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	<title>Arquivo de Marina Gonçalves - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de Marina Gonçalves - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<item>
		<title>Governo tentou fazer uma limpeza da sua imagem e deixou reforma do Estado para segundo plano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves comentou, durante o debate setorial com o ministro da Reforma do Estado, que recebe com satisfação a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves comentou, durante o debate setorial com o ministro da Reforma do Estado, que recebe com satisfação a notícia de que o PSD “tem vontade de simplificar”, já que, durante os oito anos em que esteve na oposição, “só quis burocratizar e impedir a celeridade”, e criticou o seu discurso de tentativa de “limpeza da imagem do Governo” na resposta às tempestades.</p>
<p>Marina Gonçalves acusou o ministro Gonçalo Matias de ter ido ao Parlamento fazer uma tentativa de “limpeza da imagem do Governo face à resposta que teve às intempéries, deixando a reforma do Estado para uma segunda dimensão”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O ministro veio aqui numa primeira tentativa de limpeza da imagem do Governo”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>A socialista frisou que o Governo tem “os autarcas a alertar para o facto de estar a atirar para as autarquias a tal burocratização que diz que o Estado não tem” e ironizou que “o melhor que podemos fazer é limpar as mãos e passar para terceiros essa responsabilidade”.</p>
<p>Marina Gonçalves lembrou que os governos do Partido Socialista sempre apostaram na simplificação: “Simplex na justiça, simplex administrativo, simplificação nos licenciamentos urbanísticos – que a bancada do PSD não queria acompanhar –, simplificação nas regras, por exemplo, do Tribunal de Contas e do código dos contratos públicos”.</p>
<p>“É certo que não tínhamos inteligência artificial, tínhamos muita inteligência humana a fazer simplificação”, notou a socialista.</p>
<p>“Ainda bem que agora, com o novo PSD, há esta vontade de simplificar”, comentou a vice-presidente da bancada do PS, assegurando que “o Governo do PSD tem no Partido Socialista um parceiro na simplificação e na desburocratização”. “Algo que nós, durante oito anos, não tivemos por parte do PSD, que só quis burocratizar e impedir a celeridade”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Durante oito anos, o PSD só quis burocratizar e impedir a celeridade”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ora, o ministro Adjunto e da Reforma do Estado anunciou a reforma dos Ministérios, algo que já tinha feito no Parlamento, “e falou em cortar, reduzir, poupar, não falou em simplificar nem melhoria de serviços”, salientou Marina Gonçalves, lamentando que o Executivo da AD fale sempre “nesta perspetiva de cortes”.</p>
<p>“Falou também de novos programas, novas entidades que, na verdade, têm uma nova roupagem, um novo nome, mas que vêm na sequência de medidas do passado”, asseverou.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/1PYtxWrdak0?si=fVPXhf1trM_KtxXd" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Discurso pomposo sobre reforma do Estado nem sempre corresponde a racionalidade</strong></h5>
<p>Também o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Porfírio Silva afiançou que a intervenção do ministro no debate desta manhã foi a “demonstração de que um discurso pomposo acerca da reforma do Estado não corresponde necessariamente à racionalidade na ação”.</p>
<p>O socialista leu uma notícia que informava que, “oito meses depois de decidir a extinção da FCT, o Governo pediu agora uma análise ao sistema de ciência e inovação”. “Primeiro dispara-se e depois pergunta-se”, criticou.</p>
<p>Porfírio Silva questionou, por isso, ao ministro se “a reforma do Estado é algo para um grande auto encantamento dos governantes ou é algo para servir efetivamente as pessoas e os territórios”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BTXaTJe8kAY?si=IDS6NBNkyWJHSjxt" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>PS quer ouvir com urgência o setor segurador sobre as respostas às tempestades</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-ouvir-com-urgencia-o-setor-segurador-sobre-as-respostas-as-tempestades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 17:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[António Mendonça Mendes]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS apresentou um requerimento para a audição, com carácter de urgência, da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE), Associação Portuguesa de Seguradores (APS) e da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor no âmbito da resposta às intempéries associadas às depressões Kristin e Leonardo que assolaram o país nas duas últimas semanas.</p>
<p>“As intempéries associadas às recentes depressões Kristin e Leonardo provocaram, além da trágica perda de vidas, um conjunto muito significativo de danos materiais e prejuízos económicos em várias regiões do país, afetando habitações, infraestruturas públicas, equipamentos sociais e um vasto número de atividades económicas”, referem no requerimento os deputados Miguel Costa Matos, António Mendonça Mendes e Marina Gonçalves.</p>
