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	<title>Arquivo de Lia Ferreira - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de Lia Ferreira - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<item>
		<title>PS pede aos partidos para não adiarem direitos das pessoas com deficiência</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-pede-aos-partidos-para-nao-adiarem-direitos-das-pessoas-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 19:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eurico Brilhante Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada Lia Ferreira apresentou hoje, no Parlamento, as iniciativas do PS que alargam os direitos das pessoas com deficiência e respetivas famílias, e apelou a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-pede-aos-partidos-para-nao-adiarem-direitos-das-pessoas-com-deficiencia/">PS pede aos partidos para não adiarem direitos das pessoas com deficiência</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada Lia Ferreira apresentou hoje, no Parlamento, as iniciativas do PS que alargam os direitos das pessoas com deficiência e respetivas famílias, e apelou a todas as bancadas para saberem “convergir, ultrapassar divisões e afirmar que os direitos humanos não recuam, não se recusam e não se adiam”.</p>
<p>No debate desta tarde, agendado pelo Grupo Parlamentar do PS, estiveram presentes nas galerias, a convite dos socialistas, cerca de 20 associações representadas por mais de 150 pessoas. Lia Ferreira agradeceu a presença destas pessoas que, “de norte a sul do país, se quiseram juntar apesar das dificuldades acrescidas que a deslocação implicou e quiseram dizer a este Parlamento que este debate tem importância”.</p>
<p>“Hoje, pela primeira vez, a Casa da Democracia é convocada pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista para discutir temas que merecem e exigem foco, latitude e profundidade”, vincou a deputada</p>
<p>Defendendo que a “liberdade de escolha sobre onde, como e com quem viver continua no direito a planear projetos de vida e a construir família”, Lia Ferreira explicou que foi por isso que o PS apresentou “uma proposta que clarifica a criminalização da esterilização forçada e, pela primeira vez, institui um Plano Nacional de Planeamento Familiar”, que salvaguarda os direitos sexuais e reprodutivos.</p>
<p>Lia Ferreira recordou que, “em novembro, foi indevidamente aprovada a possibilidade de associar a condição de recursos e contribuições familiares à assistência pessoal, ao serviço designado por apoio à vida independente”. Ora, uma das medidas que o PS traz permite corrigir este caminho, consagrando o modelo de apoio à vida independente como um direito universal, gratuito e sem condição de recursos.</p>
<p>“Com regras claras, financiamento, regulação dos centros de apoio à vida independente e expansão territorial progressiva, atualmente pouco mais de mil pessoas beneficiam deste serviço. O que nós queremos é que a lista de espera que já alcança mais do dobro possa, finalmente, ver os seus direitos reconhecidos”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O pacote legislativo que defendemos foi desenhado para acompanhar o ciclo de vida”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Grupo Parlamentar do PS acredita que “a liberdade de autonomia não pode depender do rendimento familiar, nem da capacidade de sacrifício de quem cuida ou de quem é cuidado”. Por isso, o pacote legislativo “foi desenhado para acompanhar o ciclo de vida”, salientou.</p>
<p>Lia Ferreira admitiu que uma das preocupações do PS é o facto de 40% das pessoas com deficiência viver com rendimentos abaixo do salário mínimo. Assim, propôs o reforço do emprego apoiado em mercado aberto, com a atualização dos escalões de apoio, simplificação dos procedimentos e criação da previsibilidade para trabalhadores e empregadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Não é um debate partidário, é um debate da democracia com representatividade”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Não é um debate partidário, é um debate da democracia com representatividade.  Por isso, apelamos a que este Parlamento esteja à altura desta responsabilidade histórica”, concluiu Lia Ferreira.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/s7xUbsKWqDE?si=7FkSdnxpEQFsCFFv" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Fugir do debate não é legítimo</strong></h5>
<p>No encerramento do debate, Eurico Brilhante Dias referiu que estes cidadãos “merecem que o Parlamento se foque nos seus problemas” e, acima de tudo, “que a disputa político-partidária não se entreponha na solução dos seus problemas”.</p>
