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	<title>Cláudia Veloso, autor em Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<title>Cláudia Veloso, autor em Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>Aprovado requerimento do PS para ouvir especialistas sobre nova Lei Orgânica do INEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Orgânica INEM]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde; INEM; Técnicos de Emergência Pré-hospitalar]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Saúde aprovou hoje, com a abstenção do PSD, um requerimento do Partido Socialista para a audição, com caráter de urgência, de um conjunto de personalidades sobre a nova Lei Orgânica do INEM.</p>
<p>A bancada socialista pede para serem ouvidos ex-presidentes do INEM &#8211; Miguel Soares de Oliveira, Regina Pimentel, Luís Meira e Sérgio Dias Janeiro &#8211; assim como o atual presidente Luís Cabral, o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Xavier Barreto, e o ex-presidente do Colégio da Competência em Emergência Médica, Vitor Almeida, que também foi convidado a presidir ao INEM.</p>
<p>Enquanto os deputados votavam o requerimento, do lado de fora do Parlamento, junto à escadaria, dezenas de técnicos de emergência pré-hospitalar concentraram-se para protestar contra a nova lei orgânica, que dizem agravar os serviços de emergência prestados à população.</p>
<p>As deputadas socialistas Sofia Andrade e Susana Correia estiveram junto dos manifestantes para mostrarem o apoio do Grupo Parlamentar e para receberem o manifesto do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) que alerta para os riscos da reforma e exige mudanças no processo de reorganização do INEM.</p>
<p>Para Sofia Andrade, membro da Comissão de Saúde e coordenadora do PS na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, “o diploma tem de ser apreciado e discutido de forma pública e não à porta fechada”.</p>
<p>A deputada lembra que as mudanças foram feitas sem haver consulta pública nem esclarecimentos sobre as alterações que o Governo pretende implementar, sublinhando ainda que não se conhece o conteúdo do diploma aprovado em Conselho de Ministros.</p>
<p>“Não conhecemos o diploma na totalidade, mas o pouco que já é conhecido causa muita preocupação”, salienta Sofia Andrade.</p>
<p>No requerimento hoje aprovado, os deputados do PS lembram que o anúncio da aprovação da nova Lei Orgânica foi feito através da comunicação social, não foi precedida de consulta pública e não veio acompanhado do devido esclarecimento que permita compreender, em detalhe, as alterações que o Governo pretende implementar.</p>
<p>Ainda assim, e apesar da parca informação disponível, diversas entidades diretamente ligadas ao setor da emergência médica já vieram a público manifestar o seu desacordo com as propostas do Governo, como é o caso de quatro ex-presidentes do INEM, um ex-presidente do Colégio da Competência em Emergência Médica (e também convidado a presidir ao INEM). Todos salientam que as várias alterações apresentadas se traduzem numa fragmentação do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), com transferência de meios, competências e responsabilidades operacionais, sem que sejam claros os ganhos para as populações, o que agrava ainda mais a preocupação sobre o tema.</p>
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		<title>PS acusa Governo de insensibilidade por não baixar o IVA dos combustíveis e chama ao Parlamento representantes das petrolíferas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na véspera de um novo aumento no preço dos combustíveis, o Partido Socialista voltou a defender a descida do IVA e anunciou que quer chamar ao parlamento as associações representativas das empresas petrolíferas.</p>
<p>Numa declaração aos jornalistas no Porto, o deputado João Torres desafiou o Governo a descer o imposto sobre o consumo (IVA) dos combustíveis de 23% para 13%, medida que o executivo PSD/CDS-PP tem rejeitado implementar, considerando tratar-se de uma medida “absolutamente necessária para que o Estado dê um sinal de apoio neste momento de maior dificuldade”.</p>
<p>João Torres defendeu que “é nos momentos de maior dificuldade que o Estado deve estar disponível para apoiar as famílias e as empresas” e adiantou que o Grupo Parlamentar do PS vai propor a audição, na Assembleia da República, das associações que representam os retalhistas de combustível e as empresas petrolíferas, para que também em sede parlamentar possam partilhar aquela que é a sua visão e as suas preocupações sobre o momento dos preços.</p>
<p>O vice-presidente do grupo parlamentar do PS acusou o Governo de revelar “uma enorme insensibilidade para com os impactos desta crise” e de “encarar esta crise como uma oportunidade fiscal”. E lembrou que, no primeiro trimestre deste ano, “os portugueses pagaram mais 36 milhões de euros de Imposto sobre os Produtos Petrolíferos”, o que “corresponde ao dobro do aumento médio da receita fiscal”.</p>
