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	<title>Arquivo de Miguel Matos - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de Miguel Matos - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<item>
		<title>PS apresenta cerca de 100 propostas de alteração a um Orçamento que é de “fim de festa”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:44:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[António Mendonça Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Eurico Brilhante Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[OE26]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[propostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista apresentou hoje cerca de cem propostas de alteração ao Orçamento do Estado (OE) para 2026, tendo Eurico Brilhante Dias avisado<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista apresentou hoje cerca de cem propostas de alteração ao Orçamento do Estado (OE) para 2026, tendo Eurico Brilhante Dias avisado que o PS não será um álibi do Executivo para haver défice orçamental no próximo ano.</p>
<p>Numa conferência de imprensa com o vice-presidente da bancada António Mendonça Mendes e com o deputado coordenador na área das finanças Miguel Costa Matos, Eurico Brilhante Dias anunciou que os socialistas vão submeter cerca de cem propostas de alteração com dois princípios base: “Cumprir com as pessoas e respeitar quem cuida, com quatro áreas de intervenção prioritárias – jovens, interior, habitação e serviços públicos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“É um Orçamento de fim de festa, depois de esgotada a margem orçamental que os governos do Partido Socialista deixaram no fim do ano 2023”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Assegurando que as propostas mantêm o excedente orçamental apresentado pelo Governo da AD, o presidente do Grupo Parlamentar do PS considerou o OE “um Orçamento de fim de festa, depois de esgotada a margem orçamental que os governos do Partido Socialista deixaram no fim do ano de 2023”.</p>
<p>Trata-se de um Orçamento que “tem suborçamentação de despesa e sobre orçamentação de receita”, criticou Eurico Brilhante Dias, que garantiu que “não é com as propostas do Partido Socialista que o Governo tem um álibi para ter défice orçamental em 2026”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Não é com as propostas do Partido Socialista que o Governo tem um álibi para ter défice orçamental em 2026”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>O líder parlamentar adiantou, no quadro de cumprir com as pessoas, que o PS “apresenta um aumento estrutural das pensões de reforma, fazendo a conversão do bónus pontual num aumento permanente das pensões”.</p>
<p>Alertando que o Governo da AD poderá, por portaria, aumentar o imposto sobre produtos petrolíferos (ISP), os socialistas apresentam uma proposta que obriga o Governo, caso aumente o ISP, a ir à Assembleia da República “para que essa margem orçamental seja utilizada para baixar o IVA dos bens alimentares”.</p>
<p>No quadro do alojamento estudantil e do PRR, o PS quer “garantir fontes de financiamento alternativas aos investimentos em escolas, em hospitais, em creches”, investimentos esses que, entretanto, foram retirados, disse.</p>
<p>Focando-se no respeito a quem cuida, o PS propõe, para os bombeiros voluntários, a isenção de IRS para gratificações até 2.600 euros. No caso dos antigos combatentes, os deputados querem o aumento do complemento e do suplemento em 50%, que será feito de forma faseada em dois exercícios orçamentais, 2026 e 2027.</p>
<p>“Numa área muito importante que diz respeito à assistência aos filhos que têm doença oncológica”, o PS quer “aumentar o subsídio de assistência aos pais, um aumento até três IAS e aumentando a percentagem para 85%”, avançando igualmente “com uma proposta para com o Governo, durante o ano de 2026, termos uma proposta sobre o subsídio de funeral destas crianças”, explicou Eurico Brilhante Dias.</p>
<p>O líder parlamentar do PS acrescentou que, do leque de propostas, consta uma que os governos do Partido Socialista vinham a desenvolver: a atualização do subsídio de patrulha da GNR e da PSP, também faseada em dois anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>PS quer bloquear aumento das propinas</strong></h5>
<p>Focando-se nas propostas para os mais jovens, o deputado Miguel Costa Matos recordou que, pela primeira vez em cinco anos, um Orçamento do Estado aumenta as propinas. “Isto é uma mudança que vai no sentido contrário àquilo que precisamos, numa altura em que tivemos, pela primeira vez, uma redução no número de jovens a aceder ao ensino superior”, criticou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O Partido Socialista pretende posicionar-se junto do movimento estudantil no sentido de bloquear este aumento das propinas”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“O Partido Socialista pretende posicionar-se junto do movimento estudantil no sentido de bloquear este aumento das propinas e assegurar o congelamento das propinas em todos os ciclos de estudo”, sustentou o parlamentar, adiantando que o PS propõe o fim da propina mínima que estava fixada em 495 euros.</p>
