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	<title>Arquivo de Estado da Palestina - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de Estado da Palestina - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<item>
		<title>PS critica silêncio ensurdecedor do Governo e exige resposta humanitária para famílias em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS questionou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, sobre como pretende intervir na salvaguarda da vida de famílias palestinianas que estão retidas na Faixa de Gaza em risco humanitário extremo, e acusou o Governo de um “silêncio ensurdecedor”.</p>
<p>Numa pergunta dirigida ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, a bancada socialista defendeu que, tendo sido identificadas várias famílias que pretendem o apoio do Estado português, deveriam ser tomadas diligências ao nível consular, diplomático ou institucional para encontrar soluções de evacuação e acolhimento humanitário, tal como está a acontecer com outros Estados como França, Espanha, Itália e Roménia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O PS reafirma a sua oposição a qualquer recuo na posição de reconhecimento do Estado da Palestina”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Os deputados do PS relatam que lhes têm chegado, por via do Grupo de Apoio a Refugiados Palestinianos em Portugal, testemunhos das “dificuldades sentidas por diversas famílias palestinianas que pretendem abandonar a Faixa de Gaza com o apoio do Estado português, mas que enfrentam, até ao momento, a inação das autoridades nacionais”.</p>
<p>“A cada novo dia, assistimos à deterioração dramática das condições de vida na Faixa de Gaza – marcada por bombardeamentos sucessivos, fome, colapso sanitário e absoluto desespero de um povo fechado em si – sem que se vislumbre uma solução duradoura, política e humanitária”, descrevem.</p>
<p>Reafirmando a sua oposição a qualquer recuo no reconhecimento do Estado da Palestina, o Partido Socialista aponta no documento que as “divergências aparentemente insanáveis entre Estados-membros da União Europeia têm inviabilizado uma posição comum”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O reconhecimento do Estado palestiniano não é um gesto simbólico, mas um imperativo político e moral”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“O reconhecimento do Estado palestiniano não é um gesto simbólico, mas um imperativo político e moral e um ato de rejeição dos extremismos e radicalismos e da neutralidade perante a crueldade e a barbárie”, pode ler-se.</p>
<p>O limite que qualquer ser humano pode suportar “há muito que foi ultrapassado”, avisam os socialistas, defendendo que, “perante o silêncio ensurdecedor do Governo português, impõem-se respostas”.</p>
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		<title>Reconhecimento do Estado da Palestina tornou-se um imperativo político e ético</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/reconhecimento-do-estado-da-palestina-tornou-se-um-imperativo-politico-e-etico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 12:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[João Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da bancada do PS João Torres defendeu que “Portugal deve ser parte da solução e nunca cúmplice da tragédia” e, por isso, o Governo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da bancada do PS João Torres defendeu que “Portugal deve ser parte da solução e nunca cúmplice da tragédia” e, por isso, o Governo português deve reconhecer de imediato o Estado da Palestina.</p>
<p>“O reconhecimento do Estado da Palestina não é um gesto vazio, é também a rejeição dos extremismos e dos radicalismos, e é sobretudo a rejeição da neutralidade perante a crueldade e a barbárie”, defendeu João Torres durante a apresentação do projeto de resolução do PS que recomenda ao Governo o reconhecimento imediato do Estado da Palestina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Portugal deve ser parte da solução e nunca cúmplice da tragédia”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS frisou que, “desde os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023 e da resposta militar de Israel, a situação humanitária agravou-se de forma brutal”.</p>
<p>“A ocupação prolongada, a expansão de colonatos e o bloqueio sistemático de qualquer horizonte de negociação são, simplesmente, inaceitáveis”, vincou o socialista, que assegurou que, “neste contexto, o reconhecimento do Estado da Palestina deixou de ser apenas um ato simbólico ou diplomático, tornou-se um imperativo político e ético”.</p>