<p>Por isso, o Partido Socialista procura que os restantes grupos parlamentares também contribuam com as suas propostas. “Não foi por acaso que tomámos a opção importante de dizer a todos os grupos parlamentares que podiam trazer as suas propostas a este debate e procuraremos viabilizar muitas delas para continuar este debate na especialidade”, esclareceu.</p>
<p>Criticando o PSD pela sua “falta de comparência” na discussão do tema, o presidente do Grupo Parlamentar do PS explicou à bancada social-democrata que “fugir do debate e não contribuir é que não é legítimo”.</p>
<p>Dos sete projetos de lei apresentados pelo PS, só dois foram aprovados, um que prevê um processo extraordinário de recuperação de juntas médicas de avaliação de incapacidade e outro para a criação de um regime jurídico dos estudantes com necessidades educativas específicas no ensino superior.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ahmRQRJymwc?si=Gd7CpWX8PG-Tbzwo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Direitos das pessoas com deficiência não podem continuar a depender de sensibilidades governativas</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/direitos-das-pessoas-com-deficiencia-nao-podem-continuar-a-depender-de-sensibilidades-governativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada Lia Ferreira apresentou o pacote legislativo que o PS submeteu hoje na Assembleia da República para promover uma maior autonomia das pessoas com deficiência<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada Lia Ferreira apresentou o pacote legislativo que o PS submeteu hoje na Assembleia da República para promover uma maior autonomia das pessoas com deficiência e avisou que os direitos das pessoas “não podem continuar a depender da sensibilidade governativa do momento”.</p>
<p>“Hoje assinalamos o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”, comentou Lia Ferreira, que frisou que não se trata de “um dia para celebrações”, mas sim de “um dia político e de reforço de compromissos”. E recordou que, “durante séculos, as pessoas com deficiência foram silenciadas, excluídas, institucionalizadas, privadas da sua autonomia e dignidade”.</p>
<p>Numa crítica dirigida à bancada da extrema-direita, a socialista afirmou que, no Parlamento, “fala-se ruidosamente de burcas, enquanto são silenciados e sonegados os direitos de pessoas com deficiência”.</p>
<p>Lia Ferreira disse ainda que o facto de ser a única deputada portuguesa com deficiência não é uma coincidência, mas sim o espelho da “falta de representatividade nas diferentes forças partidárias” e a “falta de coragem política para enfrentar a realidade da desigualdade estrutural”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Portugal continua a investir abaixo da média europeia na proteção social dirigida a esta população”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Segundo o Tribunal de Contas Europeu, 28,8% das pessoas com deficiência na União Europeia vivem em risco de pobreza, contra 18% da população geral”, avançou, deixando críticas à atuação do Governo: “Portugal continua a investir abaixo da média europeia na proteção social dirigida a esta população”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5h-UHcSxkxo?si=RanGNkr7ATCfmxky" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>PS sempre deu passos pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência</strong></h5>
<p>“Portugal conheceu avanços decisivos e a esmagadora maioria desses avanços teve a assinatura do Partido Socialista”, sublinhou Lia Ferreira, que lembrou que foi com “Mário Soares que a Constituição passou a consagrar direitos das pessoas com deficiência e que nasceu o Secretariado Nacional para a Reabilitação”.</p>
<p>Entre os avanços, a deputada destacou a prestação social para a inclusão, “como a maior reforça de combate à pobreza nesta área”, e o modelo de apoio à vida independente, “que devolve autonomia, liberdade e rompe com o ciclo de institucionalização”.</p>
<p>“O serviço de assistência pessoal permite viver em comunidade, como, onde e com quem a pessoa quiser, devolve a dignidade à pessoa e liberta também as famílias de um ‘cuidar’ permanente que o Estado empurrou durante décadas para dentro de casa”, explicou. No entanto, “esta conquista corre o risco de ser associada à condição de recursos e contribuições familiares”, alertou.</p>
<p>Lia Ferreira sustentou que, “ao abrigo de uma alegada sustentabilidade, Portugal está perto de violar a convenção e cometer retrocessos históricos politicamente inaceitáveis”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Portugal está perto de violar a convenção e cometer retrocessos históricos politicamente inaceitáveis”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vincando que “direitos humanos não têm preço nem podem depender da condição económica de ninguém”, a deputada congratulou-se por o Partido Socialista ter apresentado “o maior pacote legislativo que algum dia esta Câmara recebeu nesta área, alinhado com a Convenção das Nações Unidas, com a Estratégia Europeia e com as necessidades reais da população com deficiência”.</p>