<p>“Isto é uma solução que é aprovada para cada ano e nós entendemos que é necessário adotar uma solução estrutural no sentido de assegurar o acesso aos mestrados por parte dos jovens.  É neste sentido que vamos apresentar uma proposta para que este ano se inicie o processo, em conjunto com as instituições de ensino superior, para a definição de um teto máximo das propinas aos mestrados”, acrescentou.</p>
<p>O Partido Socialista quer ainda que os estudantes deslocados possam ter uma dupla inscrição nos centros de saúde para poderem aceder ao Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Estágios nos mestrados em Educação devem ser remunerados</strong></h5>
<p>Olhando para o interior do país, o PS propõe, “a partir do segundo trimestre de 2026, a isenção para todos os residentes no Alentejo das portagens da A6 e do troço da A2 que serve a região do Alentejo”, revelou António Mendonça Mendes.</p>
<p>O Governo atribuiu apenas um milhão de euros aos pactos com o interior. Valorizando a coesão territorial, o PS pretende “retirar da dotação centralizada do Ministério das Finanças 10 milhões de euros para alocar ao interior e, em particular, começar a desenvolver os contratos territoriais de desenvolvimento, começando por um projeto piloto com a região do Tâmega e Sousa”, explicou.</p>
<p>Já na área da educação, António Mendonça Mendes frisou a falta de professores. “Já lá vai o tempo em que tínhamos ministros da Educação que diziam que Portugal tinha professores a mais”, ironizou. Assim, o PS propõe a remuneração dos estágios obrigatórios que os estudantes de mestrado de Ensino têm de fazer para poderem aceder à profissão de professor.</p>
<p>Apontando um setor “que tem sido tão abandonado e tão inexistente por parte deste Governo” – o da cultura –, o vice-presidente da bancada do PS lembrou o papel da rádio no apagão deste ano. “É preciso continuar a apoiar as rádios e a autonomia energética das rádios” e, por isso, os socialistas fazem um “programa de apoio às rádios para a autonomia energética, para poderem fazer a aquisição de geradores, com uma dotação que começa por 1,5 milhão de euros”.</p>
<p><span style="font-size: 80%;">Leia também:</span></p>
<ul>
<li><a style="color: #79c940 !important; font-weight: 600;" href="https://www.psparlamento.pt/wp-content/uploads/2025/11/apresentacao-propostas-alteracao-GPPS-OE2026.pdf" target="_blank" rel="noopener">Apresentação das propostas de alteração GPPS ao Orçamento do Estado para 2026</a>.</li>
<li><a style="color: #79c940 !important; font-weight: 600;" href="https://www.psparlamento.pt/oe2026/" rel="noopener">Lista das propostas de alteração GPPS ao OE2026</a>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>PS quer resolver os problemas reais de quem investe em solar descentralizado</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-resolver-os-problemas-reais-de-quem-investe-em-solar-descentralizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 11:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[painéis fotovoltaicos]]></category>
		<category><![CDATA[solar descentralizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS apresentou um projeto de lei que “responde aos problemas reais das pessoas que fazem investimento em solar descentralizado”, assegurou o deputado<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS apresentou um projeto de lei que “responde aos problemas reais das pessoas que fazem investimento em solar descentralizado”, assegurou o deputado Miguel Costa Matos.</p>
<p>“As energias renováveis são um imperativo moral, económico e científico”, porque “substituem fontes de energia fóssil e, assim, combatem as alterações climáticas, e também porque tornam a nossa energia mais barata” e, consequentemente, as empresas mais competitivas, apontou o socialista na apresentação do projeto do PS.</p>
<p>Miguel Costa Matos lembrou que existem “nas comunidades locais tensões crescentes sobre a ocupação da paisagem para construção de centrais fotovoltaicas e para os cabos de média e alta tensão que a transportam”. Por outro lado, existe o Plano Nacional de Energia e Clima para cumprir, que prevê mais do que duplicar a potência instalada de solar descentralizado.</p>
<p>Sustentando que o Partido Socialista começou a preparar esta legislação há muito tempo, “ouvindo no território quem instala e quem investe no solar descentralizado”, Miguel Costa Matos revelou que identificaram quatro grandes desafios: “O primeiro, a falta de liquidez ou de parceiros com quem investir. O segundo, a falta de informação sobre a quem vender a energia. O terceiro, a dificuldade do condomínio em aprovar a instalação dos painéis. E o quarto, a dificuldade do Estado em licenciar”.</p>
<p>Ora, o projeto de lei do PS visa responder “de forma simples, incontroversa, mas eficaz a cada uma delas”, garantiu.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UxD6VXtE788?si=y-7p5YXxi6zXFjbM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Os socialistas detetaram ainda “um mercado crescente de agregadores” – são agora 58 –, que deixam “os pequenos produtores confusos sobre a quem e em que condições podem vender energia”, disse o deputado.</p>