<p>Sustentando que “não há paz sem justiça”, João Torres sublinhou que “a segurança de Israel só será plena quando for partilhada com um Estado palestiniano livre, viável e soberano”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FHrEBOfnDcI?si=nwBwDl-u-LHr0hS7" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reconhecimento do Estado da Palestina é uma mensagem de esperança</strong></p>
<p>João Torres salientou que “Portugal tem uma tradição diplomática de que nos devemos orgulhar: uma tradição de defesa do Direito Internacional, da paz e do diálogo. Essa tradição exige, no entanto, uma posição clara”.</p>
<p>O reconhecimento do Estado da Palestina “não é um fim”, assegurou o vice-presidente da bancada do PS, esclarecendo que é antes “uma mensagem de esperança para quem, em Gaza, resiste ao terrorismo e à destruição, e para quem, em Israel, se opõe à ocupação e à retórica extremista”.</p>
<p>“É também uma oportunidade para recuperar a credibilidade da diplomacia internacional, hoje ameaçada pela paralisia e pela resignação”, concluiu.</p>
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		<item>
		<title>PS quer afirmação da União Europeia como potência de paz</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-afirmacao-da-uniao-europeia-como-potencia-de-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 15:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[João Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Torres pediu ao Governo para assumir “sem hesitação” o reconhecimento do Estado da Palestina e apelou à construção<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Torres pediu ao Governo para assumir “sem hesitação” o reconhecimento do Estado da Palestina e apelou à construção de uma Europa “mais competitiva, segura e autónoma”.</p>
<p>“Como membro responsável da comunidade internacional, Portugal deve assumir, sem hesitação, a defesa do reconhecimento do Estado da Palestina”, defendeu João Torres no debate preparatório do Conselho Europeu Especial de 26 e 27 de junho.</p>
<p>Os socialistas estão “convencidos de que o reconhecimento do Estado da Palestina será um contributo real para a viabilidade da solução de dois Estados, devolvendo esperança tanto ao povo palestiniano, como ao povo de Israel no que diz respeito à sua própria segurança”, explicou.</p>
<p>Relativamente à agressão russa à Ucrânia, o vice-presidente da bancada do PS considerou tratar-se da “maior ameaça à paz no nosso continente”. Assim, “Portugal deve renovar um apoio firme e inequívoco ao povo ucraniano”, dando “suporte a Kiev tanto no apoio humanitário, como na ajuda militar”.</p>
<p>De acordo com João Torres, a Europa precisa de “continuar a reforçar as capacidades militares conjuntas, fortalecer a indústria europeia de defesa e aumentar o investimento partilhado em segurança”. “As ameaças atuais tornam urgente garantir a prontidão da defesa europeia”, sustentou.</p>
<p>Para o deputado socialista, “num cenário internacional em rápida mudança, a União Europeia deve afirmar-se cada vez mais como potência de paz”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/19-8y6DK2wk?si=r-f7gBdCSD1Jj94Z" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais e melhor Europa</strong></p>
<p>João Torres observou ainda que a prosperidade económica da Europa “anda de mãos dadas com a sua capacidade de competir num mundo cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo”. Com o objetivo de “proteger o nosso modelo social e criar oportunidades de emprego de qualidade, a Europa precisa de explorar novos mercados, designadamente no âmbito do tratado com o Mercosul, de aprofundar o mercado único”, bem como “acelerar a dupla transição – verde e digital”, defendeu.</p>
<p>Perante todos estes desafios, o Partido Socialista acredita que a resposta de Portugal só pode ser uma: “Sempre mais Europa, mas também melhor Europa”.</p>
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		<item>