<p>Os socialistas salientam o papel “absolutamente central” do setor segurador tanto na resposta imediata aos sinistros verificados, como também “na recuperação económica das zonas afetadas, na reposição da normalidade social e na mitigação dos impactos financeiros suportados por famílias e empresas”.</p>
<p>“Importa, por isso, que a Assembleia da República possa dispor de informação rigorosa e atualizada sobre o volume de sinistros participados e em processamento, os prazos médios de regularização e indemnização, a distinção entre danos cobertos e não cobertos por apólices de seguro, bem como os principais constrangimentos identificados no terreno”, pode ler-se no documento.</p>
<p>Miguel Costa Matos, António Mendonça Mendes e Marina Gonçalves defendem que estes eventos vieram expor as fragilidades estruturais do sistema de proteção face a riscos de catástrofe, “designadamente o elevado ‘insurance gap’, que se opera através da eventual existência de exclusões relevantes nas coberturas de fenómenos extremos e da insuficiente penetração de seguros multirriscos, tanto no parque habitacional como no tecido empresarial”.</p>
<p>É de recordar que o Grupo Parlamentar do PS apresentou, em 2023, um projeto de resolução que recomendava ao Governo a criação de um fundo de garantia para os riscos climáticos e sísmicos, em articulação com a ASF e em linha com as melhores práticas europeias.</p>
<p>Assim, os deputados do Partido Socialista requerem uma audição alargada que permita conhecer o estado de resposta do mercado segurador aos sinistros habitacionais e empresariais associados às recentes intempéries e avaliar a dimensão atual do ‘insurance gap’ em Portugal e o impacto das exclusões de cobertura de riscos catastróficos.</p>
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		<item>
		<title>PS tem dúvidas sobre nomeação de consultores para Grupo de Trabalho para a Reforma do Estado</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-tem-duvidas-sobre-nomeacao-de-consultores-para-grupo-de-trabalho-para-a-reforma-do-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Trabalho para a Reforma do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[nomeações]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma do Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS questionou o ministro Adjunto e da Reforma do Estado e o ministro de Estado e das Finanças sobre as recentes nomeações<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS questionou o ministro Adjunto e da Reforma do Estado e o ministro de Estado e das Finanças sobre as recentes nomeações de consultores para o Grupo de Trabalho para a Reforma do Estado, perguntando qual a fundamentação para essa contratação face à capacidade técnica existente dentro das entidades da Administração Pública.</p>
<p>“Passados quase dois anos da tão anunciada prioridade da Reforma do Estado, o Governo, com nova tutela, decidiu alterar o grupo de trabalho por si criado, com a fundamentação na nova função do ministro Adjunto e da Reforma do Estado como coordenador de toda a agenda de reforma do Estado”, explicam os socialistas na pergunta.</p>
<p>No texto, cuja primeira subscritora é a vice-presidente da bancada do PS Marina Gonçalves, os socialistas reforçam que, “para além da assessoria técnica e aconselhamento ao Governo através da Secretaria-Geral do Governo, a ESPAP, o PLANAPP, o CEJURE e a DGAEP, esta revisão pretende alargar o âmbito de atuação e incluir novos membros, permitindo ainda a contratação, em regime de comissão de serviço, de 15 consultores”.</p>
<p>Os deputados do Partido Socialista admitem ter “dúvidas legítimas” sobre a fundamentação para esta contratação, tendo sido publicada em Diário da República a nomeação de quatro consultores coordenadores para o Grupo de Trabalho para a Reforma do Estado e “conhecida a nota curricular e a base salarial dos mesmos”.</p>
<p>“Não há qualquer fundamentação que explique a opção de recurso a consultores externos, quando o Estado tem fomentado – pelo menos no discurso deste Governo – a internalização de respostas e apoio técnicos”, defendem os parlamentares, acrescentando que não são ainda conhecidos os défices da Administração Pública que se pretende colmatar.</p>
<p>Os deputados do PS referem mesmo que, “olhando para critérios semelhantes na escolha de consultores pelo PLANAPP (Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas) e para as competências exigidas, levantam-se duvidas sobre os critérios que subjazem à escolha dos consultores, em aparente contradição com o regime geral aplicável às entidades públicas”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-tem-duvidas-sobre-nomeacao-de-consultores-para-grupo-de-trabalho-para-a-reforma-do-estado/">PS tem dúvidas sobre nomeação de consultores para Grupo de Trabalho para a Reforma do Estado</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS quer um acelerador de carreiras para tratar de forma igual todos os trabalhadores da administração pública</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-um-acelerador-de-carreiras-para-tratar-de-forma-igual-todos-os-trabalhadores-da-administracao-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 18:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acelerador de carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[função pública]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Lima]]></category>