<p>“É nesse sentido que o PS propõe a criação, pela ERSE, de um comparador de preços agregadores e também reforça o mandato e a disponibilidade do agregador de último recurso, simplificando a vida aos pequenos produtores”, adiantou.</p>
<p>Sobre a autorização dos condomínios na instalação dos painéis, Miguel Costa Matos considera a atual maioria de dois terços do prédio “um patamar demasiado alto”, defendendo antes uma maioria simples.</p>
<p>Quanto à capacidade de investir, a verdade é que “as pessoas continuam a ter pouco dinheiro”, comentou. Por isso, começa a nascer um mercado para uma outra forma de investimento: “Empresas que arrendem os telhados, as coberturas, os solos não construídos, os solos agrícolas não produtivos, e sejam elas a meter o investimento”.</p>
<p>“Estes contratos de aproveitamento energético renovável são um novo instrumento que nós devemos reconhecer, valorizar e dar o devido suporte regulamentar”, defendeu o deputado do PS.</p>
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		<item>
		<title>PS chama ministros das Finanças e do Trabalho à AR para esclarecerem se apoios sociais isentos de IRS vão ser taxados</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-chama-ministros-das-financas-e-do-trabalho-a-ar-para-esclarecerem-se-apoios-sociais-isentos-de-irs-vao-ser-taxados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apoios sociais]]></category>
		<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado Miguel Costa Matos anunciou que o Grupo Parlamentar do PS vai chamar à Assembleia da República os ministros de Estado e das Finanças, e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Miguel Costa Matos anunciou que o Grupo Parlamentar do PS vai chamar à Assembleia da República os ministros de Estado e das Finanças, e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, depois de o Governo ter admitido a possibilidade de taxar apoios sociais em sede de IRS que atualmente estão isentos.</p>
<p>O coordenador dos socialistas na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública explicou esta manhã, numa declaração à comunicação social, que as prestações sociais existem – e não pagam IRS – para “apoiar as pessoas quando elas precisam” e combater a pobreza. É o que se faz “numa sociedade decente”, vincou.</p>
<p>“O Governo da AD quer criar uma noção sintética de rendimento para efeitos de IRS, com o objetivo expresso – escrito no programa de Governo – de fazer com que pessoas que neste momento não pagam IRS passem a pagar, para assim poderem baixar as taxas para as demais”, denunciou. De acordo com o socialista, trata-se de “uma maneira de dar com uma mão e tirar com a outra”.</p>
<p>Após terem questionado o Governo da AD por diversas formas sobre este assunto, sempre sem qualquer resposta, os deputados do PS consideram que é hora de o Executivo da AD esclarecer se as prestações sociais vão ou não ser tributadas. “É por isso que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista irá dar entrada a um requerimento para, com caráter de urgência, chamar o ministro do Estado e das Finanças e a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para virem ao Parlamento prestar esclarecimentos”, frisou.</p>
<p>Miguel Costa Matos reafirmou que esta tentativa do Governo é “incompreensível para as bolsas artísticas, científicas ou desportivas que, neste momento, não pagam IRS”, e é “especialmente preocupante para as pessoas que precisam, que recebem prestações sociais e que o Governo quer agora, com outra mão, tirar através da tributação do IRS”.</p>
<p>“Nos últimos dias surgiram também relatos preocupantes de pessoas que estão a ser excluídas de acesso a prestações sociais, alegadamente devido a uma nova equivalência entre rendimento e prestações sociais”, lamentou.</p>
<p>Para Miguel Costa Matos, “está na altura de sabermos ser uma sociedade decente e de podermos dizer às pessoas que recebem prestações sociais se vão ou não ser tributadas nesta mudança radical de um Governo que, infelizmente, não está ao lado de quem precisa”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-chama-ministros-das-financas-e-do-trabalho-a-ar-para-esclarecerem-se-apoios-sociais-isentos-de-irs-vao-ser-taxados/">PS chama ministros das Finanças e do Trabalho à AR para esclarecerem se apoios sociais isentos de IRS vão ser taxados</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS pergunta à MAI quais os resultados da avaliação ao SIRESP prometida depois do apagão</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-pergunta-a-mai-quais-os-resultados-da-avaliacao-ao-siresp-prometida-depois-do-apagao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 16:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Administração Interna]]></category>
