
PS aconselha Governo a continuar legado socialista na política da infância
A deputada do PS Margarida Afonso aconselhou o Governo a “colocar o cinto de segurança e acelerar para dar continuidade ao legado” do Partido Socialista na política da infância, e pediu para serem criadas mais vagas, alargada a rede e para o Executivo colocar “sempre a infância no centro das políticas públicas”.
Lembrando que “foi com o Governo do Partido Socialista que o país deu os maiores passos na política da infância”, Margarida Afonso criticou a posição do Governo na reprogramação do PRR, que recuou, “deixando cair equipamentos essenciais na alternativa de financiamento” e “recuou na sua ambição”.
“Vemos ainda um Governo que recusa contributos concretos, recusa mais instituições com creches familiares, recusa melhores condições para as amas, recusa mais vagas gratuitas por esta via”, o que tem como consequências “menos vagas, mais listas de espera, mais custos, mais problemas e mais pressão sobre as famílias”, enumerou.
“Governo recusa contributos concretos”
“Governo recusa contributos concretos”
Avisando que “as famílias não vivem no tempo das reformas orgânicas, vivem no tempo das respostas urgentes”, a deputada socialista recomendou o lançamento de uma nova vaga de equipamentos no âmbito do PARES (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais), “priorizando as áreas metropolitanas, onde a falta de vagas é mais grave”.
É igualmente essencial “mobilizar quem está no terreno com uma linha de financiamento específica para creches de iniciativa municipal, reforçando assim o papel das autarquias na resposta às famílias”, defendeu.
Margarida Afonso sustentou que “quem melhor conhece o terreno são os autarcas e é por isso que o Partido Socialista propõe proximidade, descentralização e execução rápida e imediata”.