<p>“Esta teimosia do Governo só vem comprovar que aquilo que o Estado está a fazer é, por via das opções políticas da Aliança Democrática, aproveitar esta crise para robustecer os cofres do Estado”, criticou.</p>
<p>João Torres lamentou ainda que o Governo tenha ignorado sucessivamente as propostas razoáveis e sensatas que o Partido Socialista tem vindo a apresentar e insistiu também noutra medida que o partido tem repetido: o IVA zero do cabaz alimentar.</p>
<p>“Quer a descida do IVA dos combustíveis para a taxa intermédia, quer o IVA zero para um cabaz de produtos alimentares são medidas que já provaram eficácia no passado. E esse é um património do país, não é um património de nenhum Governo”, afirmou, sustentando que “o Governo pode e deve seguir a receita que já foi aplicada, de forma bem-sucedida no passado”.</p>
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		<item>
		<title>Humberto Brito acusa o Governo de estar há dois anos a comentar o passado em vez de resolver os problemas da habitação</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/humberto-brito-acusa-o-governo-de-estar-ha-dois-anos-a-comentar-o-passado-em-vez-de-resolver-os-problemas-da-habitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arrendamento]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado Humberto Brito afirmou hoje que viver em Portugal não pode ser um luxo ou um privilégio para poucos, mas sim um direito de todos,<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Humberto Brito afirmou hoje que viver em Portugal não pode ser um luxo ou um privilégio para poucos, mas sim um direito de todos, e acusou o Governo de estar há dois anos a comentar o passado, quando governar é resolver os problemas do presente.</p>
<p>No debate sobre habitação e arrendamento, o deputado socialista lembrou que o PSD teve 8 anos de oposição para estudar o problema, para preparar soluções e para dizer ao país o que faria diferente, e que após 2 anos de governação não houve mais que promessas, anúncios e a mesma desculpa: os oito anos do Partido Socialista.</p>
<p>“Dez anos de responsabilidade política acumulada”, enfatizou, descrevendo depois a realidade dos factos: “Os preços da habitação continuam a subir. As rendas continuam a aumentar. Em muitas cidades portuguesas, viver tornou-se cada vez mais difícil. Em várias regiões, os preços subiram mais de 20% em poucos anos. E em algumas zonas, comprar casa ultrapassa os três mil euros por metro quadrado”.</p>
<p>Perante este quadro, perguntou ao Governo qual foi a grande medida estrutural que tomou para reduzir o custo da habitação, qual é a meta concreta que tem de construção de habitação acessível até ao final da legislatura e se considera aceitável que uma família veja a sua renda disparar ou entende que devem existir limites equilibrados.</p>
<p>Para demonstrar que o Governo não pode justificar o seu imobilismo com os anos de governação do PS, Humberto Brito lembrou algumas das iniciativas que revelam a prioridade que foi dada a esta matéria:</p>
<p>“Criámos o Primeiro Direito, o maior programa de habitação pública da democracia, reforçámos o Porta 65 Jovem, mobilizámos património público para habitação, apoiámos famílias com crédito à habitação, simplificámos o licenciamento, lançámos o Mais Habitação, colocando a habitação no centro da agenda política”.</p>
<p>Sobre as propostas levadas hoje a debate sobre limites ao aumento das rendas, Humberto Brito defendeu que os congelamentos generalizados, propostos à esquerda, afastam casas do mercado, e que a desregulação total, proposta pela direita, expulsa famílias das cidades.</p>
<p>“Entre esses dois extremos, há um caminho responsável”, referiu, explicando que o Partido Socialista tem uma posição clara: aumentar significativamente a habitação pública e acessível, garantir estabilidade no mercado de arrendamento, protegendo as famílias contra aumentos abusivos e mobilizar investimento público e privado para construir mais casas.</p>
<p>Para o PS, é fundamental que haja limites equilibrados de rendas, para proteger famílias, aumento da habitação pública e acessível e mobilização de investimento público e privado para construir mais casas.</p>
<p>“Este é o caminho responsável, equilibrado e ambicioso que Portugal precisa. O país não pode esperar mais. Os jovens não podem esperar mais. As famílias não podem esperar mais”, concluiu Humberto Brito.</p>
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		<item>
		<title>Líder parlamentar anuncia Projeto de Lei para repor independência editorial e política da Lusa com criação de um Conselho Geral Independente</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/lider-parlamentar-anuncia-projeto-de-lei-para-repor-independencia-editorial-e-politica-da-lusa-com-criacao-de-um-conselho-geral-independente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 16:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[independência; projeto de lei;]]></category>
