
PS defende políticas públicas que respondam de forma mais próxima e informada a doentes com fibromialgia
A deputada do PS Irene Costa defendeu o reforço da resposta às pessoas com fibromialgia, melhorando a articulação entre os cuidados primários e os cuidados hospitalares.
Durante a apresentação do projeto de resolução do PS, Irene Costa recordou que “a Assembleia da República já se pronunciou anteriormente sobre esta matéria”, mas este “caminho longo não teve ainda a concretização necessária na vida dos doentes e das suas famílias”.
Estima-se que a fibromialgia “poderá afetar mais de 300 mil pessoas no nosso país, pessoas que vivem com dor persistente, fadiga, limitações funcionais” e que tantas vezes são incompreendidas, assinalou.
A socialista referiu que “persistem dificuldades no acesso aos cuidados, no reconhecimento da doença e na efetivação dos direitos das pessoas que vivem com fibromialgia”. “Não basta reconhecer no papel, é preciso garantir que esse reconhecimento chegue efetivamente à vida concreta das pessoas”, disse.
Por isso, o Grupo Parlamentar do PS deu entrada a um projeto de resolução que traça um caminho de “reconhecimento, da dignidade e também do rigor, da proporcionalidade e da justiça”, sustentou.
O Partido Socialista “pretende reforçar o acompanhamento às pessoas com fibromialgia, melhorar a articulação entre cuidados primários e cuidados hospitalares, investir na formação dos profissionais de saúde, aprofundar o conhecimento sobre o impacto desta doença na vida das pessoas e das suas famílias”, assegurou a deputada.
No final da sua intervenção, Irene Costa defendeu “políticas públicas que possam responder de forma mais próxima, mais informada, mais humana a todos aqueles que vivem com esta doença”.