		<category><![CDATA[MAI]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[SIRESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Socialista, na sequência de uma visita realizada hoje ao SIRESP, dirigiu uma pergunta à ministra da Administração Interna sobre a avaliação ao<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-pergunta-a-mai-quais-os-resultados-da-avaliacao-ao-siresp-prometida-depois-do-apagao/">PS pergunta à MAI quais os resultados da avaliação ao SIRESP prometida depois do apagão</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Socialista, na sequência de uma visita realizada hoje ao SIRESP, dirigiu uma pergunta à ministra da Administração Interna sobre a avaliação ao sistema SIRESP prometida pelo Governo em abril deste ano depois do apagão que afetou Portugal e Espanha, questionando o motivo para a equipa de trabalho ainda não ter sido apresentado qualquer resultado, apesar da urgência declarada e de já ter sido ultrapassado o prazo inicial de 90 dias.</p>
<p>Dois dias depois do apagão de 28 de abril de 2025, a então ministra da Administração Interna prometia uma “avaliação muito rigorosa” das falhas do sistema, tendo o Governo determinado, através de um despacho a 8 de maio, a criação urgente de uma equipa técnica multissetorial com a missão específica de realizar um estudo técnico-estratégico que sustente a substituição do SIRESP por um sistema mais resiliente e eficiente.</p>
<p>Apesar da urgência, apenas a 17 de julho foi designado o coordenador desta equipa, ficando comprometido o prazo inicial de 90 dias, que terminou no dia 29 de julho de 2025.</p>
<p>Para os socialistas, é também “relevante que o Governo tenha decidido antecipadamente pela substituição do sistema, ao invés do investimento continuado na rede existente”. Assim, perguntam à ministra da Administração Interna quais os relatórios e análises que sustentam esta decisão.</p>
<p>Os parlamentares questionam que medidas estão a ser adotadas para assegurar que, até à substituição efetiva do SIRESP, o atual sistema se mantenha plenamente operacional e robusto face a novas situações de crise ou emergência. Referem ainda que a empresa que gere o SIRESP se encontra sem presidente desde o final de março de 2024, situação que tinha sido identificada como prioritária na pasta de transição do XXIII para o XXIV Governo.</p>
<p>“A demora do Governo em resolver a situação do SIRESP merece a nossa preocupação, porquanto deixa os cidadãos mais vulneráveis e o Estado menos capaz de prestar resposta e socorro”, alertam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PRR está a reforçar capacidade do SIRESP</strong></p>
<p>O deputado Miguel Costa Matos, primeiro subscritor desta pergunta, visitou esta tarde, juntamente com o deputado André Rijo, as instalações do SIRESP para apurar como está a funcionar o sistema, numa altura em que já arderam quase 30 mil hectares este ano em mais de 4.500 incêndios, que a área ardida é sete vezes superior face ao mesmo período do ano passado e quando milhares de agentes de proteção civil dependem da rede SIRESP para combater incêndios rurais e organizar as operações de socorro.</p>
<p>Na visita, os parlamentares do PS testemunharam que “o sistema está, neste momento, a responder bem”, estando melhor que no ano passado, assegurou Miguel Costa Matos em declarações à comunicação social. “Em relação ao apagão, as falhas que foram verificadas, que se circunscreveram apenas a 15% das estações-base, já teriam sido em grande parte debeladas se os investimentos do PRR já estivessem concluídos”, revelou. Pode-se concluir que “o PRR está a servir para reforçar a capacidade do SIRESP, que é um sistema no qual a proteção civil e os cidadãos podem confiar para estar pronto para o socorro que é necessário nestas situações”, asseverou.</p>
<p>Miguel Costa Matos mostrou preocupação com a necessidade de recursos humanos. “Foi solicitada a contratação de pessoal no sentido de passar dos atuais 14 efetivos para 29, mas o Governo, no ano passado, recusou essa contratação de pessoal para o SIRESP”, denunciou o socialista, considerando a situação “alarmante”, ao que se acrescenta a inexistência de um presidente do sistema.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PS denuncia falta de cinco helicópteros de combate a incêndios rurais</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-denuncia-falta-de-cinco-helicopteros-de-combate-a-incendios-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 10:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Grândola]]></category>
		<category><![CDATA[helicóptero]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Mafra]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Ourique]]></category>
		<category><![CDATA[Portalegre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS dirigiu uma pergunta à ministra da Administração Interna sobre qual o motivo para os meios aéreos do Dispositivo Especial de Combate<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-denuncia-falta-de-cinco-helicopteros-de-combate-a-incendios-rurais/">PS denuncia falta de cinco helicópteros de combate a incêndios rurais</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS dirigiu uma pergunta à ministra da Administração Interna sobre qual o motivo para os meios aéreos do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) não estarem disponíveis em Mafra, Portalegre, Moura, Grândola e Ourique, e acusou o Governo de incapacidade de garantir a proteção dos cidadãos e do país.</p>
