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O Muzeu e o futuro da Cultura

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Publicado por Cláudia Veloso em 11 de Maio 2026
Categorias
  • Data11 de Maio 2026
Segunda-feira, 11 Maio, 2026

O Muzeu e o futuro da Cultura

Autor: Paulo Lopes Silva
Meio: Jornal de Notícias

Braga ganhou, com o MUZEU, mais do que um museu: ganhou uma afirmação de que a cultura pode ser matéria de visão, de liberdade e de futuro. Num país onde tantas vezes se discute a cultura como despesa, o gesto do dstgroup recorda que ela pode ser investimento, ambição e responsabilidade cívica.

Dedicado ao Pensamento e Arte Contemporânea, representa um investimento privado de 40 milhões de euros, o primeiro museu de arte contemporânea da cidade, e um sinal claro de que a iniciativa empresarial pode ser, também ela, um motor cultural.

Este projeto nasce da visão de José Teixeira, presidente do Grupo dst, que há anos vem afirmando uma cultura empresarial em que a arte não é ornamento, mas parte integrante da vida da organização e da sociedade. São vários os exemplos de inclusão da cultura na política da empresa, nos benefícios aos trabalhadores e na criação de um contexto que fortalece civicamente quem nela trabalha, bem como nos apoios às artes, como é o caso da CTB – Companhia de Teatro de Braga. Talvez por isso se torne mais fácil compreender porque estamos perante um empresário que, sobre o novo Código de Trabalho, diz: “deixem os trabalhadores em paz”. A competitividade não se constrói pela fragilização dos vínculos laborais, mas pela capacitação e valorização dos recursos humanos, conjugada com a transparência de conhecimento e investigação para o tecido produtivo.

A escolha de Helena Mendes Pereira como diretora e curadora, responsável também pela zet gallery e pela direção artística da Bienal de Cerveira, confirma a ambição de dar ao projeto uma orientação curatorial séria, exigente e aberta ao debate contemporâneo. O percurso cultural e cívico de Helena Mendes Pereira dá também garantias de que teremos no Muzeu mais do que um centro de arte contemporânea: um lugar de pensamento, reflexão e resistência.

O Muzeu é, assim, um exemplo a valorizar e a replicar. Mas importa dizê-lo com clareza: o investimento privado em cultura não substitui o papel do Estado. A Constituição é inequívoca ao consagrar o direito de todos à fruição e criação cultural e ao incumbir o Estado de promover a democratização do acesso e apoiar a criação cultural. O investimento público e o investimento privado servem lógicas distintas, mas ambas são necessárias.

O mecenato cultural não substitui o investimento público, nem o supera em matéria de liberdade cultural. Cada cêntimo investido, por via pública ou privada, deve traduzir-se em mais liberdade artística e criativa e não servir qualquer outra agenda que não seja aumentar a oferta, o acesso, a criação e a projeção nacional e internacional da cultura. O mecenato amplia os instrumentos disponíveis para tornar a cultura mais acessível, mais plural e mais sustentável. É nesse espírito que o PS apresentou a sua proposta de revisão do regime do mecenato cultural, com a abertura a artistas individuais, a simplificação de procedimentos, o reforço dos incentivos fiscais, a transparência acrescida e a criação de mecanismos como o crowdfunding e o matchfunding. Ao mesmo tempo, o projeto valoriza a aquisição de obras de artistas vivos com fruição pública, reforçando a ligação entre apoio privado e acesso coletivo à cultura.

Estamos num momento decisivo. As propostas do PS, da IL e do Governo foram aprovadas na generalidade, e o trabalho na especialidade é a oportunidade para construir uma lei mais eficaz, mais atraente e mais capaz de mobilizar empresas para seguirem exemplos como o da DST. O que está em causa não é apenas melhorar um regime fiscal, é criar melhores condições para que mais iniciativas culturais ganhem escala, continuidade e impacto.

O Muzeu mostra o que é possível quando visão empresarial e curadoria séria se encontram. Uma boa lei de mecenato pode multiplicar esse efeito, incentivando mais investimento, mais diversidade e mais circulação cultural. Que o exemplo de José Teixeira se possa multiplicar, com um regime mais apelativo e um país mais aberto à criação.

Fonte:  Paulo Lopes Silva. Jornal de Notícias. 10 de maio de 2026

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