<p>Assim, o PS deu entrada a um pacote legislativo com sete projetos de lei e duas resoluções, propondo a criação de um regime de promoção de acessibilidade universal; a criminalização da esterilização forçada; a consolidação do Modelo Definitivo de Apoio à Vida Independente; o reforço do Emprego Apoiado; um regime jurídico para os estudantes com necessidades educativas específicas no ensino superior; o alargamento da antecipação da pensão de velhice por deficiência; a garantia da pendência das juntas médicas; a atualização das bases de dados e produção de estudos independentes; e a garantia do voto acessível universal, com autonomia e em igualdade.</p>
<p>No final da sua intervenção, Lia Ferreira defendeu que “direitos não são favores nem podem continuar a depender da sensibilidade governativa do momento para decidir destinos de cidadania”.</p>
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		<item>
		<title>PS vai propor alterações ao Código de Conduta dos Deputados para acabar de vez com ambiente de violência verbal e intimidação</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-vai-propor-alteracoes-ao-codigo-de-conduta-dos-deputados-para-acabar-de-vez-com-ambiente-de-violencia-verbal-e-intimidacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 13:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Leitão]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Sofia Antunes]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alexandra Leitão defendeu hoje que “é tempo de dizer ‘basta’” ao “ambiente de violência verbal, de provocação e de intimidação que se vive na Assembleia da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandra Leitão defendeu hoje que “é tempo de dizer ‘basta’” ao “ambiente de violência verbal, de provocação e de intimidação que se vive na Assembleia da República” por parte do Chega e anunciou que o Grupo Parlamentar do PS vai propor alterações ao Código de Conduta dos Deputados, incluindo a previsão de sanções, e apelou à abertura das restantes bancadas para a discussão deste tema.</p>
<p>Numa conferência de imprensa na Assembleia da República, a presidente do Grupo Parlamentar do PS lamentou que, desde a anterior legislatura, se assista a “insultos e ameaças a deputados e a pessoas ausentes, incluindo líderes eleitos de países democráticos, atribuição de culpas coletivas e atitudes discriminatórias a grupos étnicos, imigrantes e minorias, colocação ilegal de pendões e tarjas na fachada e nas salas da Assembleia da República, difamação de pessoas inocentes, relatos de bullying, assédio e intimidação, dentro e fora do plenário, com insultos e afirmações trocistas relativas e dirigidas a deputados – e, em especial, a deputadas”.</p>
<p>Acompanhada da vice-presidente da bancada socialista Marina Gonçalves e das deputadas Ana Sofia Antunes e Lia Ferreira, Alexandra Leitão assegurou que o Grupo Parlamentar do PS “e outros grupos parlamentares já levaram várias destas situações à conferência de líderes, à Comissão de Transparência e Estatuto de Deputados e têm manifestado a sua indignação e repúdio dentro do plenário e nas comissões, mas sem sucesso”.</p>
<p>A líder parlamentar do PS mencionou o caso ocorrido ontem, em que se “atingiu um novo mínimo”: “Quando uma deputada do partido Chega intimidou de forma vexatória e discriminatória a deputada do Partido Socialista Ana Sofia Antunes”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Para quem tanto apela à ordem, o Chega é mesmo o oposto disso”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“Acresce que, na sessão plenária de ontem, a bancada do partido Chega insultou outras deputadas e deputados do Partido Socialista através de ofensas gravíssimas e ignóbeis, como foi audível por todos”. De acordo com Alexandra Leitão – e com deputados de vários partidos que o testemunharam e partilharam –foi usada a palavra “aberração” e também expressões como “isto não é uma esquina”, “pareces morta” e “és uma drogada”.</p>
<p>Agradecendo aos deputados de outras bancadas que denunciaram esta situação, a presidente do Grupo Parlamentar do PS comentou que ficou demonstrado “que há um chão comum de decência que vai para além das divergências políticas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Parlamento tem hoje um partido que ultrapassa limites da má educação</strong></p>
