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Num mundo diferente, lutamos e lutaremos pela nossa região

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Publicado por Cláudia Veloso em 16 de Março 2026
Categorias
  • Data16 de Março 2026
Segunda-feira, 16 Março, 2026

Num mundo diferente, lutamos e lutaremos pela nossa região

Autor: Pedro do Carmo
Meio: Rádio Castrense

Depois da tempestade vem a bonança. E efetivamente assistimos, nos meses passados, a dias muito difíceis de tempestades fortes que assolaram o nosso país. Esperávamos nós que, com o aproximar da primavera, viesse naturalmente a bonança.

E a bonança, em termos climáticos, parece ter vindo a acontecer. Mas eis que, novamente, mais guerra, novamente mais ataques, novamente mais mortes vieram assolar o mundo e deixar-nos mais preocupados. Não bastava assinalarmos quatro anos sobre a guerra da Ucrânia, onde um país foi invadido por outro, neste caso a Federação Russa do Sr. Putin, que invadiu a Ucrânia e alterou a nova ordem mundial, eis que o Sr. Trump, depois de invadir a Venezuela para trocar o seu líder, também decidiu atacar o Irão, conjuntamente com Israel, para mudar os seus líderes, matando-os e querendo mudar toda a nova ordem mundial.

É tanto mais grave que desde a Segunda Guerra Mundial, com a criação das Nações Unidas e do direito internacional, sempre que havia ataques, sempre que havia alteração na ordem mundial, na soberania dos Estados, tinham que passar por este órgão, tinham que passar pelo Conselho de Segurança, tinha que haver uma razão, uma fundamentação, por vezes criada de forma até artificial, mas o que é facto é que era criada.  Havia aqui equilíbrios, havia conhecimento dos outros Estados, havia respeito pelos povos europeus, havia um conjunto de equilíbrios que era necessário cumprir para justificar os ataques e para que efetivamente pudesse haver respeito à ordem mundial.

Desde que o Sr. Trump chegou ao poder, diz claramente que não respeita nada nem ninguém, faz o que quer, como quer. Acabou até por dizer, por absurdo, que iria fazer um novo ataque ao Irão apenas por diversão. Note-se o ridículo, o grave, o quanto devemos ficar incomodados e revoltados com tudo isto e pela forma como se diz.

Pior ainda, com este novo ataque ao Irão, liberta a pressão que estava a ser exercida sobre a Rússia, que tirou a sorte grande. Tirou a sorte grande com o levantamento de grande parte das sanções e tirou a sorte grande com o desvio das atenções e o desvio dos armamentos, fazendo com que efetivamente possa crescer e até ganhar a guerra na Ucrânia, ficando nós mais uma vez ao sabor destes dois líderes mundiais que não respeitam nada de ninguém.

O grave é sabermos que tudo isto é apenas com uma intenção, não do respeito pelos direitos humanos, não na preocupação com as mulheres serem vítimas de discriminação, não com qualquer interesse que tenha a ver com o bem-estar dos seres humanos. Deve-se sim, e só, com a ganância do petróleo, com a ganância dos dólares, com a ganância de ganhar milhões.

Provou-se isso até quando um dos filhos do Sr. Trump, antes mesmo destes ataques ao Irão, já tinha investido em reservas de petróleo que permitiram, em poucos dias, multiplicar a sua fortuna por muitos milhões de dólares, provando que a única coisa que move este ataque é um desvario, uma ganância de ganhar mais dinheiro.  E isso, naturalmente, não terá bom resultado. Poderá ter bons resultados imediatos para si, mas para o futuro, para todo o mundo, não trará bons resultados.

Nós, por cá, pagamos e assistimos a estas injustiças pagando com o nosso sacrifício e com o nosso salário. Prova disso é que mal houve esta oscilação no preço do petróleo, no preço do crude, rapidamente no nosso país passámos a assistir a subidas muito significativas do preço dos combustíveis.  Já vai em mais de 20 cêntimos quando o petróleo que estamos a consumir, ou melhor dizendo, o gasóleo e a gasolina que consumimos, foi comprado com valores ainda antes, muito antes, da guerra do Irão.

Ou seja, alguém está a ganhar muitos milhões à nossa conta. Estão-nos a ir ao bolso, como diz o povo, e nós assistindo a tudo isto, e uma Europa assistindo a isto, sem energia e sem força, para nos indignarmos. Pelo menos temos que nos indignar e não aceitar que brinquem connosco e que nos utilizem para ganhar e aumentar as suas fortunas.

Perante toda esta injustiça e toda esta preocupação mundial, quero dar nota de dois pontos positivos para a nossa região. Primeiro, a conquista e a apresentação de o Baixo Alentejo de ser a Cidade Europeia do Vinho em 2026, uma iniciativa transversal que a Comunidade Intermunicipal acarinhou desde a primeira hora, com os seus presidentes de Câmara, com a Entidade Regional do Turismo e com todas as instituições, que fizeram um trabalho notável, conseguindo trazer para o Baixo Alentejo esta que é uma iniciativa durante todo este ano, que com enoturismo, com as atividades económicas associadas, será uma boa notícia para os baixo-alentejanos e será um reforço da sustentabilidade e dos investimentos turísticos locais.  Todos ganharemos com a aplicação deste projeto, com esta iniciativa que em boa hora conquistámos.

Por outro lado, no próximo fim de semana, teremos a Feira do Porco, um evento que já é uma referência nacional e internacional e que trará mais riqueza à nossa região. E, no fim de semana seguinte, o Festival do Borrego em Castro Verde, uma outra iniciativa também de grande valor, onde as autarquias investem, colaboram, criam contratos e parcerias com as associações locais, com os produtores locais, dinamizando assim a nossa atividade económica. Lutamos pela nossa região e isso é um sinal positivo perante este mundo que se torna disruptivo e que se torna efetivamente um mundo diferente, preocupante, alarmante e que nós temos que, à nossa escala, lutar, lutar.

 

Fonte: Pedro do Carmo. Rádio Castrense. 16 de março de 2026

 

 

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