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		<category><![CDATA[semana de 4 dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves alertou para a importância de se respeitar e tratar de forma igual todos os trabalhadores da administração<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves alertou para a importância de se respeitar e tratar de forma igual todos os trabalhadores da administração pública e defendeu um acelerador de carreiras para a administração pública equivalente à recuperação da totalidade do tempo de serviço dos professores.</p>
<p>Salientando “o respeito pelos trabalhadores de uma forma generalizada na administração pública”, Marina Gonçalves explicou à bancada do PSD que, quando repuseram o tempo integral de serviço aos professores, o que faltou foi “garantir equidade entre trabalhadores”.</p>
<p>“Se, por um lado, vocês contam o tempo de serviço dos professores – e ainda bem –, vocês não fazem o mesmo para todos os trabalhadores da administração pública, porque não replicam aquela que foi a medida prevista pelo Partido Socialista quando fizemos a contagem parcial do tempo de serviço dos professores, que era o acelerador de carreiras”, indicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Não há trabalhadores de primeira nem trabalhadores de segunda”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>A vice-presidente da bancada sublinhou o caminho feito pelo Partido Socialista “de descongelamento das carreiras, de contagem de tempo de serviço, nomeadamente para os professores, mas depois com o acelerador de carreiras para toda a administração pública”.</p>
<p>Num tom de crítica, Marina Gonçalves declarou que “a bancada do PSD está precisamente onde sempre esteve: numa luta contra os trabalhadores, desprotegendo-os”.</p>
<p>Ora, “não há trabalhadores de primeira, nem trabalhadores de segunda”, vincou. Por isso, o Partido Socialista apresentou um projeto de resolução “justo” que recomenda que o acelerador de carreiras responda de forma equitativa à administração pública e, ao mesmo tempo, capacite e atraia para a administração pública “os melhores trabalhadores para que possamos ter serviços públicos de qualidade”, sustentou Marina Gonçalves.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/SdQ3fTJsbxM?si=JVrHB9HL3nYwgHan" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Semana de quatro dias na administração pública</strong></h5>
<p>O Grupo Parlamentar do PS apresentou também um projeto de resolução pelo alargamento da experiência da semana de quatro dias nos setores privado e público.</p>
<p>A deputada Joana Lima explicou que “quando o PS propõe a semana de quatro dias para os trabalhadores da função pública e para os trabalhadores do setor empresarial do Estado, não é um capricho ou um luxo, é mesmo uma estratégia para modernizar o Estado e para torná-lo mais eficiente e mais atrativo”.</p>
<p>O principal objetivo é “ter trabalhadores motivados, conciliando a sua vida profissional com a vida familiar”, esclareceu.</p>
<p>De acordo com Joana Lima, “esta medida colocaria o nosso país na linha da frente das políticas laborais modernas”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QN1oKiiQ0Z0?si=mHPPOgIZPRqa1O4Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Por sua vez, a vice-presidente do Grupo Parlamentar Ana Paula Bernardo criticou uma insinuação da bancada do Chega de que “a semana de quatro dias serve para as mulheres ficarem em casa a fazer marmitas”.</p>
<p>Trata-se de uma afirmação que “ofende profundamente todos os trabalhadores e todas as mulheres”, disse a socialista, que acrescentou que é algo que “diz mais sobre quem a profere do que sobre o valor da medida em si”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/k0RVtYIRmM0?si=lKGnHXLPStsIeo-a" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-quer-um-acelerador-de-carreiras-para-tratar-de-forma-igual-todos-os-trabalhadores-da-administracao-publica/">PS quer um acelerador de carreiras para tratar de forma igual todos os trabalhadores da administração pública</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS quer regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoas com deficiência</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-regime-de-concessao-de-credito-bonificado-a-habitacao-a-pessoas-com-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 18:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves pediu o maior consenso possível para melhorar o regime de habitação digna para pessoas com deficiência e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-quer-regime-de-concessao-de-credito-bonificado-a-habitacao-a-pessoas-com-deficiencia/">PS quer regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoas com deficiência</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves pediu o maior consenso possível para melhorar o regime de habitação digna para pessoas com deficiência e propôs que, no caso de habitação permanente, o regime seja extensível aos membros do agregado familiar.</p>