		<category><![CDATA[Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista vai apresentar um Projeto de Lei para a criação de um Conselho Geral Independente na Agência Lusa, à semelhança do<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista vai apresentar um Projeto de Lei para a criação de um Conselho Geral Independente na Agência Lusa, à semelhança do que acontece com a RTP.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo presidente do Grupo Parlamentar, Eurico Brilhante Dias, num dia em que os trabalhadores da Lusa cumpriram uma greve parcial, entre as 10h00 e as 14h00, contra o processo de reestruturação da empresa e o novo modelo de governação.</p>
<p>“Hoje é um dia também de luta dos trabalhadores da Lusa pela qualidade e pela independência da Agência de Notícias. O Grupo Parlamentar do PS tem acompanhado este tema com particular cuidado e avançará com um projeto de lei no quadro dos estatutos da Lusa e do quadro orgânico da Lusa, propondo que passe a ter uma solução idêntica àquela que tem a RTP, com a criação de um Conselho Geral Independente”, sublinhou.</p>
<p>O líder parlamentar disse não compreender, aliás, a razão pela qual o atual Governo decidiu ir por um caminho diferente daquele que tinha sido iniciado por Miguel Poiares Maduro em 2014, num Governo PSD/CDS, com a atual solução para a RTP. “O atual executivo decidiu prescindir do caminho trilhado não só pelos governos do PS como pelo último do PSD/CDS-PP, quando a tutela estava com Pedro Duarte. Não compreendemos porque desvia o caminho e acaba por fazer uma proposta de governamentalização e politização da agência de notícias”.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias lembrou que a Lusa é hoje uma entidade 100% de capitais públicos, o que fez com que alterasse a sua natureza, que no passado tinha a participação societária de entidades privadas. Por isso, “a própria Entidade Reguladora da Comunicação Social tem vindo a alertar que esta solução pode não estar em conformidade com a regulamentação europeia e, em particular, não estar de acordo com instrumentos de natureza regulamentar que, como sabemos, têm aplicação direta no ordenamento jurídico português”.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias assegurou que o PS tudo fará para garantir a independência editorial e, por outro lado, a independência política da agência de notícias, e que o projeto de lei que vai apresentar é um contributo para repor essa independência, garantindo a criação de um Conselho Geral Independente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>PS exige clarificação ao Primeiro-Ministro sobre acordo entre a Galp e a Moeve</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-exige-clarificacao-ao-primeiro-ministro-sobre-acordo-entre-a-galp-e-a-moeve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 15:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista quer saber qual é a posição oficial do Governo sobre o acordo entre a Galp e a Moeve, tendo em<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-exige-clarificacao-ao-primeiro-ministro-sobre-acordo-entre-a-galp-e-a-moeve/">PS exige clarificação ao Primeiro-Ministro sobre acordo entre a Galp e a Moeve</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Parlamentar do Partido Socialista quer saber qual é a posição oficial do Governo sobre o acordo entre a Galp e a Moeve, tendo em conta as recentes posições públicas contraditórias da Ministra do Ambiente e da Energia e do Ministro da Economia e da Coesão sobre o anúncio de um “acordo não vinculativo” entre as duas empresas, visando a junção dos respetivos ativos de <em>downstream </em>na Península Ibérica, incluindo a Refinaria de Sines.</p>
<p>Numa pergunta dirigida ao Primeiro-Ministro, os deputados pretendem saber se Luís Montenegro partilha da leitura otimista da Ministra do Ambiente e da Energia, de que “estamos convencidos que vai ser positivo” e de que “ganhamos duas refinarias”, ou se, pelo contrário, concorda com a posição do Ministro da Economia e da Coesão, segundo a qual a eventual perda de controlo da única refinaria portuguesa representa um risco relevante para a economia nacional e para a soberania do país.</p>
<p>Para os deputados socialistas, esta divergência não é apenas de tom, traduzindo leituras distintas sobre o significado económico e estratégico do negócio: entre uma abordagem que o apresenta como globalmente positivo e um ganho líquido, e outra que reconhece o risco real de perda de controlo nacional sobre um ativo crítico, da eventual deslocação de centros de decisão para fora do País, e dos impactos que tal poderá ter na política industrial, no investimento produtivo, no emprego qualificado, na resiliência do sistema energético e na segurança do abastecimento, com reflexos diretos na competitividade da economia portuguesa.</p>
