PS avisa Governo que não pode querer ganhar com a inflação o que portugueses perdem em poder de compra
O vice-presidente da bancada do PS João Torres acusou o Governo da AD de ser “confrangedoramente incompetente” e criticou o Executivo por encarar o aumento dos preços “como uma oportunidade fiscal”.
Numa declaração política centrado no aumento do custo de vida, João Torres frisou que “a inflação voltou a aumentar, os produtos energéticos aumentaram 12,2% e, com este Governo, os portugueses estão a pagar mais cerca de nove cêntimos por litro de gasóleo e mais seis cêntimos por litro de gasolina só em impostos”.
“O Governo encarou a escalada dos preços como uma oportunidade fiscal”
“O Governo encarou a escalada dos preços como uma oportunidade fiscal”
“O Governo encarou a escalada dos preços como uma oportunidade fiscal”, censurou o deputado do PS, avisando que o Executivo da AD “não pode querer ganhar com a inflação aquilo que os portugueses estão a perder em poder de compra”.
É por isso que o Partido Socialista tem apresentado propostas e insistido nelas, como o IVA Zero e a redução do IVA dos combustíveis.
João Torres recuou a 2022, durante a governação do PS, para recordar que Luís Montenegro, líder da oposição, “sugeria a descida do IVA dos combustíveis não para 13% – o que o anterior Governo fez por via do ISP – mas para 6%”, posição que contrasta com as decisões do primeiro-ministro Luís Montenegro.
O socialista deixou um conselho ao Executivo da AD – já que vive “tão obcecado com a política espanhola”, como é o caso das políticas de imigração de Pedro Sánchez –, defendendo que devia experimentar “passar a fronteira e ir a um posto de abastecimento de combustível”.
“Já experimentaram passar a fronteira e ir a um posto de abastecimento de combustível?”
“Já experimentaram passar a fronteira e ir a um posto de abastecimento de combustível?”
O vice-presidente da bancada do PS questionou “como pode ser descrito um Governo que esconde os seus fracassos apontando invariavelmente o dedo, de forma expressiva, ao Partido Socialista e ao seu secretário-geral”. E concluiu que só pode ser “um Governo confrangedoramente incompetente”.
