Nota à Comunicação Social
Deputados alertam para queda iminente de árvores em Caminha e exigem intervenção urgente da APA
Os deputados do Partido Socialista exigem uma intervenção imediata da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) face ao risco iminente de queda de árvores na freguesia de Lanhelas, concelho de Caminha, e pedem soluções estruturais para resolver em definitivo um problema identificado há pelo menos quatro anos.
Numa pergunta dirigida à Ministra do Ambiente e Energia, cuja primeira subscritora é a deputada eleita pelo Círculo Eleitoral de Viana do Castelo, Marina Gonçalves, os socialistas querem saber que diligências, conjunturais e estruturais, foram tomadas, desde o conhecimento desta situação, para salvaguardar a segurança de pessoas e bens.
Os deputados lembram que, na freguesia de Lanhelas, os vários choupos de grande porte existentes à beira do rio têm demonstrado, há já vários anos, evidentes sinais de instabilidade que põem em causa a salvaguarda de pessoas e viaturas que diariamente utilizam aquela zona para efeitos lúdicos e profissionais. No entanto, e apesar dos vários alertas quanto à instabilidade destes choupos, nada foi feito de estrutural e a situação de insegurança mantém-se.
O problema é ainda mais grave quando assistimos, na passada semana e na sequência de um quadro climatérico adverso, à queda na via pública de mais um choupo híbrido de grande porte, pouco tempo depois de ali passarem dois veículos que, só por acaso, não sofreram danos.
Para os deputados, está em causa a falta de planeamento e consequente prevenção e atuação por parte da APA, responsável por estes choupos, pelo que consideram fundamental que, para além das medidas excecionais de proteção desta zona em fenómenos meteorológicos mais críticos, sejam encontradas soluções estruturais para resolver permanentemente uma situação que existe há pelo menos quatro anos.
Tendo em consideração os frequentes pedidos de intervenção por parte das entidades públicas locais, até agora inexistentes, os deputados questionam agora a Ministra do Ambiente sobre a existência de medidas para resolver o problema e em que calendário.
Por outro lado, perguntam se está a ser equacionada a possibilidade de disponibilizar meios para que a intervenção seja promovida de forma mais célere pelas entidades públicas locais, através da respetiva delegação de competências.
Gabinete de Imprensa do GPPS
11 de fevereiro de 2026