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	<title>Arquivo de paz - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de paz - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>Edite Estrela insta Conselho da Europa a exigir um cessar-fogo em Gaza e o reconhecimento de dois Estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 11:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[APCE]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Edite Estrela]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do PS Edite Estrela pediu o cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e o reconhecimento dos dois Estados, israelita e palestiniano, defendendo ser a única solução para a paz e segurança da população.</p>
<p>Durante uma sessão plenária da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE) sobre a catástrofe humanitária na Faixa de Gaza, Edite Estrela sublinhou que as Nações Unidas têm afirmado a necessidade da criação de dois Estados e lembrou que, este ano, países como a Austrália, Canadá, Portugal, França, Luxemburgo, Malta, Mónaco e San Marino reconheceram a Palestina como um Estado.</p>
<p>No entanto, a resposta do primeiro-ministro israelita foi de que um Estado da Palestina “nunca acontecerá”, tendo igualmente recusado uma retirada de Gaza, lamentou.</p>
<p>A presidente da delegação portuguesa à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa vincou que “esta não é uma posição de negociação”, salientando que “a paz só virá quando ambos os povos forem reconhecidos, respeitados e livres”.</p>
<p>A socialista disse que “o chamado Plano Trump reduz a autoridade palestiniana a um espectador e fala da administração de Gaza em termos que lembram o Iraque – ocupação disfarçada de transição, sem responsabilidade, sem legitimidade e sem esperança”.</p>
<p>No meio de toda esta situação, a Europa foi “marginalizada”, denunciou. “Se a voz da Europa for silenciada, a voz do equilíbrio e do direito internacional será silenciada com ela”, assegurou Edite Estrela.</p>
<p>A deputada do PS alertou ainda para o elevado número de jornalistas que foram assassinados na Faixa de Gaza desde outubro de 2023: mais de 200. “Eles não eram terroristas, eram testemunhas. Sem o seu trabalho, a responsabilização morre; sem a sua coragem, as vítimas são apagadas duas vezes: uma pela violência e outra pelo silêncio”, defendeu.</p>
<p>Edite Estrela pediu, assim, ao Conselho da Europa para atuar: “Precisamos de exigir um cessar-fogo imediato, precisamos de abrir as portas para a ajuda”.</p>
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		<item>
		<title>Reconhecimento do Estado da Palestina tornou-se um imperativo político e ético</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/reconhecimento-do-estado-da-palestina-tornou-se-um-imperativo-politico-e-etico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 12:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[João Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da bancada do PS João Torres defendeu que “Portugal deve ser parte da solução e nunca cúmplice da tragédia” e, por isso, o Governo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da bancada do PS João Torres defendeu que “Portugal deve ser parte da solução e nunca cúmplice da tragédia” e, por isso, o Governo português deve reconhecer de imediato o Estado da Palestina.</p>
<p>“O reconhecimento do Estado da Palestina não é um gesto vazio, é também a rejeição dos extremismos e dos radicalismos, e é sobretudo a rejeição da neutralidade perante a crueldade e a barbárie”, defendeu João Torres durante a apresentação do projeto de resolução do PS que recomenda ao Governo o reconhecimento imediato do Estado da Palestina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Portugal deve ser parte da solução e nunca cúmplice da tragédia”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS frisou que, “desde os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023 e da resposta militar de Israel, a situação humanitária agravou-se de forma brutal”.</p>
<p>“A ocupação prolongada, a expansão de colonatos e o bloqueio sistemático de qualquer horizonte de negociação são, simplesmente, inaceitáveis”, vincou o socialista, que assegurou que, “neste contexto, o reconhecimento do Estado da Palestina deixou de ser apenas um ato simbólico ou diplomático, tornou-se um imperativo político e ético”.</p>
