência doméstica</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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