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	<title>Arquivo de saúde - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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	<description>Site do GPPS - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</description>
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	<title>Arquivo de saúde - Grupo Parlamentar do Partido Socialista</title>
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		<title>PS defende políticas públicas que respondam de forma mais próxima e informada a doentes com fibromialgia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fibromialgia]]></category>
		<category><![CDATA[Irene Costa]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada do PS Irene Costa defendeu o reforço da resposta às pessoas com fibromialgia, melhorando a articulação entre os cuidados primários e os cuidados hospitalares.<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do PS Irene Costa defendeu o reforço da resposta às pessoas com fibromialgia, melhorando a articulação entre os cuidados primários e os cuidados hospitalares.</p>
<p>Durante a apresentação do projeto de resolução do PS, Irene Costa recordou que “a Assembleia da República já se pronunciou anteriormente sobre esta matéria”, mas este “caminho longo não teve ainda a concretização necessária na vida dos doentes e das suas famílias”.</p>
<p>Estima-se que a fibromialgia “poderá afetar mais de 300 mil pessoas no nosso país, pessoas que vivem com dor persistente, fadiga, limitações funcionais” e que tantas vezes são incompreendidas, assinalou.</p>
<p>A socialista referiu que “persistem dificuldades no acesso aos cuidados, no reconhecimento da doença e na efetivação dos direitos das pessoas que vivem com fibromialgia”. “Não basta reconhecer no papel, é preciso garantir que esse reconhecimento chegue efetivamente à vida concreta das pessoas”, disse.</p>
<p>Por isso, o Grupo Parlamentar do PS deu entrada a um projeto de resolução que traça um caminho de “reconhecimento, da dignidade e também do rigor, da proporcionalidade e da justiça”, sustentou.</p>
<p>O Partido Socialista “pretende reforçar o acompanhamento às pessoas com fibromialgia, melhorar a articulação entre cuidados primários e cuidados hospitalares, investir na formação dos profissionais de saúde, aprofundar o conhecimento sobre o impacto desta doença na vida das pessoas e das suas famílias”, assegurou a deputada.</p>
<p>No final da sua intervenção, Irene Costa defendeu “políticas públicas que possam responder de forma mais próxima, mais informada, mais humana a todos aqueles que vivem com esta doença”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rjjXWyp-XLQ?si=kgKqTt78DnWhc0Ft" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Saúde é das áreas em que o Governo da AD mostra mais incompetência</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/saude-e-das-areas-em-que-o-governo-da-ad-mostra-mais-incompetencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultas]]></category>
		<category><![CDATA[Eurico Brilhante Dias]]></category>
		<category><![CDATA[listas de espera]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Vieira da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou que “a área da saúde é das áreas mais paradigmáticas da incompetência” do Governo da<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/saude-e-das-areas-em-que-o-governo-da-ad-mostra-mais-incompetencia/">Saúde é das áreas em que o Governo da AD mostra mais incompetência</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou que “a área da saúde é das áreas mais paradigmáticas da incompetência” do Governo da AD e lamentou que, quando chega o momento de prestar contas, o Executivo traga apenas propaganda.</p>
<p>“O Partido Socialista agendou este debate, porque hoje perfazem precisamente dois anos que o Plano de Emergência e Transformação na Saúde (PETS) foi apresentado pelo primeiro-ministro e pela ministra da Saúde”, apontou Eurico Brilhante Dias, que assinalou o facto de a ministra Ana Paula Martins se ter “demitido de vir ao Parlamento discutir e fazer o balanço do plano”.</p>
<p>Ora, “essa demissão vai em linha com o comportamento que o Governo tem tido: procura dizer que não sairá de fininho, mas quando chega o momento de prestar contas, fica apenas a propaganda”, atacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Quando chega o momento de prestar contas, fica apenas a propaganda”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eurico Brilhante Dias vincou que o Executivo da AD “governa há dois anos e os resultados são um autêntico fracasso”, o que contrasta com a governação de oito anos do PS: “O SNS, de 2015 a 2024, ficou com mais 150 mil profissionais, 82 mil entre médicos e enfermeiros; as consultas hospitalares aumentaram 11,7%; o número de cirurgias aumentou 27,9%; as consultas médicas nos cuidados de saúde primários cresceram 12,2%”; e tudo isto com o SNS a enfrentar uma pandemia.</p>