<p>Sustentando que “não há paz sem justiça”, João Torres sublinhou que “a segurança de Israel só será plena quando for partilhada com um Estado palestiniano livre, viável e soberano”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FHrEBOfnDcI?si=nwBwDl-u-LHr0hS7" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reconhecimento do Estado da Palestina é uma mensagem de esperança</strong></p>
<p>João Torres salientou que “Portugal tem uma tradição diplomática de que nos devemos orgulhar: uma tradição de defesa do Direito Internacional, da paz e do diálogo. Essa tradição exige, no entanto, uma posição clara”.</p>
<p>O reconhecimento do Estado da Palestina “não é um fim”, assegurou o vice-presidente da bancada do PS, esclarecendo que é antes “uma mensagem de esperança para quem, em Gaza, resiste ao terrorismo e à destruição, e para quem, em Israel, se opõe à ocupação e à retórica extremista”.</p>
<p>“É também uma oportunidade para recuperar a credibilidade da diplomacia internacional, hoje ameaçada pela paralisia e pela resignação”, concluiu.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/reconhecimento-do-estado-da-palestina-tornou-se-um-imperativo-politico-e-etico/">Reconhecimento do Estado da Palestina tornou-se um imperativo político e ético</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Portugal tem de ter voz no Conselho Europeu para defender um acordo de paz que envolva todas as partes</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/portugal-tem-de-ter-voz-no-conselho-europeu-para-defender-um-acordo-de-paz-que-envolva-todas-as-partes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 17:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Rebelo]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[paz]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Paulo Rebelo apelou hoje ao Governo português para “ter voz” no próximo Conselho Europeu e defender um acordo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS João Paulo Rebelo apelou hoje ao Governo português para “ter voz” no próximo Conselho Europeu e defender um acordo de paz na Ucrânia que “envolva todas as partes”, e considerou que o que se passa no Médio Oriente é “uma vergonha”.</p>
<p>O socialista, que falava no debate preparatório do Conselho Europeu – o último plenário antes da dissolução do Parlamento por causa do primeiro-ministro, que “condicionou o destino” –, comentou que foi hoje conhecida a publicação do Livro Branco sobre a defesa europeia e o Plano Rearm Europe/Prontidão 2030, tendo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já dito que é “essencial desenvolvermos a indústria do armamento para contribuir para mais inovação da União Europeia”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Queremos que Portugal tenha uma voz no Conselho Europeu”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Admitindo que é com “tristeza” que, em 2025, “e depois sobretudo do que se passou no século passado, estejamos hoje focados em investir numa indústria que trouxe atrocidades, trouxe a angústia à guerra”, João Paulo Rebelo assegurou que “o Partido Socialista não é um partido lírico que não percebe” e, portanto, apoia a ideia de que “temos de estar preparados para a guerra para conseguir garantir a paz”.</p>
<p>O vice-presidente da bancada do PS defendeu depois que as relações de Portugal “têm de ser condicionadas consoante a evolução das posições dos seus parceiros”, dando o exemplo de um “tradicional aliado português, os Estados Unidos da América”, que têm agora como Presidente Donald Trump. E pediu ao Governo para não chamar “irresponsáveis ou radicais” aos socialistas, porque o próprio Presidente da República defendeu o mesmo.</p>
<p>“Queremos que Portugal tenha uma voz no Conselho Europeu que ponha às claras de todos o negócio que está a acontecer e que a paz na Ucrânia não pode ser alcançada nesta perspetiva verdadeiramente usurária das riquezas daquele país”, vincou.</p>
<p>Assim, João Paulo Rebelo perguntou a Luís Montenegro se “Portugal, apesar de um país pequeno, vai erguer fortemente a sua voz na defesa de um acordo que envolva todas as partes e que ponha Portugal também nesse princípio”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qsEJUUFaLzw?si=txiKJcTviyDMz-Lt" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Solução dos dois Estados é estar contra a barbárie no Médio Oriente</strong></p>