<p>Nesse sentido, os deputados solicitam esclarecimentos sobre a existência de diligências concretas, já desencadeadas ou planeadas pelo Governo, pelo Estado ou pela Parpública, no quadro da participação qualificada de 8,24% na Galp, para garantir que os impactos económicos desta operação são devidamente avaliados e acautelados, nomeadamente no que respeita à manutenção do investimento produtivo em Portugal, à salvaguarda do emprego e das competências, à preservação do centro de decisão estratégico e à mitigação de riscos para a balança comercial energética.</p>
<p>Perguntam ainda se o Governo considera que “permanecer atento” é suficiente quando está em causa um ativo que o próprio Ministro da Economia e da Coesão reconhece ter “um peso relevante na economia e na soberania”, ou se está disposto a assumir uma intervenção política clara e consequente, através dos instrumentos ao dispor do Estado, para garantir que o interesse nacional e a economia portuguesa são efetivamente salvaguardados.</p>
<p>Os deputados recordam que, tratando-se da única no país, a Refinaria de Sines é central para a economia nacional, para a capacidade industrial do país, para o emprego qualificado, para as cadeias logísticas e industriais associadas e também para a segurança do abastecimento energético. Nesse sentido, qualquer alteração no controlo, na estratégia ou nas prioridades de investimento deste ativo assume uma relevância acrescida, com potenciais impactos estruturais na economia portuguesa.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-exige-clarificacao-ao-primeiro-ministro-sobre-acordo-entre-a-galp-e-a-moeve/">PS exige clarificação ao Primeiro-Ministro sobre acordo entre a Galp e a Moeve</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Deputados socialistas exigem explicações sobre navio à deriva na Figueira da Foz</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/deputados-socialistas-exigem-explicacoes-sobre-navio-a-deriva-na-figueira-da-foz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 19:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os deputados do Partido Socialista eleitos pelo Círculo Eleitoral de Coimbra questionam o Governo sobre as causas do incidente com o navio de carga que esta<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados do Partido Socialista eleitos pelo Círculo Eleitoral de Coimbra questionam o Governo sobre as causas do incidente com o navio de carga que esta manhã ficou à deriva à entrada da barra da Figueira da Foz e exigem medidas urgentes que reponham a atividade do porto.</p>
<p>Numa pergunta que vai ser dirigida à Ministra do Ambiente e Energia, os deputados Pedro Delgado Alves, Rosa Isabel Cruz e Pedro Coimbra querem saber de que forma está o Governo a acompanhar a situação, que medidas estão a ser implementadas para evitar que o navio naufrague e se está garantida a segurança ambiental em caso de naufrágio ou derrame de combustível.</p>
<p>Segundo os deputados, estamos perante uma situação particularmente grave, não apenas em termos ambientais, mas também em termos económicos, uma vez que o porto da Figueira da Foz está, neste momento, parado, com todas as consequências negativas que daí decorrem.</p>
<p>Os deputados socialistas recordam a transferência de areias de norte para sul que foi efetuada durante o ano de 2025, da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), para questionarem se esta operação foi sustentada em estudos técnicos, se decorreu conforme planeado e se foi avaliado previamente o respetivo impacto no calado do canal de navegação do Porto da Figueira. Querem saber, nomeadamente, se se confirma que foi diminuído o calado de 6,5 metros para menos de 5,5 metros, se o Governo tinha conhecimento da acumulação de areias após a operação efetuada em 2025 e que essa acumulação poderia comprometer a segurança da navegação.</p>
<p>Na pergunta, os deputados citam as declarações do Vice-presidente da comunidade portuária da Figueira da Foz, Paulo Mariano, segundo as quais o cargueiro terá batido no fundo do canal de navegação quando saía da barra, devido à acumulação de areias naquele local.</p>
<p>Tendo em conta que a Ministra do Ambiente estará amanhã na Comissão de Ambiente e Energia na Assembleia da República, o deputado Pedro Coimbra terá oportunidade de a questionar sobre esta matéria, nomeadamente sobre as diligências que estão a ser tomadas para repor condições de segurança na barra da Figueira da Foz.</p>