<p>Já em 2025, na governação de Luís Montenegro – que tudo prometeu na área da saúde – “verificámos um agravamento das listas de espera para consultas nos cuidados de saúde primários de 13,9%”, exemplificou.</p>
<p>O líder parlamentar do PS referiu que “o Governo estabelece metas, não cumpre nenhuma das metas e, ao fim de dois anos, o melhor que tem para dizer é ‘nós prometemos, mas não cumprimos’”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O Governo estabelece metas, não cumpre nenhuma”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigindo-se à secretária de Estado da Saúde, Ana Povo, que disse que construiu a sua carreira com provas públicas, Eurico Brilhante Dias comentou que, “quando definimos metas, confrontamos os resultados com as metas e os indicadores que definimos. Se nas suas provas públicas apresentasse umas metas para os indicadores e depois quisesse validar essas metas com outros números, teria chumbado nas suas provas públicas”.</p>
<p>O presidente da bancada socialista assegurou que o PS será sempre “alternativa com propostas concretas” e destacou algumas das propostas que apresentou nestes últimos dois anos, como a alternativa para a urgência pré-hospitalar e a carreira de médico dentista, que foi aprovada em plenário.</p>
<p>“Como partido responsável, cá estaremos sempre que seja necessário para dizer que a incompetência deste Governo deve ser assinalada e a área da saúde é, provavelmente, das áreas mais paradigmáticas da sua incompetência”, acusou.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3JNHjxC-wFQ?si=EWMdDU0O61j6aVMC" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Ministra da Saúde continua incapaz de assumir que errou</strong></h5>
<p>Na abertura do debate, a vice-presidente do Grupo Parlamentar Mariana Vieira da Silva notou que “o Governo passou os últimos dois anos a apregoar o cumprimento do Plano de Emergência e, magicamente, esta noite atualizou o seu site”. Ora, “ontem estavam cumpridas 60% das medidas, hoje estão cumpridas, magicamente, 88% das medidas”, ironizou.</p>
<p>Mas a verdade é que muitas das medidas anunciadas como cumpridas têm um “resultado falhado”, denunciou Mariana Vieira da Silva, que deu exemplos como o “compromisso de acabar com as listas de espera para cirurgia oncológica que fossem para além do tempo máximo de resposta garantido”, que se agravou 9% no último ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O Governo passou os últimos dois anos a apregoar o cumprimento do Plano de Emergência e, magicamente, esta noite atualizou o seu site”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do que o plano prometia, “temos mais espera nas consultas, mais espera nas cirurgias, menos consultas nos cuidados de saúde primários, mais bebés a nascer em ambulâncias e muito mais incerteza”, lamentou.</p>
<p>A socialista criticou depois a ministra Ana Paula Martins – que não compareceu ao debate de hoje – por responsabilizar “praticamente toda a gente” por erros na saúde: “As administrações hospitalares, a linha SNS24, os chefes de gabinete, os bombeiros, os apoios administrativos dos gabinetes, os trabalhadores e, claro, vários utentes”. “A ministra da Saúde permanece ainda, e sempre, absolutamente incapaz de assumir que errou”, censurou.</p>
<p>No final da sua intervenção, Mariana Vieira da Silva comentou que “há um facto indesmentível”: “As expectativas e a confiança dos portugueses na capacidade deste Governo para melhorar o SNS está como as metas recentemente enviadas ao Parlamento &#8211; revistas em forte baixa e com um prognóstico muito reservado”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/stre-eNVplY?si=Q__O_Z1EzthXMZHJ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Combustíveis: José Luís Carneiro pergunta até quando Montenegro vai manter insensibilidade</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/combustiveis-jose-luis-carneiro-pergunta-ate-quando-montenegro-vai-manter-insensibilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 16:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[consultas]]></category>
		<category><![CDATA[gasóleo]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[José Luís Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou o Governo de ter aumentado os impostos sobre os combustíveis e perguntou a Luís Montenegro até quando vai<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou o Governo de ter aumentado os impostos sobre os combustíveis e perguntou a Luís Montenegro até quando vai manter a insensibilidade, uma vez que “os portugueses estão a pagar as decisões” do Executivo da AD.</p>