<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS considerou, em seguida, que “o que se passa na Palestina e no Médio Oriente é uma vergonha”. E recordou que o Partido Socialista, há umas semanas, propôs ao Executivo da AD o reconhecimento do Estado da Palestina, mas “o Governo perdeu essa oportunidade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O que se passa na Palestina e no Médio Oriente é uma vergonha”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>O socialista deixou uma certeza: “Era tão simples, era reconhecer o lado da decência, era estar contra a barbárie”.</p>
<p>Por fim, João Paulo Rebelo sustentou que há boas notícias “para a dita ordem mundial”: “Há um líder que foi deposto nas Filipinas, foi determinada a sua detenção pelo Tribunal Penal Internacional”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/portugal-tem-de-ter-voz-no-conselho-europeu-para-defender-um-acordo-de-paz-que-envolva-todas-as-partes/">Portugal tem de ter voz no Conselho Europeu para defender um acordo de paz que envolva todas as partes</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<title>Eurico Brilhante Dias: &#8220;A paz constrói-se apoiando o agredido, lutando por essa paz&#8221;</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/eurico-brilhante-dias-a-paz-constroi-se-apoiando-o-agredido-lutando-por-essa-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 18:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eurico Brilhante Dias]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[paz]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, Eurico Brilhante Dias, salientou hoje a referência feita pelo Presidente da Ucrânia à liberdade que os portugueses conquistaram<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, Eurico Brilhante Dias, salientou hoje a referência feita pelo Presidente da Ucrânia à liberdade que os portugueses conquistaram no 25 de abril e assegurou que o PS nunca confundiu “o agressor com o agredido”, sendo que “a paz se constrói apoiando o agredido”.</p>
<p>O líder parlamentar socialista, que fazia declarações aos jornalistas após a sessão solene na Assembleia da República com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou que este momento teve “um particular simbolismo”, por se “ouvir o Presidente da República da Ucrânia, um homem que lidera e defende a liberdade do seu povo” e, por outro lado, por o povo português, “representado pelos 230 deputados”, ter tido a “oportunidade de mais uma vez expressar o seu apoio e solidariedade”.</p>
<p>Tudo isto acontece a quatro dias de celebrarmos o 48º aniversário do 25 de abril de 1974 e, por isso, “a evocação pelo Presidente Zelensky do 25 de abril tem um especial significado, porque é a luta pela liberdade, reconhecendo que o povo português lutou pela sua liberdade contra a ditadura”, referiu.</p>
<p>“É o momento de estarmos ao lado daqueles que sofrem, que lutam, que dão a sua vida pela liberdade e pela democracia”, asseverou Eurico Brilhante Dias, que frisou que Portugal tem dado apoio humanitário no acolhimento de refugiados, no envio de bens fundamentais “para que o povo ucraniano possa continuar a resistir”, e no apoio militar e de bens militares.</p>
<p>“Portugal pode, no quadro da União Europeia, continuar a aprovar, como Estado-membro, sanções dirigidas fundamentalmente ao setor financeiro e ao setor energético da Federação Russa” e pode igualmente “continuar, como membro da NATO, a apoiar os Estados-membros da NATO que estão nas fronteiras com a Federação Russa e que precisam de mais apoio para terem um conjunto de operações e de recursos de dissuasão, que são fundamentais para continuar a garantir também a nossa liberdade, as nossas democracias e a nossa paz”, defendeu.</p>
<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS destacou ainda que “Portugal tem sido um Estado-membro que tem dado apoio na aproximação das instituições europeias à Ucrânia” e recordou que, recentemente, a presidente da Comissão Europeia entregou “em mãos” a Volodymyr Zelensky os Critérios de Copenhaga para a adesão do seu país à União Europeia.</p>
<p>“Sabemos que a entrega dos critérios de admissão dos candidatos à União Europeia é uma entrega simbólica. Percebemos que a adesão da Ucrânia se fará sempre num quadro de paz e de consolidação da paz”, sublinhou.</p>