		<title>Portugal tem de estar do lado certo da história e reconhecer Estado da Palestina</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/portugal-tem-de-estar-do-lado-certo-da-historia-e-reconhecer-estado-da-palestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 19:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Leitão]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente do Grupo Parlamentar do PS, Alexandra Leitão, defendeu hoje que “o reconhecimento do Estado da Palestina é um ato de justiça, um contributo essencial<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Grupo Parlamentar do PS, Alexandra Leitão, defendeu hoje que “o reconhecimento do Estado da Palestina é um ato de justiça, um contributo essencial para a paz e um imperativo moral” e, por isso, “é tempo de Portugal estar do lado certo da história”.</p>
<p>Alexandra Leitão explicou que o projeto de resolução apresentado pelo Grupo Parlamentar do PS, que recomenda ao Governo o reconhecimento imediato do Estado da Palestina, “funda-se num sentimento de urgência e de responsabilidade histórica” devido à tragédia que se desenrola diariamente na Palestina e em Israel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O reconhecimento imediato do Estado da Palestina funda-se num sentimento de urgência e de responsabilidade histórica”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>A líder parlamentar do PS lembrou que “o direito dos palestinianos à autodeterminação e ao reconhecimento do seu Estado resulta de vários textos de Direito Internacional e tem vindo a ser amplamente reconhecido pela comunidade internacional”.</p>
<p>“O abominável ataque terrorista do Hamas, a 7 de outubro, resultou na perda de mais de 1.200 vidas israelitas. Em resposta, Israel iniciou uma ofensiva devastadora que já provocou a morte de mais de 45 mil palestinianos, incluindo cerca de 13 mil crianças e centenas de trabalhadores humanitários”, lamentou Alexandra Leitão, que acrescentou que “metade da população de Gaza – mais de um milhão de pessoas – está em condições catastróficas no que respeita à alimentação e aos cuidados médicos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PS quer que seja atribuído estatuto de Embaixada</strong></p>
<p>A presidente da bancada socialista comentou que a decisão de reconhecer o Estado da Palestina ganhou “mais justificação no atual contexto europeu, tendo em conta a evolução verificada em 2024: países como Espanha, Noruega, Irlanda e Eslovénia já deram esse passo, enviando uma mensagem clara de compromisso com a paz e com a justiça”. “Portugal não deve ficar para trás”, instou.</p>
<p>Alexandra Leitão destacou que esse reconhecimento é ainda mais importante depois das declarações do ministro das Finanças israelita, que admitiu “a intenção de, em 2025, estender a soberania de Israel à Cisjordânia ocupada, ao arrepio do Direito Internacional”. Ou depois de o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, ter defendido a “retirada da população da Faixa de Gaza e o envio dos palestinianos para o Egito e para a Jordânia, afirmando que a solução é ‘limpar’ a zona destruída pela guerra”.</p>
<p>O projeto de resolução do PS recomenda também que se aprofundem as relações diplomáticas entre Portugal e a Palestina, conferindo à sua missão diplomática em Lisboa o estatuto de Embaixada.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6_Rr_EhYbMM?si=2ZTicTcbKAvjOqB6" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/portugal-tem-de-estar-do-lado-certo-da-historia-e-reconhecer-estado-da-palestina/">Portugal tem de estar do lado certo da história e reconhecer Estado da Palestina</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS pede que o Governo reconheça a soberania e independência do Estado da Palestina</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-pede-que-o-governo-reconheca-a-soberania-e-independencia-do-estado-da-palestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 17:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dois Estados]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Nuno Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista deu hoje entrada no Parlamento a um projeto de resolução que pede que o Governo reconheça o Estado da Palestina,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista deu hoje entrada no Parlamento a um projeto de resolução que pede que o Governo reconheça o Estado da Palestina, dando um “sinal claro e inequívoco à comunidade internacional” sobre a urgência da solução dos dois Estados.</p>
<p>Assinalando o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano, o Grupo Parlamentar do PS deu assim entrada a um projeto que recomenda ao Executivo da AD que “reconheça, de forma imediata, o Estado da Palestina”. O primeiro subscritor do documento é o secretário-geral do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos.</p>