<p>Ora, apesar de o Código de Conduta dos Deputados prever o dever de urbanidade e de lealdade, e de o Regimento prever regras sobre admoestação – que foram suficientes durante 50 anos de democracia –, “é claro que isso hoje é manifestamente insuficiente”, porque temos hoje “uma força partidária que passa todos os limites da má educação, da grosseria, da indignidade, da indecência, da falta total de empatia”, criticou.</p>
<p>Assim, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista “vai estudar e propor alterações ao Código de Conduta no sentido de tornar mais efetivo o cumprimento destes e de outros deveres que possam ser consagrados como, por exemplo, o dever de correção, incluindo a previsão de sanções como já existem em parlamentos de vários países e no Parlamento Europeu”, avançou.</p>
<p>“O Partido Socialista apela a que o senhor presidente da Assembleia da República colabore nesse debate, tendo em conta as elevadas funções que desempenha, designadamente, de zelar pelo prestígio da instituição parlamentar” e apela a que Aguiar-Branco “apresente, em nome da Assembleia da República, um pedido de desculpas à senhora deputada Ana Sofia Antunes e que, de futuro, tudo faça para evitar a agressão verbal a que deputadas e deputados estão hoje sujeitos neste ambiente de degradação do Parlamento”, acrescentou.</p>
<p>A líder parlamentar socialista notou que o presidente da Assembleia da República não endereçou à deputada Ana Sofia Antunes um pedido desculpas no início do plenário desta manhã, o que “teria sido uma excelente ocasião”.</p>
<p>Alexandra Leitão pediu ainda a colaboração para este debate de “todas as forças políticas que se reveem na dignidade da instituição parlamentar e no regime democrático”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Chegámos a um limiar em que alguma coisa tem de ser feita</strong></p>
<p>Durante a conferência de imprensa, a deputada Ana Sofia Antunes vincou que “as pessoas com deficiência são pessoas com direitos, com deveres e participam na sociedade”, e garantiu que se sente no “direito de intervir sobre direitos das pessoas com deficiência” as vezes que lhe aprouver e que o Partido Socialista entender que o deve fazer.</p>
<p>Para a socialista, o mais grave do episódio de ontem foi, na sua pessoa, “terem sido ofendidas no plenário todas as pessoas com deficiência, rotuladas como incapazes, inábeis ou incompetentes”.</p>
<p>“Chegámos a um limiar em que alguma coisa tem de ser feita”, defendeu.</p>
<p>Ana Sofia Antunes comentou ainda que não acredita que “aqueles que se identificam com determinadas forças políticas alegando que eles vêm para ‘mudar isto tudo’ e para fazer diferente se identifiquem com este tipo de posturas”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-vai-propor-alteracoes-ao-codigo-de-conduta-dos-deputados-para-acabar-de-vez-com-ambiente-de-violencia-verbal-e-intimidacao/">PS vai propor alterações ao Código de Conduta dos Deputados para acabar de vez com ambiente de violência verbal e intimidação</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS chama ministra da Segurança Social à AR para explicar alarmismo que tem alastrado na sociedade</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-chama-ministra-da-seguranca-social-a-ar-para-explicar-alarmismo-que-tem-alastrado-na-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 10:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Cabrita]]></category>
		<category><![CDATA[pensões]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Barbosa Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS requereu, com caráter de urgência, a audição da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para esclarecer as intenções do Governo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-chama-ministra-da-seguranca-social-a-ar-para-explicar-alarmismo-que-tem-alastrado-na-sociedade/">PS chama ministra da Segurança Social à AR para explicar alarmismo que tem alastrado na sociedade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS requereu, com caráter de urgência, a audição da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para esclarecer as intenções do Governo relativamente ao futuro do sistema de Segurança Social e, em particular, ao regime de pensões, depois de o Governo ter lançado, nos últimos dias, uma série de dúvidas sobre o futuro da Segurança Social que causam alarmismo e lançam desconfiança sobre o sistema.</p>