<p>Citando o discurso de Augusto Santos Silva, que encerrou a sessão solene, Eurico Brilhante Dias sustentou que “este é o momento de lutar pela paz e para lutar pela paz temos que continuar a apoiar a Ucrânia na forma como tem enfrentado o agressor”.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias deixou, por fim, uma garantia: “No Partido Socialista nunca confundimos o agressor com o agredido. E a paz constrói-se apoiando o agredido, lutando por essa paz”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FgrupoparlamentarPS%2Fvideos%2F356510053180276%2F&amp;show_text=true&amp;width=560&amp;t=0" width="560" height="429" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Deputados do PS pedem paz em Estrasburgo e um novo sistema de segurança na Europa</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/deputados-do-ps-pedem-paz-em-estrasburgo-e-um-novo-sistema-de-seguranca-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 10:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Catarina Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Edite Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[paz]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Bacelar de Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cegonho]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado do Partido Socialista Pedro Bacelar de Vasconcelos defendeu ontem, em Estrasburgo, que a Europa tem de “começar a construir um novo sistema de segurança”<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado do Partido Socialista Pedro Bacelar de Vasconcelos defendeu ontem, em Estrasburgo, que a Europa tem de “começar a construir um novo sistema de segurança” e o socialista Pedro Cegonho exaltou todos os ucranianos que tentam proteger o seu país, desde os presidentes de câmara que ajudam diariamente a sua população, correndo o risco de ser atacados, às pessoas que tentam preservar as obras de arte, uma herança que “pertence a toda a humanidade”.</p>
<p>“Os orçamentos nacionais devem apaziguar as desigualdades crescentes nas nossas sociedades democráticas e promover uma cooperação generosa entre os países ricos e pobres”, frisou Bacelar de Vasconcelos durante a reunião plenária da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa sobre as consequências da agressão da Federação Russa contra a Ucrânia.</p>
<p>Pedro Bacelar de Vasconcelos, o presidente da delegação portuguesa, fez-se acompanhar pelos socialistas Pedro Cegonho, Edite Estrela e Ana Catarina Mendes, e frisou que “a autonomia estratégica da Europa exige uma apologia feroz ao desarmamento universal e à destruição de todas as armas nucleares”.</p>
<p>Saudando as sanções contra os oligarcas russos, o socialista alertou que “precisamos também de promover uma transparência mais estrita nas transações financeiras globais, nomeadamente, proibir os paraísos fiscais e proibir os serviços oferecidos por um sistema bancário desregulamentado a notórios criminosos internacionais”.</p>
<p>“As violações sistemáticas do direito internacional público aumentaram surpreendentemente em todos os lugares nos últimos 30 anos”, vincou o deputado do PS, que referiu que “um novo sistema de segurança é urgentemente necessário para prevenir a guerra, melhorar a cooperação para o desenvolvimento sustentável e garantir os direitos fundamentais. As armas ou o uso da força não podem promover a democracia e a dignidade humana”.</p>
<p>Por fim, Bacelar de Vasconcelos deixou uma sugestão ao Conselho da Europa: “O Conselho da Europa deve assumir um papel mais eficiente com instrumentos eficazes para fiscalizar as democracias, denunciar e processar as violações dos direitos humanos”. E terminou com a palavra “paz”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Salvar arte é a segunda prioridade depois de salvar vidas</strong></p>
<p>Começando a sua intervenção a citar Anne Frank – “qual é o objetivo da guerra? Porque é que as pessoas não podem viver juntas pacificamente? Porquê toda esta destruição?” –, o deputado do PS Pedro Cegonho pediu o fim do conflito e “que a diplomacia e a ética prevaleçam”, uma vez que “não deveria ser possível para os europeus passar novamente pelo horror da guerra, morte e destruição”.</p>
<p>“Também estamos preocupados com o património mundial em cidades como Kiev e Odessa”, sublinhou o parlamentar, que lembrou que “as paredes dos museus estão vazias, as caves estão repletas de obras de arte embaladas. Salvar a arte é a segunda prioridade depois de salvar vidas, porque o património também se baseia na convicção da identidade cultural única da Ucrânia”.</p>
<p>Por isso, Pedro Cegonho enalteceu “a coragem e o risco que os artistas ucranianos, diretores de museus e técnicos estão a ter para proteger o património, que pertence não só à Ucrânia, mas também a toda a humanidade”.</p>