<p>“Na visita que o secretário-geral do PS realizou, no passado dia 8 de julho, à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), afirmou-se que os meios humanos e materiais eram os mesmos do ano anterior”, no entanto verificou-se que o helicóptero afeto ao Centro de Meios Aéreos de Mafra se encontra indisponível, denunciam os socialistas numa pergunta dirigida ao Ministério da Administração Interna.</p>
<p>A indisponibilidade deste meio “compromete a capacidade de resposta imediata na Grande Lisboa e obriga à deslocação de meios aéreos mais distantes, com perda de tempo crítico e eventual prejuízo para incêndios a deflagrar nessa ou noutras regiões”, alertam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O DECIR constitui a principal estrutura de resposta operacional nacional a fogos florestais”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Na pergunta, que tem como primeiro subscritor o deputado Miguel Costa Matos, os socialistas sublinham que o DECIR “constitui a principal estrutura de resposta operacional nacional a fogos florestais”.</p>
<p>Há igualmente “relato de que não estão disponíveis os meios aéreos previstos para Moura, Grândola, Ourique e Portalegre” e, “em face destes cinco meios aéreos em falta, a ANEPC precisa de deslocar diariamente os meios aéreos em pré-posicionamentos, tendo em conta o perfil de risco de incêndios rural nos diferentes territórios”.</p>
<p>Os deputados do PS explicam que estas deslocações “implicam a saída de manhã, regressando ao final do dia à posição de origem tanto do meio aéreo, como da sua respetiva tripulação”.</p>
<p>“Esta situação levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento dos contratos de locação destes meios aéreos e os compromissos assumidos, bem como à capacidade do Governo em assegurar a operacionalidade plena do dispositivo de combate a incêndios numa das zonas mais densamente povoadas do país”, avisam.</p>
<p>Os deputados do Partido Socialista questionam, assim, a ministra sobre o motivo para cada um destes meios aéreos não estar disponível. Querem igualmente saber qual o impacto orçamental estimado em acréscimo de horas contratadas devido à necessidade de realizar pré-posicionamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Fica evidenciada uma alarmante falta de capacidade do Governo em garantir os níveis adequados de proteção e socorro”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Os socialistas deixam uma crítica ao Executivo da AD: “Conjugada com a grave falha de disponibilidade de meios aéreos no INEM, fica evidenciada uma alarmante falta de capacidade do Governo em garantir os níveis adequados de proteção e socorro aos cidadãos portugueses e ao território nacional”.</p>
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		<title>Não há floresta segura se não for produtiva</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/nao-ha-floresta-segura-se-nao-for-produtiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 18:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[floresta produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado do PS Miguel Costa Matos instou o Parlamento a reforçar as regras de corte de árvores e a harmonizar regimes contraordenacionais em matéria florestal,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado do PS Miguel Costa Matos instou o Parlamento a reforçar as regras de corte de árvores e a harmonizar regimes contraordenacionais em matéria florestal, e avisou que “não haverá floresta segura se não tivermos uma floresta produtiva”.</p>
<p>“A floresta sem gestão é um barril de pólvora”, afirmou Miguel Costa Matos durante a apresentação do projeto de lei do PS, defendendo que uma floresta produtiva não pode ter só eucaliptos e pinheiros.</p>
<p>O deputado do PS reforçou que Portugal tem de ter “alguma floresta de conservação, mas não haverá floresta segura se não tivermos uma floresta produtiva”.</p>
<p>“É preciso promover a criação de mosaicos que reduzam o risco de incêndio e, para isso, não se pode cortar de qualquer jeito”, disse Miguel Costa Matos, recordando que é por este motivo que, desde 2021, “o Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais prevê a revisão das regras de corte”.</p>
<p>Rejeitando a possibilidade de se poder cortar floresta sem autorização em áreas protegidas, o socialista defendeu que o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) “deve poder impor medidas de proteção, o corte seletivo, o corte faseado, a obrigação de replantação, a proteção de plantas, de animais e do solo”. “Mas também não podemos permitir que o ICNF ponha a floresta na gaveta e deixe o produtor mais de 45 dias à espera”, alertou.</p>