<p>Durante o debate quinzenal com a presença do primeiro-ministro, José Luís Carneiro criticou Luís Montenegro por ter dito na Assembleia da República que nunca aumentou os impostos sobre os combustíveis.</p>
<p>Esta afirmação levou o secretário-geral do PS a reafirmar que “desde que tomou posse, em abril de 2024, o primeiro-ministro aumentou os impostos sobre os combustíveis e hoje os portugueses estão a pagar as suas decisões”.</p>
<p>E clarificou que, entre abril de 2024 e o dia de hoje, “significou um aumento de 9,7 cêntimos por litro de gasóleo e cerca de seis cêntimos por cada litro de gasolina”. José Luís Carneiro perguntou até quando o primeiro-ministro “vai manter esta insensibilidade e teimosia”.</p>
<p>O líder do Partido Socialista lamentou também que o Governo não tenha aceitado as medidas que o PS apresentou para mitigar os efeitos da inflação no custo de vida das pessoas. “Elas traduzir-se-iam na redução, para metade, no custo do aumento com os bens essenciais à vida das pessoas”, vincou.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/q06mGGLAYfw?si=ePe7MRbY8Adlst0T" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Saúde é um falhanço clamoroso do Governo</strong></h5>
<p>Considerando a saúde um “falhanço clamoroso deste Governo”, José Luís Carneiro lembrou que, no último debate com o primeiro-ministro, Luís Montenegro disse que “haver menos 200 mil consultas nos cuidados primários e menos 50 mil consultas nos cuidados hospitalares tinha que ver com a gripe”.</p>
<p>Depois de terem saído dados oficiais, pôde constatar-se que, “afinal, foram menos 760 mil consultas durante o ano de 2025 nos centros de saúde portugueses”, frisou.</p>
<p>O secretário-geral do PS esclareceu que “significa menos duas mil consultas por dia” e acusou o Governo de “falta de sensibilidade e de falta de resposta às pessoas”. José Luís Carneiro defendeu que o primeiro-ministro deveria reconhecer que “faltou à verdade aos portugueses”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/XAztAuYAAkY?si=L06GzgI6Az6qeDn-" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/combustiveis-jose-luis-carneiro-pergunta-ate-quando-montenegro-vai-manter-insensibilidade/">Combustíveis: José Luís Carneiro pergunta até quando Montenegro vai manter insensibilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plano do Governo para a saúde é um “ato voluntarista”</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/plano-do-governo-para-a-saude-e-um-ato-voluntarista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[José Luís Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[PETS]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou que o Plano de Emergência e Transformação da Saúde (PETS) do Governo da AD não passa de um<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou que o Plano de Emergência e Transformação da Saúde (PETS) do Governo da AD não passa de um “ato voluntarista” e aconselhou o Executivo a não “oferecer respostas fáceis para questões complexas” como é o caso da saúde.</p>
<p>No encerramento do fórum “Plano de Emergência e Transformação da Saúde (PETS): Dois Anos de Anúncios por Cumprir”, organizado pelo Grupo Parlamentar do PS, José Luís Carneiro comentou que o PETS “mais não foi do que um ato voluntarista” – a forma “mais diplomática” que arranjou para o classificar – e frisou que, de acordo com os números oficiais, “em 2025 houve menos 760 mil consultas nos centros de saúde”. “Isto diz bem de como este plano foi meramente um ato de voluntarismo que não tem substância para podermos classificá-lo de outra forma”, sustentou.</p>
<p>De acordo com o secretário-geral do PS, a melhor forma de se evitar “cair no erro” da AD é “não procurar oferecer respostas fáceis para questões que são complexas e difíceis” e, ao mesmo tempo, “não ir contra aquilo que está a ser bem feito só pelo facto de não ter sido proposto por nós”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Instalou-se uma crise na capacidade de gestão dos cuidados de saúde</strong></h5>
<p>José Luís Carneiro defendeu a necessidade de se “garantir maior autonomia às administrações hospitalares” e frisou que esta área “deve suscitar uma ampla convergência política” para que se possa garantir que nas administrações hospitalares há “a qualidade, a experiência, o mérito, uma cultura de serviço público e uma cultura de compromisso com os interesses gerais do Estado”, o que “significa também dar maior autonomia aos conselhos de administração” dos hospitais.</p>