<p>No requerimento, os deputados Tiago Barbosa Ribeiro, Miguel Cabrita, Ana Bernardo e Lia Ferreira recordam que a ministra do Trabalho já indicou que pretende “avaliar o regime de reformas antecipadas, avançar com um estudo tendente à revisão atuarial da TSU, avaliar o sistema em conjunto com a Caixa Geral de Aposentações, regime fechado e deficitário, ou estudar soluções de sistemas complementares, incluindo capitalização individual”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“A opacidade que o Governo tem feito alastrar no espaço público obriga a respostas mais elucidativas”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Já numa audição regimental, a 15 de janeiro, Maria do Rosário Palma Ramalho anunciou “a constituição de um novo grupo de trabalho neste âmbito, já depois de conhecidas as conclusões do Livro Verde para a Sustentabilidade do Sistema Previdencial”, frisam.</p>
<p>“Sabe-se agora, através da comunicação social, que este novo grupo de trabalho poderá ser coordenado pelo Professor Jorge Bravo, economista com currículo na área dos seguros e fundos de pensões e que colaborou como perito na auditoria do Tribunal de Contas que lança um conjunto de dúvidas quanto à sustentabilidade da Segurança Social”, salientam os socialistas.</p>
<p>Os deputados do PS criticam o Governo por deixar “mensagens pouco claras quanto ao que projeta fazer, mas suficientemente fortes para gerarem uma situação de alarme entre trabalhadores e pensionistas”. No requerimento, os parlamentares perguntam mesmo se “é esta a forma de abrir caminho a uma reforma da Segurança Social pouco esclarecida ou, até, rumo à privatização do sistema”.</p>
<p>Para os socialistas, a “opacidade que o Governo tem feito alastrar no espaço público obriga a respostas mais elucidativas quanto ao futuro deste que é um direito constitucionalmente protegido, o direito à Segurança Social”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-chama-ministra-da-seguranca-social-a-ar-para-explicar-alarmismo-que-tem-alastrado-na-sociedade/">PS chama ministra da Segurança Social à AR para explicar alarmismo que tem alastrado na sociedade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mudança de práticas é essencial para a melhoria de acessibilidades</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/mudanca-de-praticas-e-essencial-para-a-melhoria-de-acessibilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 19:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidades]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Ferreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.psparlamento.pt/?p=24367</guid>

					<description><![CDATA[<p>A deputada do PS Lia Ferreira apresentou hoje medidas para a melhoria das condições de acessibilidade, como a adoção de planos plurianuais de intervenção, e indicou<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/mudanca-de-praticas-e-essencial-para-a-melhoria-de-acessibilidades/">Mudança de práticas é essencial para a melhoria de acessibilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do PS Lia Ferreira apresentou hoje medidas para a melhoria das condições de acessibilidade, como a adoção de planos plurianuais de intervenção, e indicou que 10,9% de pessoas em Portugal “veem-se privadas da sua cidadania plena” devido a práticas de exclusão do meio envolvente, e não por causa da sua deficiência.</p>
<p>Salientando que a acessibilidade “é um direito fundamental” e que a sua falta “condiciona o exercício de direitos”, Lia Ferreira destacou o papel dos sucessivos governos do Partido Socialista em matéria de acessibilidade e inclusão, “liderando as grandes transformações”.</p>
<p>A socialista sublinhou que “foi um Governo do PS que ratificou a convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual emergiu o paradigma dos direitos fundamentais, a autodeterminação e a autonomia no centro das políticas públicas”.</p>
<p>“Só nos últimos oito anos, o PS mobilizou 77 milhões de euros para acessibilidades”, destacou Lia Ferreira, defendendo que, mesmo assim, ainda há trabalho por fazer, como regularizar, financiar, sensibilizar, diagnosticar e fiscalizar, bem como provocar a mudança de práticas.</p>
<p>Assim, o Grupo Parlamentar do PS recomenda “planos plurianuais de intervenção para toda a administração pública, central e local, atualizados trianualmente, abrangendo a via pública, edifícios e transportes”; um “financiamento anual consistente ajustado às necessidades”; uma “intervenção transversal”; “formação técnica e sensibilização, nomeadamente de profissionais e comunidade em geral”; e ainda uma “monitorização muito rigorosa dos planos plurianuais”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/c-8clyBSJT4?si=xYxXQOvupUDm4p1r" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/mudanca-de-praticas-e-essencial-para-a-melhoria-de-acessibilidades/">Mudança de práticas é essencial para a melhoria de acessibilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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