<p>Marina Gonçalves, que apresentava o projeto de lei do PS que aprova o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoas com deficiência, defendeu uma “sociedade justa, digna e inclusiva”.</p>
<p>O Partido Socialista considera “fundamental que deste debate saia o maior consenso possível para melhorar o regime de garantia de habitação digna e adequada”, sustentou.</p>
<p>A vice-presidente da bancada do PS recordou que “desde 2015 existe, de forma aparentemente consensual, um enquadramento legal específico para o crédito da habitação para pessoas com deficiência”. “Mas deste consenso deve também surgir a necessidade de reavaliar um regime que vigora há dez anos no nosso país e que, embora fundamental, demonstra algumas ineficiências na concretização do objetivo a que todos nós nos comprometemos enquanto Estado”, disse.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/B6O65zVP9xo?si=OxyHRzQHeNflbX1o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Mencionando que, na anterior legislatura, “o PSD, o CDS e o Chega impediram a votação final global desta proposta, Marina Gonçalves referiu que o projeto de lei do Partido Socialista quer garantir que, “tratando-se de uma habitação permanente de uma pessoa com deficiência, o regime seja extensível aos membros do agregado familiar e, com isso, garantir que a adequação das habitações aplica-se mesmo de forma universal a todos os que dela precisam, menores ou maiores de idade”.</p>
<p>“Como a bonificação depende de um conjunto de requisitos, nomeadamente no que respeita ao grau de incapacidade, é importante dar garantias a estas famílias de que qualquer reavaliação da sua condição – como aliás acontece – que as faça perder este regime, não implique no imediato a perda do regime, pois este traz implicações muitas vezes incalculáveis para a sua vida”, explicou.</p>
<p>Assim, o PS pretende “criar um regime de redução faseada do apoio, permitindo às famílias uma adaptação progressiva à nova realidade financeira, tal como se fez em sede de IRS no caso de perda abrupta de benefícios fiscais”, afirmou Marina Gonçalves, acrescentando que o diploma prevê o ajustamento do montante máximo dos empréstimos, passando para 450 mil euros.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-quer-regime-de-concessao-de-credito-bonificado-a-habitacao-a-pessoas-com-deficiencia/">PS quer regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoas com deficiência</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PS questiona o Governo sobre o atraso de um ano na regulamentação do Direito ao Esquecimento</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-questiona-o-governo-sobre-o-atraso-de-um-ano-na-regulamentacao-do-direito-ao-esquecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 17:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[António Mendonça Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[direito ao esquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Cabrita]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Costa Matos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[seguradoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS questionou o Governo sobre o atraso de mais de um ano na regulamentação da Lei que estabelece o direito ao esquecimento<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-questiona-o-governo-sobre-o-atraso-de-um-ano-na-regulamentacao-do-direito-ao-esquecimento/">PS questiona o Governo sobre o atraso de um ano na regulamentação do Direito ao Esquecimento</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do PS questionou o Governo sobre o atraso de mais de um ano na regulamentação da Lei que estabelece o direito ao esquecimento das pessoas sobreviventes de doenças graves no acesso ao crédito e a contratos de seguros, o que resulta na sua insuficiente implementação.</p>
<p>Atenta à importância da resolução deste impasse, além da pergunta ao executivo, a bancada do PS vai reunir amanhã com a Associação Portuguesa de Seguradores, estando também prevista uma reunião em breve com a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões sobre este assunto.</p>
<p>Na pergunta dirigida ao ministro de Estado e das Finanças, recorda-se que “a Lei n.º 75/2021, de 18 de novembro, aprovou o direito ao esquecimento, consagrando um importante avanço nos direitos dos consumidores que superaram ou mitigaram riscos agravados de saúde, designadamente sobreviventes de cancro, diabéticos e seropositivos”.</p>
<p>Essa lei estabeleceu um conjunto de obrigações a observar pelas seguradoras e pelas instituições de crédito, determinando igualmente um conjunto de proteções adicionais que deveriam ser previstas no quadro de um acordo nacional de acesso ao crédito e a seguros ou, na ausência desse acordo, através de decreto-lei.</p>
<p>Acontece que, mais de três anos após a entrada em vigor da lei, “é manifesta a insuficiente implementação da lei por parte dos operadores privados, tal como amplamente relatado por associações de consumidores e de doentes”.</p>