<p>“Estarmos quase no fim de maio sem os planos de desenvolvimento organizacional dos hospitais diz bem da crise que se instalou na capacidade de gestão e de organização dos cuidados de saúde”, criticou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Estarmos quase no fim de maio sem os planos de desenvolvimento organizacional dos hospitais diz bem da crise que se instalou”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O líder do Partido Socialista sublinhou ainda a importância da “implementação do Registo Único de Saúde que seja interoperável não apenas entre os cuidados primários e os cuidados hospitalares, mas também com as respostas que são dadas pelo setor social e por outros setores”.</p>
<p>Para além de ter “uma ideia muito clara sobre a importância de reformarmos os cuidados primários”, José Luís Carneiro salientou a necessidade de se “valorizar a autonomia e a capacidade para atrair e fixar os profissionais” de saúde. Em primeiro lugar, tem de se integrar o “internato médico na carreira médica” e, em segundo, introduzir a “especialidade dos enfermeiros na sua prática profissional e no seu contexto de trabalho”.</p>
<p>No final da sua intervenção, José Luís Carneiro referiu que, “de muito bom grado”, o Partido Socialista transmitiu ao Presidente da República a sua disponibilidade para “participar no diálogo interpartidário para constituir uma resposta duradoura” na saúde.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Degradação do SNS é má notícia para os portugueses e para a democracia</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/degradacao-do-sns-e-ma-noticia-para-os-portugueses-e-para-a-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eurico Brilhante Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Filipe Neto Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou que “a degradação do Serviço Nacional de Saúde” (SNS) é uma má notícia para os<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/degradacao-do-sns-e-ma-noticia-para-os-portugueses-e-para-a-democracia/">Degradação do SNS é má notícia para os portugueses e para a democracia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, considerou que “a degradação do Serviço Nacional de Saúde” (SNS) é uma má notícia para os portugueses e para a qualidade da democracia, e classificou como “absolutamente insatisfatória” a forma como o Governo da AD conduziu a política de saúde nos últimos dois anos.</p>
<p>Na abertura do fórum “Plano de Emergência e Transformação da Saúde (PETS): Dois Anos de Anúncios por Cumprir”, organizado pela bancada do PS e que reúne deputados, especialistas, profissionais de saúde e representantes de entidades do setor, Eurico Brilhante Dias explicou que o objetivo da iniciativa é “construir propostas alternativas que respondam às necessidades dos portugueses” e vincou que o Partido Socialista não quer fazer apenas oposição, mas sim ser uma alternativa ao Governo da AD.</p>
<p>Não é suficiente fazer críticas à atuação do Executivo, “porque os portugueses não vivem da crítica, vivem de propostas concretas que resolvem os seus problemas”, salientou. O líder parlamentar recordou quando o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, endereçou uma carta ao primeiro-ministro no quadro da gestão da emergência pré-hospitalar. A verdade é que “o Governo considerou que a proposta do Partido Socialista era positiva e tinha mérito, mas, passado praticamente um ano, o grau de execução dessa proposta é zero”, lamentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Passaram dois anos e os resultados são manifestamente insatisfatórios”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Passaram dois anos e os resultados são manifestamente insatisfatórios”, asseverou Eurico Brilhante Dias, considerando a “degradação do Serviço Nacional de Saúde” uma “má notícia para a saúde dos portugueses” e, ao mesmo tempo, “uma má notícia para a qualidade da democracia portuguesa, porque há um vínculo entre o Serviço Nacional de Saúde, as conquistas democráticas e a participação coletiva na democracia”.</p>
<p>Criticando o Governo por ter feito com que os doentes em listas de espera tenham aumentado, Eurico Brilhante Dias notou que “não se vê como é que o Governo vai alterar esta trajetória”.</p>
<p>Focando-se nas Unidades de Saúde Familiar (USF), o presidente da bancada socialista referiu um pequeno detalhe revelador das políticas deste Executivo: “Fez campanha eleitoral de forma insistente dizendo que teríamos USF tipo C ao virar da esquina, mas, passados dois anos, não há uma única USF tipo C”.</p>
<p>Eurico Brilhante Dias recordou quando o PS, “em mais do que uma oportunidade, questionou a continuidade da ministra da Saúde” e esclareceu que tal “não tem a ver com uma apreciação pessoal da ministra” Ana Paula Martins, nem o Partido Socialista tem a “expectativa de que a substituição de um titular do Ministério da Saúde resolva, por milagre, como se fosse uma bala de prata, todos os problemas da saúde em Portugal”.</p>