<p>“Temos de acabar com o corte em terrenos alheios, encorajar as pessoas a registarem os seus terrenos. Qualquer corte, dentro ou fora das áreas protegidas, deve provar quem é o dono e, se não for o próprio a cortar, que tem autorização para o efeito”, sublinhou.</p>
<p>Miguel Costa Matos disse ainda que se deve “punir mais quem não cumpre”, bem como serem os próprios municípios a fiscalizar.</p>
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		<title>PS defende uma proteção subsidiária para refugiados climáticos</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-defende-uma-protecao-subsidiaria-para-refugiados-climaticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados climáticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado do Partido Socialista Miguel Costa Matos defendeu, hoje, a urgência de Portugal conceder proteção subsidiária a migrantes sujeitos a eventos climáticos extremos, em coerência<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado do Partido Socialista Miguel Costa Matos defendeu, hoje, a urgência de Portugal conceder proteção subsidiária a migrantes sujeitos a eventos climáticos extremos, em coerência com o que foi aprovado na Lei de Bases do Clima.</p>
<p>Durante a apresentação do projeto de lei do PS, Miguel Costa Matos frisou que, “em 2024, os dez eventos climáticos mais danosos causaram a morte a cerca de duas mil pessoas e danos no valor de 229 mil milhões de dólares”.</p>
<p>“Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, entre os mais de 120 milhões de pessoas deslocadas a nível mundial, cerca de três quartos vive em países fortemente afetados pelas alterações climáticas, sendo que até 2040 o ACNUR prevê ainda a subida do número de países a enfrentar eventos climáticos extremos de três para 65”, sublinhou o socialista.</p>
<p>Neste contexto, o Grupo Parlamentar do PS defende que se deve estabelecer a diferença entre &#8220;quem é imigrante por motivos económicos e sociais, que deve estar sujeito a um estatuto, mesmo que essa migração seja agravada pelas alterações climáticas, de quem procura refúgio porque foi afetado por um fenómeno climático extremo”.</p>
<p>Miguel Costa Matos notou que o PS não está isolado na defesa do acolhimento de quem &#8220;desesperadamente procura asilo”, o mesmo é defendido pelo conjunto de partidos que aprovaram a Lei de Bases do Clima – todos os partidos com exceção do Chega e da Iniciativa Liberal –, que clamava “por um estatuto internacional do refugiado climático”.</p>
<p>A bancada socialista quer “ir além” no conceito de proteção subsidiária, acrescentou o deputado, indicando que “já há 17 países da União Europeia que vão além da definição prevista nas normas europeias e há mesmo três países – Suécia, Finlândia e Itália – onde a proteção dos migrantes climáticos já consta da lei”.</p>
<p>O que o PS propõe “não é nenhuma inovação” nem “nenhuma extravagância”, concluiu Miguel Costa Matos assegurando que, por isso, “não devia ser polémica”.</p>
<p>“É não ficarmos à espera de um dia haver um acordo internacional, porque eles demoram e os eventos climáticos extremos não esperam por nós; é termos a decência moral e humana de acolher quem precisa”, sustentou o deputado do PS.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RaPIt5nPiT8?si=CnwOStsevVJdtMAI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>PS quer a proteção ambiental como objetivo do ordenamento do espaço marítimo</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-a-protecao-ambiental-como-objetivo-do-ordenamento-do-espaco-maritimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 19:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[espaço marítimo]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[ordenamento do espaço marítimo]]></category>
		<category><![CDATA[proteção ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado do PS Miguel Costa Matos defendeu hoje a importância de se incluir na Lei de Enquadramento Orçamental o processo consagrado na Lei de Bases<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado do PS Miguel Costa Matos defendeu hoje a importância de se incluir na Lei de Enquadramento Orçamental o processo consagrado na Lei de Bases do Clima e considerou ser também o momento certo para se rever a Lei de Bases da Política de Ordenamento e de Gestão do Espaço Marítimo Nacional para incluir a “proteção ambiental como objetivo do ordenamento do espaço marítimo”.</p>
<p>Salientando que a Lei de Bases do Clima “é uma das mais ambiciosas leis do clima do mundo”, Miguel Costa Matos apresentou o projeto de lei do Partido Socialista que propõe que “a Lei de Enquadramento Orçamental passe a refletir o processo que já aprovámos na Lei de Bases do Clima”.</p>
<p>“É uma harmonização entre leis que esperamos que possa ser consensual”, explicou o socialista.</p>
<p>De acordo com Miguel Costa Matos, trata-se de um “aprimoramento da Lei de Enquadramento Orçamental que não exclui a reforma que ela agora precisa por causa da aprovação das novas regras orçamentais europeias. Mas é um aprimoramento que não deve esperar mais”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tKUY1fz6pPU?si=zAdv2BuXKObkZ40Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O deputado do PS disse depois que “uma das áreas onde a Lei de Bases do Clima tem no espírito, mas não tem na letra da lei é na mineração do mar profundo”. E o PS quer alterar isso.</p>