<p>“Pessoas com diabetes ou que tiveram cancro continuam a ser discriminadas no acesso a créditos bancários, por via do agravamento dos prémios ou da exclusão de hipóteses nos seguros de vida e, apesar de haver casos de aplicação bem-sucedida do direito ao esquecimento, persistem algumas lacunas na implementação do regime”, apontam os deputados do PS na Comissão de Orçamento e Finanças.</p>
<p>Para garantir condições de base para a plena aplicação do regime do direito ao esquecimento, a Lei do Orçamento do Estado para 2024, através dos seus artigos 293.º, 309.º e 301.º, resultantes de proposta de alteração apresentada pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista, procedeu a um conjunto de alterações legislativas relevantes, entre as quais a definição de um prazo para a celebração do acordo nacional, “ficando determinado que até 30 de junho de 2024, na falta desse acordo, as matérias que este deveria abranger são definidas por Decreto-Lei, após consulta a um conjunto de entidades relevantes”.</p>
<p>Contudo, no final de fevereiro, em resposta a uma pergunta do Partido Socialista, o Governo fez saber que, na sua interpretação, a data-limite inscrita na norma refere-se ao prazo para celebração do acordo, e não, conforme entendimento manifesto pelos deputados do Partido Socialista, ao prazo para regulamentação da lei.</p>
<p>Sucede que, qualquer que seja a interpretação da norma em apreço, certo é que já passou mais de um ano sobre a data-limite nela contida, desconhecendo-se quaisquer progressos na elaboração do decreto-lei que, na ausência de acordo, compete ao Governo publicar.</p>
<p>Assim, os deputados do Partido Socialista pedem ao Governo que esclareça se o projeto de decreto-lei que regulamenta as matérias que deveriam ser abrangidas pelo acordo nacional relativo ao acesso ao crédito e contratos de seguros por parte de pessoas que tenham superado ou mitigado riscos agravados de saúde ou deficiência transitou do XXIV para o XV Governo.</p>
<p>António Mendonça Mendes, Miguel Costa Matos, Marina Gonçalves e Miguel Cabrita pretendem que o Governo esclareça ainda qual é o calendário previsto para aprovação do referido decreto-lei, assim como quais são os motivos que justificam o atraso na aprovação de tal regulamentação.</p>
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		<title>PS quer saber se aumento do IVA nos equipamentos energéticos decorre da inação do Governo</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-saber-se-aumento-do-iva-nos-equipamentos-energeticos-decorre-da-inacao-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 10:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[António Mendonça Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos energéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Neto Brandão]]></category>
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		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Lima]]></category>
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		<category><![CDATA[Miguel Cabrita]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Costa Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados do Partido Socialista perguntaram ao Governo se o aumento do IVA no ar condicionado, bombas de calor e painéis solares, com a não prorrogação da taxa reduzida, decorre da inação do Executivo ou se se baseou em algum estudo.</p>
<p>A partir de hoje, dia 1 de julho de 2025, “Portugal deixará de aplicar a taxa reduzida do IVA aos equipamentos destinados exclusiva ou principalmente à captação e aproveitamento de energia solar, eólica, geotérmica e outras formas alternativas de energia”, referem os socialistas numa pergunta enviada ao ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.</p>
<p>Na pergunta, cujo primeiro subscritor é o vice-presidente da bancada António Mendonça Mendes, os parlamentares frisam que os “equipamentos como painéis solares, bombas de calor e ar condicionado deixam de beneficiar da taxa reduzida de 6% e passam a ser tributados à taxa normal de 23% do IVA”.</p>
<p>É de recordar que a aplicação da taxa reduzida a estes equipamentos foi introduzida pela lei do Orçamento do Estado para 2022, na altura com aplicação apenas a painéis solares e fotovoltaicos, tendo o seu âmbito material sido alargado pelo Orçamento do Estado para 2024.</p>
<p>“Considerando que este benefício fiscal foi introduzido com caráter temporário, importa saber se o Governo optou pela sua não renovação em função de qualquer avaliação da U-TAX – unidade criada na sequência do trabalho do grupo que avaliou os benefícios fiscais – e que tem por missão avaliar a eficácia e pertinência de renovação de benefícios fiscais, ou se, pelo contrário, está em causa uma decisão expressa do Governo ou apenas inércia quanto à sua renovação”, questionam os deputados do PS.</p>
<p>António Mendonça Mendes, Miguel Costa Matos, Ana Bernardo, Carlos Pereira, Filipe Neto Brandão, Hugo Costa, Joana Lima, Marina Gonçalves, Miguel Cabrita e Nuno Fazenda querem que o ministro das Finanças explique se a não prorrogação desta taxa reduzida “decorre de algum estudo que a U-TAX tenha realizado” e, em caso afirmativo, pedem que o Governo o envie ao Parlamento.</p>