<p>“É apenas uma avaliação” feita com a certeza de que, em vez de o titular de um cargo político ajudar a resolver problemas, “infelizmente já esgotou essa capacidade de mudar positivamente o sistema”, sustentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Promessa do Governo foi um “inconseguimento”</strong></h5>
<p>A sessão de abertura do fórum esteve também a cargo do deputado do PS Filipe Neto Brandão, que recordou que o Governo da AD prometeu “um Serviço Nacional de Saúde mais eficiente, mais rápido e mais acessível, mas o país hoje tem o Serviço Nacional de Saúde mais frágil, mais instável e mais desigual”.</p>
<p>O presidente da Comissão Parlamentar de Saúde sublinhou que Luís Montenegro está em funções há mais de dois anos e, “em campanha eleitoral para se fazer eleger, foi este mesmo primeiro-ministro quem fez da saúde um pilar daquilo que anunciava então ser o seu compromisso com os portugueses”.</p>
<p>“Foi o presidente do PSD e líder da Aliança Democrática quem, pessoal e publicamente, assumiu o compromisso de nos primeiros dois meses de Governo apresentar um plano de emergência para executar, até final de 2025, na área da saúde”.</p>
<p>Ora, Filipe Neto Brandão recuperou um “neologismo introduzido no léxico parlamentar pela antiga Presidente da República, Assunção Esteves”, para dizer que esta promessa do Governo se “traduz num ‘inconseguimento’”.</p>
<p>O socialista mencionou ainda que, em março deste ano, a ministra da Saúde “foi forçada a reconhecer publicamente que o Governo não vai conseguir atribuir médico de família a todos os utentes e que está mesmo muito longe de o poder fazer”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/degradacao-do-sns-e-ma-noticia-para-os-portugueses-e-para-a-democracia/">Degradação do SNS é má notícia para os portugueses e para a democracia</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PS quer medidas de prevenção e resposta ao desaparecimento de pessoas com demência</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-medidas-de-prevencao-e-resposta-ao-desaparecimento-de-pessoas-com-demencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Susana Correia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada do PS Susana Correia defendeu que sejam adotadas medidas de prevenção e resposta ao desaparecimento de pessoas com demência, e apelou à responsabilidade coletiva<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do PS Susana Correia defendeu que sejam adotadas medidas de prevenção e resposta ao desaparecimento de pessoas com demência, e apelou à responsabilidade coletiva para se legislar em prol da dignidade humana.</p>
<p>“O envelhecimento da população portuguesa e o aumento do número de pessoas com doenças neurodegenerativas obrigam-nos a responder com mais capacidade, mais coordenação e com mais humanidade”, frisou a socialista durante a apresentação do projeto de resolução do PS.</p>
<p>Apesar de já existirem “boas práticas em algumas unidades de saúde e em alguns territórios”, a verdade é que “não é suficiente que a segurança de uma pessoa de especial vulnerabilidade dependa da maior ou da menor sensibilidade de cada instituição”, avisou.</p>
<p>A coordenadora dos socialistas na Comissão de Saúde salientou a importância de se ter um “melhor conhecimento e caracterização do fenómeno”, de “uniformizar protocolos de atuação imediata e reforçar a articulação entre as instituições”.</p>
<p>Deve-se também “investir na formação especializada de profissionais de saúde, forças de segurança, cuidadores e outros agentes que lidam diariamente com situações de risco”, bem como “promover campanhas nacionais de sensibilização e de informação, combatendo o isolamento das famílias e mobilizando a comunidade”, acrescentou.</p>
<p>“O nosso compromisso deve ser o de agir; mais do que palavras, com ações concretas e com humanidade”, sustentou.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/14uY3KAd1pw?si=NqnJCXUD6riZCmB_" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Governo da AD já desistiu do SNS</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/governo-da-ad-ja-desistiu-do-sns/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:07:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atrasos]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgias]]></category>
		<category><![CDATA[consultas]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Vieira da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Mariana Vieira da Silva afirmou que o Governo da AD não só não acabou com os tempos de espera no Serviço Nacional de Saúde (SNS), tal como tinha prometido, como a espera “tem estado a crescer”, e acusou a ministra Ana Paula Martins de já ter desistido do SNS.</p>