<p>Os socialistas recordam que, “ao longo da tragédia humanitária que ocorre desde 7 de outubro de 2023”, ficaram claras as “insanáveis divergências entre Estados-membros da União Europeia”, inviabilizando uma posição comum.</p>
<p>Por isso, os deputados do PS defendem que este “é o momento para a República portuguesa enviar um sinal claro e inequívoco à comunidade internacional sobre a urgência da concretização plena da solução de dois Estados, reconhecendo a soberania e independência do Estado da Palestina”.</p>
<p>A Palestina é atualmente reconhecida por 145 dos 193 países com lugar nas Nações Unidas e os socialistas destacam a recente posição assumida por Espanha, Noruega, Irlanda e Eslovénia. “Este facto, a par com a evolução da trágica situação que se vive atualmente na Faixa de Gaza, cria um contexto para o reconhecimento imediato do Estado da Palestina, na lógica da solução dos dois Estados”, explicam os parlamentares.</p>
<p>Assim, os deputados do PS pedem ao Governo que “reconheça, de forma imediata, o Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a 1967”, em conformidade com as resoluções relevantes adotadas pela ONU, sendo a autoridade palestiniana a “legítima representante do Estado palestiniano e a única entidade política interlocutora para as negociações”.</p>
<p>O Governo deve ainda aprofundar as relações diplomáticas com o Estado da Palestina, “mantendo como legítimo interlocutor a autoridade palestiniana e conferindo à Missão Diplomática da Palestina em Lisboa o estatuto de Embaixada”, acrescentam no projeto.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-pede-que-o-governo-reconheca-a-soberania-e-independencia-do-estado-da-palestina/">PS pede que o Governo reconheça a soberania e independência do Estado da Palestina</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PS pergunta ao Governo quando vai reconhecer o Estado da Palestina</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-pergunta-ao-governo-quando-vai-reconhecer-o-estado-da-palestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 10:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Rebelo]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Pizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da bancada do PS João Paulo Rebelo perguntou hoje ao Governo quando é que Portugal vai reconhecer o Estado da Palestina, uma vez que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-pergunta-ao-governo-quando-vai-reconhecer-o-estado-da-palestina/">PS pergunta ao Governo quando vai reconhecer o Estado da Palestina</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da bancada do PS João Paulo Rebelo perguntou hoje ao Governo quando é que Portugal vai reconhecer o Estado da Palestina, uma vez que já preconizou a solução dos dois Estados, e considerou que já “foram ultrapassados todos os limites” na situação do Médio Oriente.</p>
<p>O dirigente socialista, que intervinha no debate preparatório do Conselho Europeu com a participação do primeiro-ministro, enumerou os mais recentes acontecimentos: “Israel iniciou uma incursão terrestre no sul do Líbano”; a “hostilidade do Governo israelita face às Nações Unidas e, particularmente, face ao seu secretário-geral”, tendo mesmo o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita declarado António Guterres persona non grata naquele território; e a escalada de hostilidade feita pelo primeiro-ministro de Israel às Nações Unidas, intimando, no passado dia 13 de outubro, a ONU “a retirar de imediato a sua missão de paz estacionada no sul do Líbano”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading heading_lines align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;"><span class="line line_l" style="background:#000;"></span>“Ninguém compreende que se preconize a solução dos dois Estados, mas apenas se reconheça um Estado”<span class="line line_r" style="background:#000;"></span></h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“Já são absolutamente inacreditáveis as atitudes tomadas”, lamentou o socialista, salientando que “a situação já não é de crise humanitária, é de facto uma crise da humanidade”.</p>
<p>João Paulo Rebelo notou depois que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que “Portugal preconiza a solução dos dois Estados”. No entanto, o país ainda não reconheceu o Estado da Palestina, como já o fez Espanha, a Irlanda e a Eslovénia.</p>
<p>“Ninguém compreende que se preconize a solução dos dois Estados, mas apenas se reconheça um Estado”, avisou.</p>