<p>Não tendo havido esse estudo, a não renovação da taxa reduzida pode decorrer apenas “de inação do Governo”, sustentam.</p>
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		<title>Primeiro-ministro usa moção de confiança para fugir à Comissão de Inquérito</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/primeiro-ministro-usa-mocao-de-confianca-para-fugir-a-comissao-de-inquerito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 15:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Leitão]]></category>
		<category><![CDATA[comissão parlamentar de inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eleições legislativas]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Delgado Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro-Ministro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista deu hoje entrada, na Assembleia da República, do requerimento para uma Comissão Parlamentar de Inquérito potestativa que avalie o cumprimento<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista deu hoje entrada, na Assembleia da República, do requerimento para uma Comissão Parlamentar de Inquérito potestativa que avalie o cumprimento pelo primeiro-ministro das regras aplicáveis ao exercício do respetivo mandato, anunciou Alexandra Leitão, considerando que a apresentação de uma moção de confiança pelo Governo é uma forma de o primeiro-ministro “fugir” a esta Comissão de Inquérito.</p>
<p>A presidente do Grupo Parlamentar do PS clarificou, numa conferência de imprensa, que a Comissão Parlamentar de Inquérito permitirá “obter esclarecimentos, consultar documentação, obter comprovativos, ouvir pessoas e, portanto, permite um escrutínio cabal de uma situação que continua a afigurar-se muito obscura”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O Partido Socialista continua a querer a estabilidade”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“Esta Comissão Parlamentar de Inquérito refere-se ao regime de exclusividade no exercício de funções por parte do primeiro-ministro, ao cumprimento das obrigações declarativas dela constantes, bem como da observância de demais regras sobre a prevenção de conflitos de interesses no exercício de funções”, esclareceu Alexandra Leitão, comentando que “a estabilidade política pressupõe que sejam prestados os necessários esclarecimentos ao país” sobre a empresa de Luís Montenegro, acabando-se com as “dúvidas de natureza ética e legal”.</p>
<p>Acrescentado que a Comissão de Inquérito não deverá ultrapassar os 90 dias, Alexandra Leitão explicou que o Grupo Parlamentar do PS apresenta esta comissão parlamentar “não porque quer criar instabilidade ou precipitar eleições, mas exatamente porque, em nome do regime democrático, quer garantir a transparência”.</p>
<p>“O Partido Socialista continua a querer a estabilidade” e, por isso, inviabilizou duas moções de censura, salientou a líder parlamentar do PS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>País não deve ir a eleições sem esclarecimentos</strong></p>
<p>Alexandra Leitão criticou depois o Governo da AD por ter apresentado uma moção de confiança “rejeitada à partida”, forçando “a sua própria queda, quase que por interposta pessoa”. “É uma forma de fugir a esta Comissão Parlamentar de Inquérito e vai lançar o país numa situação de instabilidade e de crise política, que é exclusivamente responsabilidade do primeiro-ministro por se querer furtar aos esclarecimentos”, acusou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O que é verdadeiramente importante é que não se vá a eleições sem esclarecimentos prestados”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a presidente da bancada socialista, é importante que o país “não vá a eleições sem esclarecimentos” por parte de Luís Montenegro, para que possa haver transparência. E admitiu sentir-se “intranquila” com esta preferência do primeiro-ministro.</p>
<p>Salientando que toda a situação “poderia ter sido evitada se essas respostas tivessem sido dadas em momento próprio”, Alexandra Leitão apelou ao primeiro-ministro “para que evite uma crise política”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comissão de Inquérito funcionará nesta legislatura ou na próxima</strong></p>
<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves, também presente na conferência de imprensa, assegurou que esta Comissão Parlamentar de Inquérito continuará, “independentemente de ser nesta legislatura ou na próxima”.</p>
<p>Já Pedro Delgado Alves destacou a importância de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para o apuramento dos factos, porque “dá outra garantia de contraditório”. Ou seja, o primeiro-ministro “apresentará as suas razões e explaná-las, assim como os deputados que integrarem a comissão, bem como a comunicação social, têm o direito de fazer perguntas de seguimento”.</p>