<p>“Os dados conhecidos no dia de ontem sobre o Serviço Nacional de Saúde são muito preocupantes”, uma vez que praticamente todos os indicadores de capacidade de resposta do SNS mostram, nos primeiros dois meses de 2026, “uma deterioração muito significativa”, lamentou a socialista em declarações à comunicação social.</p>
<p>Em causa estão quebras de 6% das consultas nos cuidados de saúde primários, o que corresponde a menos 400 mil consultas, uma quebra de 3,8% nas consultas hospitalares, e menos 10 mil cirurgias realizadas face ao ano passado.</p>
<p>Mariana Vieira da Silva relembrou que “tudo isto acontece num contexto em que o Governo tinha prometido, relativamente a muitos destes indicadores, uma espera ‘zero’”. Ora, “não só não acabou com a espera, como ela tem estado a crescer ao longo destes últimos dois anos”, denunciou.</p>
<p>A vice-presidente da bancada do PS referiu que os dados divulgados “mostram que o SNS tem mais dinheiro, tem mais médicos, mais enfermeiros, mais horas de trabalho” e, por isso, considerou “incompreensível que, com mais recursos, haja menos resposta”. “O SNS responde pior e gasta muito mais dinheiro”, vincou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“O SNS responde pior e gasta muito mais dinheiro”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mariana Vieira da Silva resumiu o que se pode concluir com estes dados: “A ministra da Saúde já desistiu do SNS”. A socialista comentou que “os portugueses não compreendem como é que o primeiro-ministro ainda não desistiu da ministra da Saúde” e salientou que, desde a nomeação de Ana Paula Martins para o segundo Governo de Luís Montenegro, o Partido Socialista disse que “a partir dali, tudo o que acontecesse neste setor era da responsabilidade do primeiro-ministro”.</p>
<p>A deputada acrescentou que, já no final do ano passado, o PS avisou que “tínhamos, pela primeira vez na história, mais de um milhão de portugueses à espera de uma consulta”. E sustentou que “estes dados não são apenas números; são pessoas concretas que não tiveram acesso à sua primeira consulta, vão ter um diagnóstico mais tardio, vão ficar à espera mais tempo de uma eventual cirurgia”.</p>
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		<title>Governo demonstra a sua insensibilidade ao aumentar preço dos combustíveis e do cabaz alimentar</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/governo-demonstra-a-sua-insensibilidade-ao-aumentar-preco-dos-combustiveis-e-do-cabaz-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 16:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bens essenciais]]></category>
		<category><![CDATA[cabaz alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[José Luís Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[PTRR]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou o primeiro-ministro de “insensibilidade” ao não ajudar os portugueses num momento em que o custo de vida aumentou<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou o primeiro-ministro de “insensibilidade” ao não ajudar os portugueses num momento em que o custo de vida aumentou e voltou a defender a adoção do IVA Zero sobre o cabaz dos bens essenciais.</p>
<p>Durante o debate quinzenal com a presença do primeiro-ministro, José Luís Carneiro começou por comentar que, a contar com o PTRR, o Governo já apresentou 25 planos “e as taxas de execução são mesmo muito baixas”.</p>
<p>Por isso, aconselhou o Governo a “passar dos planos à ação, respondendo concretamente à vida das pessoas, das empresas e das autarquias” afetadas pelas tempestades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“As taxas de execução são mesmo muito baixas”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O secretário-geral do PS focou-se em seguida no que mais afeta a vida dos portugueses: “Desde que iniciámos este ano, os portugueses estão a pagar mais 19 euros pelo cabaz alimentar”.</p>
<p>Para além do cabaz alimentar, também o preço dos combustíveis aumentou. “Quando os portugueses atestam a sua viatura com 50 litros de combustível, estão a pagar mais 17 euros”, disse.</p>
<p>Acusando Luís Montenegro de “insensibilidade”, o líder do PS reforçou a ideia de que “a cada depósito de 50 litros, 45 euros são mesmo para impostos ao Estado”.</p>
<p>Admitindo que esperava alguma sensibilidade por parte do Executivo da AD neste momento difícil para milhões de pessoas, José Luís Carneiro lamentou que, nos últimos 15 dias, o Governo tenha decidido “aumentar 2,13 cêntimos por cada litro de gasóleo”.</p>