<p>O parlamentar mencionou ainda “os presidentes de câmara que alimentam e cuidam da sua população, mas são atacados, sequestrados e – quem sabe – mortos”. E asseverou que todos devem “seguir o presidente do Congresso das Autarquias Locais e Regionais do Conselho da Europa e apoiar a sua declaração, na qual condena veementemente o rapto dos autarcas e a pressão sobre os representantes eleitos locais nos territórios ocupados, tendo pedido a sua libertação imediata”.</p>
<p>“Nós, o povo da Europa, pedimos aos líderes russos: por favor, deem uma oportunidade à paz”, concluiu o socialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/deputados-do-ps-pedem-paz-em-estrasburgo-e-um-novo-sistema-de-seguranca-na-europa/">Deputados do PS pedem paz em Estrasburgo e um novo sistema de segurança na Europa</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PS reitera condenação da invasão russa da Ucrânia e insiste em esforços diplomáticos para uma solução de paz duradoura</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-reitera-condenacao-da-invasao-russa-da-ucrania-e-insiste-em-esforcos-diplomaticos-para-uma-solucao-de-paz-duradoura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 18:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capoulas Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[paz]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado socialista Luís Capoulas Santos voltou hoje a &#8220;condenar sem qualquer contemplação a agressão russa&#8221; e reiterou, em nome do Grupo Parlamentar do PS, o<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-reitera-condenacao-da-invasao-russa-da-ucrania-e-insiste-em-esforcos-diplomaticos-para-uma-solucao-de-paz-duradoura/">PS reitera condenação da invasão russa da Ucrânia e insiste em esforços diplomáticos para uma solução de paz duradoura</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado socialista Luís Capoulas Santos voltou hoje a &#8220;condenar sem qualquer contemplação a agressão russa&#8221; e reiterou, em nome do Grupo Parlamentar do PS, o &#8220;apoio e solidariedade ao heroico povo ucraniano&#8221;, insistindo na &#8220;necessidade de continuarem a ser levados a cabo todos os esforços diplomáticos no sentido de um rápido cessar-fogo e de apoio a todas as negociações em curso para encontrar uma solução de paz duradoura&#8221;.</p>
<p>&#8220;O dia 24 de fevereiro de 2022 ficará certamente assinalado na história como o fim de uma era nas relações internacionais que, com todas as imperfeições e a triste exceção da ex-Jugoslávia, garantiu à Europa quase 80 anos de paz, prosperidade, democracia e respeito pelos direitos humanos e pelo Estado de Direito&#8221;, começou por sublinhar no debate no Parlamento com a presença do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, após o Conselho Europeu de 24 de fevereiro e de 10 e 11 de março, ao abrigo da Lei de Acompanhamento e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do processo de Construção da União Europeia.</p>
<p>Lembrando que foi no dia 24 de fevereiro que os parlamentares na Comissão Permanente debateram, &#8220;ainda incrédulos, a injustificável agressão russa a um país soberano e membro da ONU&#8221;, Capoulas Santos assinalou que &#8220;esta agressão bárbara, violando todos os princípios da carta das Nações Unidas, cresceu desde então em brutalidade, destruindo vidas e bens, arrasando a economia e infraestruturas e impondo um sofrimento insuportável a milhões de seres humanos, em grande parte mulheres crianças e idosos, que de um dia para o outro foram obrigados a errar, dentro e fora do seu país, sem destino&#8221;, mas com &#8220;uma dignidade que granjeou o respeito de todos e desencadeou uma onda de solidariedade nunca vista&#8221;.</p>
<p>O deputado socialista fez ainda notar que &#8220;assistimos, igualmente, ao grito de revolta de uma nação inteira, que se traduziu numa corajosa onda de resistência ao invasor, apesar da gigantesca desproporção de forças&#8221;.</p>