<p>O vice-presidente da bancada do PS admitiu ainda que os socialistas poderão evitar chamar os familiares do primeiro-ministro, já que “é uma questão que não é prioritária, porque não é por aí que os esclarecimentos podem ser obtidos”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/primeiro-ministro-usa-mocao-de-confianca-para-fugir-a-comissao-de-inquerito/">Primeiro-ministro usa moção de confiança para fugir à Comissão de Inquérito</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Propostas do PS vêm melhorar lei dos solos e recentrá-la na resposta à classe média</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/propostas-do-ps-vem-melhorar-lei-dos-solos-e-recentra-la-na-resposta-a-classe-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 17:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[classe média]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[lei dos solos]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Gonçalves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves salientou hoje que a maior parte das propostas de alteração apresentadas na especialidade pelo Partido Socialista à<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Marina Gonçalves salientou hoje que a maior parte das propostas de alteração apresentadas na especialidade pelo Partido Socialista à lei dos solos foi aprovada, passando o diploma a contemplar medidas dirigidas à classe média e ajudando a mitigar os “efeitos negativos” que constavam do decreto-lei do Governo.</p>
<p>Ressalvando que a lei dos solos “não vem resolver os problemas da habitação” e que as medidas que verdadeiramente os resolvem “têm ficado na gaveta por parte deste Governo”, Marina Gonçalves explicou que o PS olhou para o diploma na apreciação parlamentar e tentou perceber “como é que ele podia ser mitigado de maneira a chegar à classe média e por forma a não ter um conflito com a utilização do solo, mitigando aqueles que podiam ser os eventuais danos”.</p>
<p>“Por isso é que fizemos um conjunto de audições, de auscultações, esta discussão no Parlamento e apresentámos as propostas” que foram esta manhã aprovadas na especialidade, congratulou-se Marina Gonçalves em declarações aos jornalistas no Parlamento sobre a lei dos solos, um decreto-lei do Governo que não foi discutido no Parlamento antes de entrar em vigor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O diploma, sem as alterações do PS, é muito pior do que o diploma com estas alterações”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>Procurando dar resposta à escassez de habitação acessível à classe média, uma das propostas do Partido Socialista acabou com o conceito de preço moderado, “porque não respondia verdadeiramente às necessidades a quem supostamente se dirigia”.  As propostas socialistas abarcam ainda um conjunto de mitigações na utilização dos solos.</p>
<p>Marina Gonçalves admitiu que uma das maiores preocupações do Grupo Parlamentar do PS “era um aumento do custo da habitação por via da versão inicial que existia do diploma”.</p>
<p>“O diploma, sem as alterações do PS, é muito pior do que o diploma com estas alterações”, vincou a vice-presidente da bancada socialista, reafirmando que a proposta do PS “recentra este diploma no objetivo de responder à classe média, tendo em conta o valor da habitação que é construída”.</p>
<p>Por outro lado, para o Partido Socialista é igualmente importante “a utilização de um solo que inicialmente não está previsto para habitação”, que “deve ser feita com maior transparência e com maior escrutínio, sem prejudicar a simplificação”, sustentou.</p>
<p>O Grupo Parlamentar do PS contribuiu, assim, para a concretização do objetivo final: uma habitação digna.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/propostas-do-ps-vem-melhorar-lei-dos-solos-e-recentra-la-na-resposta-a-classe-media/">Propostas do PS vêm melhorar lei dos solos e recentrá-la na resposta à classe média</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS vai propor alterações ao Código de Conduta dos Deputados para acabar de vez com ambiente de violência verbal e intimidação</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-vai-propor-alteracoes-ao-codigo-de-conduta-dos-deputados-para-acabar-de-vez-com-ambiente-de-violencia-verbal-e-intimidacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 13:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Leitão]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Sofia Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia da República]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Conduta dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[intimidação]]></category>
		<category><![CDATA[Lia Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alexandra Leitão defendeu hoje que “é tempo de dizer ‘basta’” ao “ambiente de violência verbal, de provocação e de intimidação que se vive na Assembleia da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandra Leitão defendeu hoje que “é tempo de dizer ‘basta’” ao “ambiente de violência verbal, de provocação e de intimidação que se vive na Assembleia da República” por parte do Chega e anunciou que o Grupo Parlamentar do PS vai propor alterações ao Código de Conduta dos Deputados, incluindo a previsão de sanções, e apelou à abertura das restantes bancadas para a discussão deste tema.</p>