<p>“Ou seja, esperava-se que o Governo contribuísse para baixar os impostos sobre os combustíveis, mas o Governo está a aumentá-los”, criticou.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9Q3dLxuClh8?si=452ISvUrcypG1bd8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>José Luís Carneiro voltou a confrontar o primeiro-ministro com a necessidade de se adotar o IVA Zero sobre o cabaz dos bens essenciais e lembrou quando o Partido Socialista apresentou no Parlamento um “conjunto de medidas para reduzir os custos com a eletricidade, com os combustíveis, com o gás e ainda com os custos da produção alimentar e as pescas”. A verdade é que “quem votou contra essas medidas foram a AD, o Chega e a Iniciativa Liberal”, recordou.</p>
<p>“Se o custo de vida hoje se faz sentir de forma especial para todos os portugueses, então faz-se sentir de forma especial, aguda e grave para os pensionistas com pensões mais baixas”, sublinhou.</p>
<p>Tentando apelar à sensibilidade de Luís Montenegro, José Luís Carneiro frisou que “os cidadãos com pensões mínimas podem apenas comprar, ao fim do mês, dois cabazes de bens alimentares essenciais”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><div class="mfn_heading  align_left"><h3 class="title" style="color:#79c940;">“Cada cabaz custa 260 euros, são 520 euros com dois cabazes por mês”</h3></div>
</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, desafiou o primeiro-ministro a aprovar a atribuição de um suplemento extraordinário para os idosos com as pensões mais baixas.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/DI23c7X55ac?si=mjSYOBc942YUCp59" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Primeiro-ministro devia reconhecer que errou</strong></h5>
<p>José Luís Carneiro confrontou depois o primeiro-ministro com as suas palavras sobre o estado da saúde no início do seu mandato e assegurou que a realidade o contraria: no ano de 2025, aumentaram as listas de espera para consultas e para cirurgias, incluindo as cirurgias oncológicas – “precisamente aquelas que o primeiro-ministro disse que iam passar a listas zero”.</p>
<p>“Hoje temos 1,5 milhões de pessoas sem médico de família, um milhão de pessoas sem consultas e 300 mil pessoas sem cirurgia”, lamentou, acrescentando que, “nos dois primeiros meses de 2026, houve menos 280 mil consultas nos cuidados primários”.</p>
<p>O secretário-geral do PS mencionou que o diretor executivo do SNS – que está sob a responsabilidade política do primeiro-ministro – disse no Parlamento, há duas semanas, que o Governo não irá conseguir atribuir médico de família a todos até 2027 – quando Luís Montenegro tinha prometido que iria acontecer em 2025 – e que eliminar as listas de espera e médicos de família para todos não é possível.</p>
<p>Assim, José Luís Carneiro perguntou ao primeiro-ministro se está em condições de “reconhecer que errou”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QxqMmxP7ufw?si=MVOGWCsAl1fdHL3F" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/governo-demonstra-a-sua-insensibilidade-ao-aumentar-preco-dos-combustiveis-e-do-cabaz-alimentar/">Governo demonstra a sua insensibilidade ao aumentar preço dos combustíveis e do cabaz alimentar</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
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		<item>
		<title>PS quer a implementação da terapia fágica em Portugal para combater resistência a antibióticos</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-quer-a-implementacao-da-terapia-fagica-em-portugal-para-combater-resistencia-a-antibioticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[antibióticos]]></category>
		<category><![CDATA[Eurídice Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[multirresistência]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia fágica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada do PS Eurídice Pereira defendeu a implementação da terapia fágica em Portugal, depois do sucesso na Bélgica, com o intuito de responder a casos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do PS Eurídice Pereira defendeu a implementação da terapia fágica em Portugal, depois do sucesso na Bélgica, com o intuito de responder a casos de infeções resistentes a antibióticos.</p>
<p>“A luta pela implementação do modelo belga de terapia fágica em Portugal é a busca da validação desta terapia como medida estratégica e alternativa promissora, num país que apresenta no contexto europeu uma das mais expressivas taxas de prevalência de infeções resistentes aos antibióticos”, sustentou a socialista durante a apresentação do projeto de resolução do PS.</p>
<p>Eurídice Pereira recordou que a implementação na Bélgica aconteceu há quase uma década e “teve, com sucesso, o propósito de responder a casos de infeções bacterianas multirresistentes, complementando ou substituindo os tratamentos tradicionais com antibióticos”.</p>