<p>No final da sua intervenção, o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS referiu que, “recentemente, a relatora especial da ONU Francesca Albanese esteve no nosso país e, tanto quanto é do nosso conhecimento, tendo pedido um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros, não foi recebida”. Ora, o Partido Socialista espera que “este não seja um sinal de que Portugal também começa a claudicar no que diz respeito às Nações Unidas”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Sh1sFMzY0sk?si=VhsOn3e91EWiogyJ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PS sublinha a importância da União Europeia da Saúde</strong></p>
<p>Já o deputado do PS Manuel Pizarro estranhou a “total ausência” de referências por parte do Governo sobre a União Europeia da Saúde, essencial para dar “resposta a futuros eventos no quadro internacional”, e alertou para a urgência de se encontrar uma “solução de paz” na Ucrânia que não signifique uma “rendição e o abandono dos ucranianos”.</p>
<p>O socialista começou por saudar o Governo por manter o “empenho no pilar europeu dos direitos sociais” e “o seu compromisso com o Fórum Social do Porto já em maio de 2025”, mas estranhou “a total ausência de referências nas prioridades portuguesas à União Europeia da Saúde”.</p>
<p>“A União Europeia da Saúde, prometida por Ursula von der Leyen, parece-nos absolutamente decisiva para garantir a sustentabilidade do sistema de saúde, a resposta a futuros eventos no quadro internacional e àquilo que nos está a acontecer hoje, com as doenças crónicas não transmissíveis a terem um peso gigantesco no sistema de saúde de todos os países europeus”, salientou.</p>
<p>Manuel Pizarro admitiu temer que esta ausência “sinalize uma desistência desta União Europeia da Saúde, talvez à espera de uma próxima pandemia que nos faça compreender que a resposta aos temas de saúde não pode ficar apenas confinada aos espaços nacionais”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wDZyww8uHEM?si=SgarsyexxKv-5lpb" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O parlamentar focou-se, em seguida, na “gravíssima situação” da guerra causada pela invasão russa da Ucrânia. “É essencial a manutenção da solidariedade europeia com o povo ucraniano, de forma a que se encontre uma solução de paz, mas em que essa paz não pode significar uma rendição e o abandono dos ucranianos e dos valores que defendemos”, advertiu.</p>
<p>Ora, para Manuel Pizarro, a questão que se coloca é saber como se garante “a manutenção e o reforço desse apoio sem pôr em causa as políticas de coesão, a Política Agrícola Comum e a visão de aumento do investimento necessário para alargar a nossa competitividade”.</p>
<p>O deputado do Partido Socialista comentou também que o tema da competitividade no contexto da União Europeia, trazido ao debate pelo primeiro-ministro, é “central” e admitiu ter ficado “agradado com esse regresso do PSD a uma visão progressista sobre o futuro da nossa União”.</p>
<p>Manuel Pizarro defendeu que a maior importância está no tema do financiamento e questionou o Governo como “vai ser possível, num contexto orçamental que é conhecido e num contexto de dificuldade no quadro internacional, nomeadamente na guerra na Ucrânia e na situação do Médio Oriente, reunir os meios financeiros que permitam à Europa representar esse papel de reindustrialização, ligando o progresso económico à valorização e à evolução do modelo social europeu”.</p>
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		<title>PS recebeu nova embaixadora da Palestina</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-recebeu-nova-embaixadora-da-palestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 16:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Leitão]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Grupo Parlamentar do PS, Alexandra Leitão, recebeu hoje em audiência a nova embaixadora da Palestina em Portugal, Rawan Sulaiman.</p>
<p>Alexandra Leitão, acompanhada pelos vice-presidentes da bancada do PS Pedro Delgado Alves e João Paulo Rebelo, e pelos deputados Paulo Pisco e Isabel Moreira, recebeu esta tarde Rawan Sulaiman, a nova embaixadora da Palestina que, em declarações recentes à comunicação social, pretende reforçar as relações com Portugal “em todos os domínios”.</p>
<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista irá dar entrada na Assembleia da República a um projeto de resolução sobre o reconhecimento do Estado da Palestina.</p>
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