<p>Numa conferência de imprensa na Assembleia da República, a presidente do Grupo Parlamentar do PS lamentou que, desde a anterior legislatura, se assista a “insultos e ameaças a deputados e a pessoas ausentes, incluindo líderes eleitos de países democráticos, atribuição de culpas coletivas e atitudes discriminatórias a grupos étnicos, imigrantes e minorias, colocação ilegal de pendões e tarjas na fachada e nas salas da Assembleia da República, difamação de pessoas inocentes, relatos de bullying, assédio e intimidação, dentro e fora do plenário, com insultos e afirmações trocistas relativas e dirigidas a deputados – e, em especial, a deputadas”.</p>
<p>Acompanhada da vice-presidente da bancada socialista Marina Gonçalves e das deputadas Ana Sofia Antunes e Lia Ferreira, Alexandra Leitão assegurou que o Grupo Parlamentar do PS “e outros grupos parlamentares já levaram várias destas situações à conferência de líderes, à Comissão de Transparência e Estatuto de Deputados e têm manifestado a sua indignação e repúdio dentro do plenário e nas comissões, mas sem sucesso”.</p>
<p>A líder parlamentar do PS mencionou o caso ocorrido ontem, em que se “atingiu um novo mínimo”: “Quando uma deputada do partido Chega intimidou de forma vexatória e discriminatória a deputada do Partido Socialista Ana Sofia Antunes”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Para quem tanto apela à ordem, o Chega é mesmo o oposto disso”</h3></div>

<p>&nbsp;</p>
<p>“Acresce que, na sessão plenária de ontem, a bancada do partido Chega insultou outras deputadas e deputados do Partido Socialista através de ofensas gravíssimas e ignóbeis, como foi audível por todos”. De acordo com Alexandra Leitão – e com deputados de vários partidos que o testemunharam e partilharam –foi usada a palavra “aberração” e também expressões como “isto não é uma esquina”, “pareces morta” e “és uma drogada”.</p>
<p>Agradecendo aos deputados de outras bancadas que denunciaram esta situação, a presidente do Grupo Parlamentar do PS comentou que ficou demonstrado “que há um chão comum de decência que vai para além das divergências políticas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Parlamento tem hoje um partido que ultrapassa limites da má educação</strong></p>
<p>Ora, apesar de o Código de Conduta dos Deputados prever o dever de urbanidade e de lealdade, e de o Regimento prever regras sobre admoestação – que foram suficientes durante 50 anos de democracia –, “é claro que isso hoje é manifestamente insuficiente”, porque temos hoje “uma força partidária que passa todos os limites da má educação, da grosseria, da indignidade, da indecência, da falta total de empatia”, criticou.</p>
<p>Assim, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista “vai estudar e propor alterações ao Código de Conduta no sentido de tornar mais efetivo o cumprimento destes e de outros deveres que possam ser consagrados como, por exemplo, o dever de correção, incluindo a previsão de sanções como já existem em parlamentos de vários países e no Parlamento Europeu”, avançou.</p>
<p>“O Partido Socialista apela a que o senhor presidente da Assembleia da República colabore nesse debate, tendo em conta as elevadas funções que desempenha, designadamente, de zelar pelo prestígio da instituição parlamentar” e apela a que Aguiar-Branco “apresente, em nome da Assembleia da República, um pedido de desculpas à senhora deputada Ana Sofia Antunes e que, de futuro, tudo faça para evitar a agressão verbal a que deputadas e deputados estão hoje sujeitos neste ambiente de degradação do Parlamento”, acrescentou.</p>
<p>A líder parlamentar socialista notou que o presidente da Assembleia da República não endereçou à deputada Ana Sofia Antunes um pedido desculpas no início do plenário desta manhã, o que “teria sido uma excelente ocasião”.</p>
<p>Alexandra Leitão pediu ainda a colaboração para este debate de “todas as forças políticas que se reveem na dignidade da instituição parlamentar e no regime democrático”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Chegámos a um limiar em que alguma coisa tem de ser feita</strong></p>
<p>Durante a conferência de imprensa, a deputada Ana Sofia Antunes vincou que “as pessoas com deficiência são pessoas com direitos, com deveres e participam na sociedade”, e garantiu que se sente no “direito de intervir sobre direitos das pessoas com deficiência” as vezes que lhe aprouver e que o Partido Socialista entender que o deve fazer.</p>
<p>Para a socialista, o mais grave do episódio de ontem foi, na sua pessoa, “terem sido ofendidas no plenário todas as pessoas com deficiência, rotuladas como incapazes, inábeis ou incompetentes”.</p>
<p>“Chegámos a um limiar em que alguma coisa tem de ser feita”, defendeu.</p>
<p>Ana Sofia Antunes comentou ainda que não acredita que “aqueles que se identificam com determinadas forças políticas alegando que eles vêm para ‘mudar isto tudo’ e para fazer diferente se identifiquem com este tipo de posturas”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-vai-propor-alteracoes-ao-codigo-de-conduta-dos-deputados-para-acabar-de-vez-com-ambiente-de-violencia-verbal-e-intimidacao/">PS vai propor alterações ao Código de Conduta dos Deputados para acabar de vez com ambiente de violência verbal e intimidação</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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