<p>“Estamos perante uma arma no combate ao problema cada vez maior de resistência a antibióticos”, vincou a socialista, esclarecendo que “é um tratamento personalizado numa terapia mais direcionada que não contribui para o desenvolvimento de resistências”.</p>
<p>A parlamentar indicou que, segundo dados da Organização Mundial de Saúde, “morrem cerca de 700 mil pessoas por ano de doenças infeciosas causadas por bactérias resistentes”.</p>
<p>Ora, foi com “agrado” que o Grupo Parlamentar do PS recebeu a notícia, em 2024, de uma “deliberação do Infarmed que constitui uma norma orientadora que permite enquadrar a utilização de medicamentos manipulados para terapia fágica em contexto hospitalar”. Para Eurídice Pereira, este enquadramento “representa um sinal importante de abertura regulatória, prudência técnica e compromisso com a inovação terapêutica”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6NGKWt2heck?si=2PaROdGEi6EIoom0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Assim, a bancada do PS apresentou um projeto de resolução que é um “contributo para que a terapia fágica possa deixar de ser apenas uma possibilidade teórica e passe a constituir uma resposta efetivamente utilizável em contexto clínico, com segurança e responsabilidade”.</p>
<p>“Quanto à implementação prática, considera-se crucial que o processo de validação pelas comissões hospitalares seja ágil e eficiente”, disse.</p>
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		<item>
		<title>PS defende reforço do SNS para que rastreios ao cancro cheguem a todos</title>
		<link>https://www.psparlamento.pt/ps-defende-reforco-do-sns-para-que-rastreios-ao-cancro-cheguem-a-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[Irene Costa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada do PS Irene Costa defendeu o reforço e a aceleração da implementação da Estratégia Nacional de Luta Contra o Cancro e do Programa Nacional<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada do PS Irene Costa defendeu o reforço e a aceleração da implementação da Estratégia Nacional de Luta Contra o Cancro e do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, e sustentou que quem não tem médico de família não pode ficar fora do rastreio.</p>
<p>Durante a apresentação do projeto de resolução do PS, Irene Costa sublinhou as “desigualdades territoriais” no tratamento do cancro, “onde o acesso simplesmente não chega a todos”. Existem “diferenças tão marcantes como 86% de cobertura no Norte e apenas 8% em Lisboa e Vale do Tejo no rastreio do cancro colo retal”, frisou.</p>
<p>“Mesmo quando o diagnóstico acontece, o sistema nem sempre responde com a rapidez exigida”, por isso o Partido Socialista apresentou um diploma que acelera a “execução da estratégia nacional com metas claras, calendarização e avaliação pública”.</p>
<p>Irene Costa reforçou que “o problema não é a falta de um plano ou de uma estratégia, é a falta de execução e de articulação entre estas estruturas e o ritmo de monitorização”.</p>
<p>A bancada do PS pretende “reforçar o que já existe, garantindo qualidade, cobertura, equidade nos rastreios do cancro da mama, colo do útero e colo retal e garantir que todos os cidadãos são chamados e acompanhados”, explicou a deputada, que salientou que “não ter médico de família não pode significar ficar fora do rastreio”.</p>
<p>É igualmente importante “avançar para novos rastreios – pulmão, próstata, gástrico –, mas assegurando a capacidade de resposta do SNS para diagnóstico e tratamento, porque criar expectativas sem resposta é falhar duas vezes”, disse.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vYsu-2GydP8?si=WVLidloO2_YnmHMj" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>A socialista comentou que é necessário garantir tempos de resposta adequados desde a suspeita até ao início do tratamento, uma vez que o tempo “é a diferença entre tratar e já não conseguir tratar” a doença.</p>
<p>Irene Costa reafirmou que “não faz sentido alargar os rastreios quando ainda não conseguimos garantir que o que existe funciona no terreno e que chega a todos”. “É aqui que temos de atuar, temos de reforçar o SNS, organizá-lo e pô-lo a funcionar para que os rastreios cheguem mesmo a todos com tempo e com qualidade”, defendeu.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.psparlamento.pt/ps-defende-reforco-do-sns-para-que-rastreios-ao-cancro-cheguem-a-todos/">PS defende reforço do SNS para que rastreios ao cancro cheguem a todos</a> aparece primeiro em <a href="https://www.psparlamento.pt">Grupo Parlamentar do Partido Socialista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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