<p>“O mar profundo tem minerais de grande valor económico, mas cuja mineração comporta riscos graves”, como a “criação de nuvens de poeiras tóxicas que ameaçam a vida marinha” e a “poluição que ameaça não só os ecossistemas, mas a própria saúde humana”, alertou.</p>
<p>Miguel Costa Matos indicou que são já “34 os países que se manifestaram contra a autorização e regulamentação desta atividade, porque o valor económico não pode valer tudo”.</p>
<p>Aproveitando que o PSD decidiu juntar-se agora a esta causa, o Partido Socialista considera que é uma oportunidade para se rever “a Lei de Bases da Política de Ordenamento e de Gestão do Espaço Marítimo Nacional para incluir a precaução como princípio, mas também a proteção ambiental como objetivo do ordenamento do espaço marítimo”. Miguel Costa Matos admitiu ter a esperança de que “mereça a concordância de todos os grupos parlamentares”.</p>
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		<title>Novo Banco: PS questiona ministro das Finanças e Banco de Portugal sobre antecipação do fim do Acordo de Capitalização Contingente</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/novo-banco-ps-questiona-ministro-das-financas-e-banco-de-portugal-sobre-antecipacao-do-fim-do-acordo-de-capitalizacao-contingente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 14:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Capitalização Contingente]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[BdP]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[ministro das Finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista dirigiu um requerimento ao ministro de Estado e das Finanças (MEF) e ao Banco de Portugal (BdP) para obter esclarecimentos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista dirigiu um requerimento ao ministro de Estado e das Finanças (MEF) e ao Banco de Portugal (BdP) para obter esclarecimentos sobre o acordo entre o Governo, BdP e Lone Star, através do qual ambos desistem de todas as ações arbitrais em que podiam recuperar valores pagos pelo Estado, através do fundo de resolução, no Novo Banco.</p>
<p>Segundo foi confirmado à imprensa, o Ministério das Finanças “esteve sempre envolvido nas negociações entre o Fundo de Resolução e o Novo Banco”, tendo dado luz verde à celebração do acordo.</p>
<p>“O Estado, através do Fundo de Resolução, ‘investiu’ 3.405 milhões de euros no Novo Banco. Isso já não acontecia há alguns anos, porque o Novo Banco já tem os rácios de capital suficientes para não necessitar de receber. Como tal, não se compreende porque é que o Governo e o Banco de Portugal fizeram um acordo em que desistem de todas as ações em que podiam recuperar parte desse dinheiro”, justifica o deputado Miguel Costa Matos.</p>
<p>No requerimento dirigida ao MEF e ao BdP, os parlamentares questionam as previsões que o BdP e o Governo têm relativamente ao valor que pretendiam gastar em 2025 no Novo Banco, quanto é que podiam receber nos litígios pendentes e quanto é que contam receber através de dividendos.</p>
<p>“O Governo decidiu terminar o CCA um ano mais cedo, renunciando a recuperar dinheiro dos portugueses e sem que se antecipe que fosse poupar qualquer injeção de capital adicional ou ganhar alguma coisa em receber mais cedo dividendos. Tudo isto é feito pela calada, sem transparência e sem a informação à Assembleia da República que o PSD, Miranda Sarmento e Leitão Amaro tantas vezes reclamaram”, acusa o socialista.</p>
<p>O requerimento em que PS já chamou à Assembleia da República o Ministro de Estado e das Finanças, o Banco de Portugal e Fundo de Resolução para esclarecerem o fim do CCA vai ser votado na quarta-feira. O PS espera que o requerimento seja aprovado e que as referidas entidades esclareçam cabalmente e com transparência esta situação, no Parlamento.</p>
<p>O Banco de Portugal veio comunicar, no dia 9 de dezembro do ano passado, a assinatura de um acordo com o Novo Banco e com a Nani Holdings para pôr fim ao Acordo de Capitalização Contingente (CCA), celebrado no âmbito da venda do Novo Banco à Nani Holdings (Lone Star) em 2017.</p>
<p>Desde 2017, o CCA implicou o pagamento de 3.405 milhões de euros do Fundo de Resolução ao Novo Banco, encontrando-se abaixo dos 4.341 milhões de perdas nos ativos dentro do âmbito do CCA ou, ainda, os 3.890 milhões que eram o teto máximo para as transferências do Fundo de Resolução.</p>
<p>O acordo em causa vem antecipar o fim do CCA de dezembro de 2025 para dezembro de 2024, possibilitando aos acionistas a distribuição antecipada de dividendos e permitindo a realização de transações com partes relacionadas com a Lone Star, incluindo a venda de ativos. Importará, por isso, compreender qual a razão para o acionista querer antecipar em mais de um ano o levantamento destas restrições.</p>
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		<item>