<p>Os deputados socialistas querem também saber se está a ser equacionada uma nova dragagem para repor o calado para 6,5 metros, que avaliação faz o Governo do impacto económico da paralisação do porto da Figueira da Foz e que medidas de apoio aos setores afetados pondera adotar, lembrando que há navios presos no porto, empresas portuguesas que integram o cluster de pasta e papel, sediadas na Figueira da Foz, que terão de deslocar a sua carga para outros portos marítimos, com todos os custos adicionais dessas operações, e que a economia da região é prejudicada com as empresas exportadoras e importadoras que operam no Porto da Figueira da Foz a terem de procurar alternativas com todos os custos inerentes e perda de competitividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/deputados-socialistas-exigem-explicacoes-sobre-navio-a-deriva-na-figueira-da-foz/">Deputados socialistas exigem explicações sobre navio à deriva na Figueira da Foz</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PS pede audição urgente do Ministro da Agricultura por “pressão ilegítima” sobre entidades ambientais</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-pede-audicao-urgente-do-ministro-da-agricultura-por-pressao-ilegitima-sobre-entidades-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[APA]]></category>
		<category><![CDATA[CCDR]]></category>
		<category><![CDATA[ICNF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Partido Socialista condena a pressão ilegítima que vários membros do Governo têm publicamente exercido sobre as entidades responsáveis pela Avaliação de Impacto Ambiental, nomeadamente o<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-pede-audicao-urgente-do-ministro-da-agricultura-por-pressao-ilegitima-sobre-entidades-ambientais/">PS pede audição urgente do Ministro da Agricultura por “pressão ilegítima” sobre entidades ambientais</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista condena a pressão ilegítima que vários membros do Governo têm publicamente exercido sobre as entidades responsáveis pela Avaliação de Impacto Ambiental, nomeadamente o ICNF, APA e CCDR’s.</p>
<p>Só esta semana, dois ministros vieram publicamente exigir que as entidades e autoridades de Avaliação de Impacto Ambiental não cumpram a Lei.</p>
<p>Primeiro, foi o ministro da Economia e da Coesão Territorial que em audição na Assembleia da República acusou o ministério do Ambiente de ser uma força de bloqueio e o principal responsável pela falta de execução dos fundos comunitários.</p>
<p>Agora, o ministro da Agricultura, que atreveu-se a convidar publicamente os dirigentes e funcionários do ICNF a demitirem-se da administração pública depois de num vídeo ter puxado dos galões e assumido que o governo quer que os técnicos do ICNF aprovem o que a Lei não concede e que, no limite, caso a atual arquitetura legal não o permita, o governo mudará a Lei para aprovar projetos concretos que não cumpram os atuais paramentos legais, nacionais e internacionais, de defesa da biodiversidade e de conservação da natureza.</p>
<p>Trata-se, antes de mais da incorporação pelo governo de uma visão negacionista muito perigosa sobre a necessidade de preservação da natureza e dos acordos internacionais assumidos pelo nosso país e simultaneamente de um ataque sem precedentes à independência da administração pública e à defesa do Ambiente que é totalmente inaceitável.</p>
<p>As declarações do Ministro da Economia e da Coesão Territorial e do Ministro da Agricultura entram, aliás, em contradição clara com a ambição revelada pelo Ministério do Ambiente, mostrando uma divisão no governo e uma dúvida sobre o seu efetivo posicionamento.</p>
<p>Face ao descrito, o GPPS solicitou já a audição urgente do Ministro da Agricultura.</p>
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		<title>Deputados de Aveiro questionam Governo sobre funcionamento da Unidade de Cuidados de Saúde Estarreja I</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/deputados-de-aveiro-questionam-governo-sobre-funcionamento-da-unidade-de-cuidados-de-saude-estarreja-i/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 17:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde; Ministra da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os deputados do PS eleitos pelo círculo eleitoral de Aveiro questionaram a Ministra da Saúde sobre o funcionamento da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP)<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados do PS eleitos pelo círculo eleitoral de Aveiro questionaram a Ministra da Saúde sobre o funcionamento da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Estarreja I (Beduído), na sequência das preocupações tornadas públicas através de uma petição subscrita por utentes do concelho de Estarreja.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, estão em causa dificuldades no acesso a médico de família, constrangimentos na marcação de consultas e questões relacionadas com a organização dos serviços, situações que suscitam apreensão junto da população local.</p>
<p>“Os cuidados de saúde primários são essenciais e temos de assegurar um acesso universal, regular e de proximidade a este serviço”, afirma o deputado Hugo Oliveira, sublinhando que “os receios da população local são perfeitamente legítimos e vão ao encontro das preocupações do PS”. Nesse sentido, os deputados questionam o Ministério da Saúde sobre o seu conhecimento relativamente às situações relatadas, bem como sobre a eventual realização, ou previsão, de uma avaliação ao funcionamento da UCSP Estarreja I.</p>
