José Luís Carneiro alerta para a importância de articulação entre o conhecimento, os territórios e as empresas
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, garantiu que vai defender a presença dos Laboratórios Colaborativos (CoLAB) e dos Centros de Tecnologia e Inovação (CTI) no território e garantir estabilidade de financiamento.
No encerramento da Audição Pública, promovida pelo Grupo Parlamentar do PS, sobre o financiamento dos Laboratórios Colaborativos e dos Centros de Tecnologia e Inovação, José Luís Carneiro comprometeu-se em “manter a capilaridade destas estruturas no território e garantir estabilidade de financiamento independentemente do ciclo comunitário”.
Perante a plateia, o líder do Partido Socialista assegurou que “contarão com o PS para acompanhar o esforço de qualificação, de organização, de capacitação, mas não pondo em causa o princípio da capilaridade e da articulação entre estes centros de inovação, os territórios, as empresas e as economias locais”.
“Contarão com o PS para acompanhar o esforço de qualificação”
“Contarão com o PS para acompanhar o esforço de qualificação”
“Aquilo que vocês exigem não é uma exigência muito extraordinária, é tão só o bom senso das políticas públicas”, vincou José Luís Carneiro, que defendeu que a “interrupção do financiamento destas estruturas deita por terra, por vezes, anos e anos de esforços” e, por isso, tem de se “encontrar um mecanismo de financiamento que garanta, mesmo na transição de ciclos de fundos europeus, uma base de continuidade”.
O secretário-geral do PS admitiu ter a “convicção muito profunda de que a experiência de articulação entre o conhecimento, os territórios, as empresas e a economia é absolutamente decisiva para o nosso futuro coletivo”, daí a importância dos CoLAB e dos CTI.
“Para termos uma economia mais produtiva, temos de investir na educação, na cultura e no conhecimento, na preparação das pessoas, porque elas são o mais importante ativo das sociedades”, sustentou José Luís Carneiro, acrescentando que, depois, “é preciso garantir que haja um bom interface entre os centros de investigação, os centros de conhecimento, as universidades, as universidades politécnicas e o tecido social, o tecido económico, o tecido empresarial e o tecido territorial”.