		<title>GPPS questiona governo sobre direito ao esquecimento</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/gpps-questiona-governo-sobre-direito-ao-esquecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 10:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[direito ao esquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Matos]]></category>
		<category><![CDATA[ministra da Juventude e Modernização]]></category>
		<category><![CDATA[ministro das Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista questionou o governo sobre o atraso na implementação do direito ao esquecimento, depois do governo ter falhado o prazo legal<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/gpps-questiona-governo-sobre-direito-ao-esquecimento/">GPPS questiona governo sobre direito ao esquecimento</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista questionou o governo sobre o atraso na implementação do direito ao esquecimento, depois do governo ter falhado o prazo legal de 30 de junho para regulamentar a lei.</p>
<p>Numa pergunta dirigida ao ministro de Estado e das Finanças e à ministra da Juventude e Modernização, os deputados socialistas perguntam que diligências tomou o governo para regulamentar, através de decreto-lei, as matérias previstas no artigo 15.º-A do regime jurídico do contrato de seguro, relativo à proibição de práticas discriminatórias, depois de já terem passado mais de 6 meses desde o fim do prazo legal para o efeito.</p>
<p>Os parlamentares recordam que a Ministra da Juventude e Modernização anunciou a 18 de setembro de 2024 que estava a iniciar os trabalhos tendo em vista a regulamentação, prevendo concluí-la até ao final de 2024. Todavia, esse prazo não foi cumprido, tendo o Governo avançado com um novo prazo em declarações ao jornal Público, afirmando que iria iniciar a regulamentação durante o mês de janeiro, tendo em vista a sua conclusão até ao final do ano de 2025.</p>
<p>Os parlamentares questionam ainda os ministros sobre se estão a decorrer negociações para o acordo previsto na lei com as associações setoriais representativas do sistema financeiro, bem como organizações nacionais que representam pessoas com risco agravado de saúde, pessoas com deficiência e utentes do sistema de saúde. Persistem também dúvidas na indústria seguradora sobre como aplicar as normas em relação a riscos de saúde mitigados. Os deputados socialistas questionam, assim, pelo entendimento do Governo sobre a necessidade de se proceder a uma regulamentação técnica desse conceito, designadamente através de Norma da Direção-Geral da Saúde.</p>
<p>Adicionalmente, os socialistas perguntam qual é o ponto de situação relativamente à regulamentação da Lei n.º 75/2021, de 18 de novembro, por parte do Banco de Portugal e se estão a ser cumpridos, por parte das instituições financeiras e das empresas seguradoras, deveres de informação previstos no artigo 6.º-A da Lei n.º 75/2021, de 18 de novembro.</p>
<p>A referida lei aprovou o direito ao esquecimento, consagrando um importante avanço nos direitos dos consumidores que superaram ou mitigaram riscos agravados de saúde, designadamente sobreviventes de cancro, diabéticos e seropositivos. A introdução deste regime foi um marco importante no caminho para assegurar a devida aplicação do disposto no artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa, que determina que «todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei».</p>
<p>A Lei n.º 75/2021, de 18 de novembro estabeleceu um conjunto de obrigações a observar pelas seguradoras e pelas instituições de crédito, determinando um conjunto de proteções adicionais que deveriam ser previstas no quadro de um acordo nacional de acesso ao crédito e a seguros ou, na ausência desse acordo, através de decreto-lei.</p>
<p>“Três anos após a entrada em vigor da Lei n.º 75/2021, de 18 de novembro, é manifesta a insuficiente implementação da lei por parte dos operadores privados, tal como amplamente relatado por associações de consumidores e de doentes. Pessoas com diabetes ou que tiveram cancro continuam a ser discriminadas no acesso a créditos bancários, por via do agravamento dos prémios ou da exclusão de hipóteses nos seguros de vida e, apesar de haver casos de aplicação bem-sucedida do direito ao esquecimento, persistem algumas lacunas na implementação do regime”, justificam os deputados.</p>
<p>No dia 6 de janeiro, a ASF publicou a norma regulamentar n.º 12/2024-R, que adota um conjunto de regras sobre os deveres de informação, a não-discriminação dos consumidores abrangidos por este direito e, ainda, como proceder em caso de não-renovação dos seguros. “A publicação desta norma contrasta com a falta de resultados a demonstrar por parte seja do Governo seja do Banco de Portugal”, assinalam os deputados.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/gpps-questiona-governo-sobre-direito-ao-esquecimento/">GPPS questiona governo sobre direito ao esquecimento</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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