<p>Capoulas Santos reafirmou, assim, o &#8220;apoio e solidariedade ao heroico povo ucraniano&#8221; que já tinha manifestado naquela sessão em nome do Grupo Parlamentar do PS, lembrando que também na última reunião plenária da COSAC, que decorreu em Paris no passado dia 5 de março, teve oportunidade de, em representação da Assembleia da República, &#8220;condenar sem qualquer contemplação a agressão russa e apelar ao sessar fogo imediato e à abertura de negociações entre as partes&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nada nem nenhum argumento histórico, geoestratégico, ou qualquer outro, que alguns atores políticos ou pretensos fazedores de opinião têm tentado invocar para branquear a ação repugnante do regime russo, pode justificar a barbárie a que impotentes assistimos desde há 20 longos dias e que terá consequências diretas desastrosas para a Ucrânia, e indiretas para a Europa e para o mundo, algumas das quais começam já a ser sentidas entre nós&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em relação ao Conselho Europeu de 24 de fevereiro e ao Conselho informal de 11 e 12 de março,  o deputado do PS  felicitou o Governo &#8220;pela sua conduta firme, responsável e cooperante na frente europeia, mas também pela forma como internamente, quer no plano institucional entre órgãos de soberania, quer no relacionamento interpartidário e com a sociedade civil, tem procurado dar expressão ao sentimento geral dos portugueses, cuja generosidade e espirito solidário foram, uma vez mais, demonstrados&#8221;.</p>
<p>Luís Capoulas Santos fez ainda questão de &#8220;deixar uma palavra de apreço pela postura revelada pela grande maioria das forças políticas portuguesas ao longo desta crise&#8221;, dando também nota de que o Grupo Parlamentar do PS &#8220;regista como muito positiva a reação rápida e eficaz e a unidade demonstrada pela União Europeia, não só na extensão das sanções, que não estão seguramente esgotadas, aplicadas ao agressor e ao seu cúmplice principal, mas também pelo apoio humanitário e material, incluindo militar, à Ucrânia e, sobretudo, no acolhimento de refugiados&#8221;.</p>
<p>&#8220;Independentemente do que venha a suceder num futuro próximo, o mundo e a Europa em particular não voltarão a ser o que eram há 20 dias&#8221;, voltou a advertir o deputado, antevendo que &#8220;sobre as ruínas da Ucrânia não deixará de emergir uma nova ordem internacional, o que implica uma urgente reflexão sobre as prioridades estratégicas da União&#8221;, que será o ponto principal do próximo Conselho Europeu previsto para os dias 24 e 25 de março.</p>
<p>O deputado do PS questionou ainda o ministro dos Negócios Estrangeiros sobre as respostas que a União Europeia deve ainda adotar para &#8220;amortecer tanto quanto possível&#8221; os impactos negativos nos setores mais expostos da energia e da alimentação.</p>
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<p><strong>Governo salienta unidade e clareza na condenação do Conselho Europeu</strong></p>
<p>Já o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, salientou a unidade e clareza do Conselho Europeu informal da semana passada na condenação da invasão russa e nas propostas para enfrentar o “abalo tectónico” provocado pela guerra.</p>
<p>O ministro referiu, no Parlamento, que Portugal subscreve a posição de que é necessário &#8220;ser firme e não ambíguo”, sendo necessária “firmeza e prudência” perante a situação, tal como ficou claro no Conselho Europeu, que se reuniu em Versalhes.</p>
<p>De acordo com Augusto Santos Silva, os líderes europeus disseram, claramente, que “a Rússia trouxe de volta a guerra à Europa” e condenaram uma “agressão militar não provocada e injustificada”.</p>
<p>Quanto às respostas necessárias para enfrentar o “abalo tectónico” provocado pela guerra, o ministro deu conta de que Portugal defende uma resposta inédita e tanto quanto possível a nível europeu.</p>
<p>Em relação ao impacto da guerra, o ministro Augusto Santos Silva admitiu que, apesar da posição “protegida” de Portugal face aos mercados dos dois países em confronto militar, o país está já a sofrer consequências indiretas.</p>
<p>“As medidas já anunciadas pelo Governo respondem às preocupações expressas e incidem sobre cinco frentes em simultâneo: pedido formal à Comissão Europeia para a descida do IVA dos combustíveis; redução do ISP; subida do valor do autovoucher; apoios específicos às plataformas e operadores de transportes; e medidas de redução dos custos de energia dos produtores agrícolas”, respondeu o governante às perguntas dos deputados.</p>
<p>Augusto Santos Silva adiantou ainda que o próximo Conselho Europeu, nos próximos dias 24 e 25, em Bruxelas, “dará orientações muito importantes no domínio da resposta coordenada à escala europeia face aos efeitos negativos que decorrem da incerteza geopolítica”.</p>
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