<p>Na pergunta apresentada, é ainda solicitado esclarecimento quanto às medidas previstas para o reforço dos recursos humanos e para a melhoria da capacidade de resposta daquela unidade de saúde, assim como sobre as diligências em curso para assegurar, no concelho de Estarreja, um acesso adequado e contínuo aos cuidados de saúde primários.</p>
<p>“Temos ainda a intenção de agendar uma reunião com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Aveiro, com o objetivo de obtermos esclarecimentos sobre a situação e acompanhar de forma próxima as soluções que venham a ser adotadas”, adianta Hugo Oliveira.</p>
<p>Os deputados reafirmam o seu compromisso com a defesa do Serviço Nacional de Saúde e com a salvaguarda do direito das populações a cuidados de saúde de qualidade, em especial no âmbito dos cuidados de saúde primários.</p>
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		<item>
		<title>PS questiona Governo sobre mapeamento da diáspora científica portuguesa</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-questiona-governo-sobre-mapeamento-da-diaspora-cientifica-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 13:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os deputados socialistas defendem a realização de um mapeamento da diáspora científica portuguesa e questionam o Governo sobre a relação entre os organismos públicos portugueses e<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados socialistas defendem a realização de um mapeamento da diáspora científica portuguesa e questionam o Governo sobre a relação entre os organismos públicos portugueses e esta diáspora.</p>
<p>Numa pergunta dirigida ao ministro da Educação, Ciência e Inovação, os socialistas referem que “os investigadores e diplomados portugueses no estrangeiro representam um enorme potencial para o desenvolvimento de uma diplomacia científica” e sublinham a importância do “aprofundamento das relações bilaterais” através dos contactos com as associações de graduados e investigadores existentes na Europa e nos Estados Unidos.</p>
<p>“A diáspora científica portuguesa pode dar um poderoso contributo no desenvolvimento de relações bilaterais ao nível da investigação, inovação e cooperação, como se pode depreender do potencial existente nos protocolos entre a Fundação para a Ciência e Tecnologia e várias destas associações”.</p>
<p>Os deputados socialistas perguntam ainda se o Governo pretende criar um programa específico para promover um relacionamento estruturado e permanente com a diáspora científica portuguesa.</p>
<p>No quadro da nova Agência para a Inovação, o PS quer saber como pensa o Governo assegurar a continuidade dos protocolos assinados com as associações de diplomados e investigadores e promover o seu desenvolvimento e expansão. Pretende ainda conhecer eventuais iniciativas para promover a participação de empresas portuguesas para fornecerem bens e serviços na área da investigação científica e tecnológica a entidades fora do país.</p>
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		<title>IMI: PS acusa Governo de subir impostos &#8220;pela calada&#8221;</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/imi-ps-acusa-governo-de-subir-impostos-pela-calada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 11:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IMI]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento do Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A subida do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para casas novas ou reconstruídas, revelada na portaria publicada a 26 de dezembro em Diário da República, é<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/imi-ps-acusa-governo-de-subir-impostos-pela-calada/">IMI: PS acusa Governo de subir impostos &#8220;pela calada&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A subida do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para casas novas ou reconstruídas, revelada na portaria publicada a 26 de dezembro em Diário da República, é uma “má prenda de Natal que o Governo dá aos portugueses&#8221;.</p>
<p>Em declarações à comunicação social, o deputado Miguel Costa Matos acusa o Governo de aumentar impostos &#8220;pela calada&#8221; e sublinha que esta é a segunda vez que o executivo faz estes aumentos desde que aprovou o Orçamento do Estado.</p>
<p>&#8220;Disse que o OE não aumentava nenhum imposto, mas já conseguiu fazê-lo duas vezes: Primeiro, o ISP e, agora, o IMI&#8221;, refere o deputado que coordena os socialistas na Comissão de Orçamento e Finanças.</p>
<p>Para Miguel Costa Matos, o Governo &#8220;não está a ser honesto com os portugueses, dando com uma mão mas tirando com a outra”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/imi-ps-acusa-governo-de-subir-impostos-pela-calada/">IMI: PS acusa Governo de subir impostos &#8220;pela calada&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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